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Sexta-feira, 9 de Fevereiro de 2007

Aborto e discriminação

«Na “História do Aborto”, de Giulia Galeotti, podemos ler a dada altura:

“Como atesta a acta de uma reunião do governo do III Reich, de Maio de 1941,
“a autorização oficial do aborto a pedido da mãe” é expressamente inserida
entre as medidas a inserir em grande escala nos territórios ocupados. É
tristemente célebre a carta que Martin Bormann escreveu em 23 de Julho de
1942 a Rosenberg: “sempre que mulheres e raparigas de Leste recorram ao
aborto, nós devemos dar a nossa aprovação; os juristas alemães não se
deverão opor em caso algum. […] A reprodução das populações não alemãs não
se reveste de nenhum interesse para nós.”

Era esta a forma inicialmente suave e persuasiva com que os nazis
encaminhavam as populações que menos lhes agradavam para a diminuição
populacional. Na altura esta selecção fazia-se essencialmente por razões de
ordem étnica. Esse era o móbil oculto do regime nacional-socialista. Com a
liberalização do aborto (caso o ‘Sim’ consiga vencer) ela será levada a cabo
por razões de ordem social e económica. Esse acaba por ser, mesmo
inconscientemente, o móbil oculto de muitos defensores do ‘Sim’. Estaremos
portanto perante uma espécie de eugenia social, definida pelas elites
bem-pensantes da chamada esquerda caviar a qual, horrorizada com as
condições de vida de fatias consideráveis da nossa população, decide
prestar-lhes um “favor”. Mirrá-los até lhes acabar com o problema, acabando
com eles.

Transmitindo a visão politicamente correcta da existência de condições
mínimas para criar um filho – como se isso tivesse impedido os nossos pais e
avós de nos porem cá – constroem um paradigma de maternidade redutor, à sua
semelhança.

Não conseguindo combater verdadeiramente os problemas sociais, vão a
montante do problema, diminuindo as problem children. Como analisou sem
pudor Steven Levitt em Freakonomics, diminuem a delinquência de forma
estatística e higiénica, promovendo o aborto entre as classes mas
desfavorecidas.

Nada obrigando a quem quer que seja mas mobilizando os media e boa parte dos
opinion-makers actuais, criam uma forte propaganda, ao estilo positivista
dos modelos totalitários do século XX, a que nem falta o discurso do
primeiro-ministro anunciando um combate entre a “modernidade” e o
“conservadorismo”, os “bons” e os “maus”, ao melhor estilo populista.
Transformam uma escolha numa obrigação em nome do “progresso”.

Cabe-nos a nós impedir esta “modernidade” filtrada e purificada, esta
eugenia social, que olha para os cidadãos de um pedestal, arrepiando-se por
ver os pais e 3 filhos no mesmo quarto e que tenderá a promover o aborto por
razões económicas.
Os erros do passado não se costumam repetir, mas sim imitar. Mas este ainda
estamos a tempo de evitar, votando ‘Não’.»

Diogo Almeida in «blogue do não»
publicado por comunidade às 10:06

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1 comentário:
De Anónimo a 9 de Fevereiro de 2007 às 21:09
Estou inteiramente de acordo consigo. Hoje o aborto, amanhã pelas mesmas razões as sociais e económicas a eutanásia etc... Em vez de vermos as pessoas gritarem e exigirem melhores escolas, hospitais, centros de saúde, maternidades, transportes, condições de vida, vemo-las agradecidas porque o estado agora passa a pagar-lhes para que matem os filhos.....

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