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Sábado, 29 de Outubro de 2005

aborto sim ou não?

Como Mulher não posso deixarde apoiar o sim ao aborto apesar de ter dois filhos e nunca ter precisado de fazer nenhum ,apoio inteiramente quem o faça por não ter condições de sustentar uma criança principalmente nos primeiros dois anos de vida.Quando uma lata de leite custa 15 euros de três em três semanas e um saco de fraldas custa a volta dos vinte euros de 15 em 15 dias para não falar de outros bens essenciais num bebé e muitos cuidados com higene.Quando temos governos consecutivos que em nada ajudam no planeamento familiar não pode haver julgamentos nem mentiras de fachada como fazem o PP ou o PSD.Acho igualmente que o partido socialista com uma maioria absoluta devia de uma vez por todas aprovar uma lei em condições de proteger a mulher portuguesa de julgamentos alheios.Não ao referendo SIM á aprovação na assembleia.
publicado por Equipa SAPO às 11:27

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O Parlamento deve acabar,JÁ,com esta situação que envergonha as mulheres e o país!
publicado por Equipa SAPO às 11:17

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despenalização do aborto

TANTO SE FALA EM DESPENALIZAÇÃO DO ABORTO!
PORQUÊ MATAR UM SER TÃO INOFENSIVO?NÃO SÃO AS CRIANÇAS O MELHOR QUE EXISTE NO MUNDO?
FALA-SE NOS DIREITOS DAS MULHERES,TUDO BEM,O CORPO A ELAS PERTENCE,MAS CONFORME PODEM PERMITIR UMA AGRESSIVIDADE AO SEU CORPO PORQUE NÃO EVITAM QUE A GRAVIDEZ ACONTEÇA?É ASSIM TÃO DIFÍCIL?
HÁ DINHEIRO PARA DROGA,PARA TABACO,ENTRE OUTROS VÍCIOS E NÃO HÁ DINHEIRO PARA EVITAR UMA GRAVIDEZ?
SENDO ASSIM ,PORQUE É QUE O GOVERNO FACILITA A DISTRIBUIÇÃO DE SERINGAS PARA A DROGA E NÃO FACILITA O ACESSO AOS ANTICONCEPCIONAIS?SERÁ QUE FICA MAIS BARATO E É MAIS HUMANO FAZER UM ABORTO?
FALA-SE TANTO NOS DIREITOS HUMANOS,ONDE ESTÃO OS DIREITOS DESTES INOCENTES QUE NÃO CHEGAM A VER A LUZ DO SOL?QUE CRIME TÃO ORRENDO É QUE ELES PRATICARAM?
HÁ QUEM SE SINTA MUITO INTLECTUAL POR SER A FAVOR DA DESPENALIZAÇÃO DO ABORTO,EU PERGUNTO A ESSAS PESSOAS O QUE OS LEVA A SENTIREM-SE TÃO INTLECTUAIS?SERÁ O ASSASSÍNIO O FUTURO?
PORQUE É QUE O PARLAMENTO EM VEZ DE PERDER TEMPO COM A DESPENALIZAÇÃO DO ABORTO,NÃO DISCUTE UM MEIO DE FACILITAR ÀS MÃES QUE TRABALHAM MAIS TEMPO LIVRE PARA ESTAS PODEREM DAR MAIS ASSISTENCIA AOS SEUS FILHOS QUE SERÃO OS HOMENS E MULHERES DO AMANHÃ,TALVEZ MAIS HUMANOS E FELIZES DO QUE OS NOSSOS JOVENS DE HOJE ,QUE SÃO UNS REVOLTADOS E INFELIZES?
JÁ SE PERGUNTARAM PORQUE HÁ TANTA VIOLENCIA,REFÚGIO NA DROGA,SUICIDIOS,ETC.......ETC?
TALVEZ ESTAS PESSOAS QUE SE DIZEM TÃO INTLECTUAIS TENHAM RESPOSTAS E SOLUÇÕES?!


MADALENA CASTRO

publicado por Equipa SAPO às 11:17

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aborto

na minha opinião, a decisão pertence ao povo. antonio
publicado por Equipa SAPO às 10:58

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Aborto

1° Penso que a realização de um novo Referendo sobre o aborto é um acto de contra a democracia ,pois o povo jà se pronunciou. 2° Não ,em relação a uma despenalização ,para tornar o aborto num acto simples de se descarregar de uma situação complicada ou embarassosa . Então aonde està a nossa consciencia que agora é a geometria variavél en função do nosso interresse actual? Porque não mais tarde selecionar en função da genetica para mais grandes e bonitos ,ia ser um mundo formidavél???. Qual é o acto que nos dà poder de decidir se este (Ser) tem direito ou não vir ao mundo . 3°: Para tornar a lei mais adaptada a nossa situação e a humanizar um pouco ,penso que os Deputados podem votar ,para situações de urgencia médica ,tipo mà formação ,risco sério de vida da mãe, abusos sexuais (como violações e outros ) . Faço um apelo aos nossos deputados e governantes que por uma vez se mostrem intiligentes humanos e percussores e deixem de lado as idiologias e a facilidade . Paris 29/10/05 Carlos magalhães
publicado por Equipa SAPO às 10:58

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Crime é fechar os olhos...

Faltou a coragem aos nossos deputados para fazerem uma lei justa para as Mulheres Portuguesas. Agora refugiam-se no referendo, para que tudo fique na mesma. Vamos continuar a ver a vergonha de Mulheres Livres irem a tribunal, por terem sido “obrigadas” a feito um aborto. Onde estão os homens destas mulheres? … Ou em Portugal as mulheres fazem os filhos e os abortos sozinhas? Mudem a Lei PORRA…. Nuno Marques
publicado por Equipa SAPO às 10:57

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despenalização do aborto

Concordo plenamente com a IVG,também concordo que o referendo deveria ser excluxivamente para as mulheres, porque são elas que têm que decidir sobre sim ou não. porque são quem engravidam,sofrem e muitas vezes mal compreendidas desrespeitadas e violentadas prelos seus pares, O resto são quimeras,machismo e estupidez
publicado por Equipa SAPO às 10:56

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Sim ou Não?!

Aborto: Sim ou Não?!

O aborto não se resume a sins e nãos, nem tão pouco às 3 situações previstas na actual lei (aborto terapêutico / aborto criminológico / aborto eugénico).
É preciso alargar as situações, prevê-las e adaptar cada uma delas a uma lei mais justa. Elas não são assim tantas que tenhamos dificuldade em inserí-las na lei.

AR
publicado por Equipa SAPO às 10:56

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IVG

No último referendo parece-me que o povo Português já classificou este assunto. Já ninguém se lembra da percentagem de pessoas que foi às urnas manifestar a sua vontade? Neste país continuamos a não querer olhar para dentro e a não querer arrancar os nossos defeitos dominantes. É sempre mais fácil arranjar discussões eternas sobre temas polémicos. Depois da IVG, hão-de vir os casamentos de homossexuais, depois a adopção por homossexuais, a liberalização das drogas, etc, etc. Enfim, continuamos a querer equiparar-nos aos supostamente mais civilizados.... só tenho pena que não seja no que eles têm de melhor. C. Freitas
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publicado por Equipa SAPO às 10:55

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Referendo

Uma vez que nascemos mulheres quem manda no nosso corpo somos nós...não é cá uns deputados que na maiora são homens que vão decidir o que nós "mulheres" vamos fazer do nosso corpo. Admite-se crianças andarem a passar fome e andarem mal vestidas só porque é preciso ir ao estrangeiro fazer um aborto e porque em Portugal não é possível fazer??? Ou somos nós um país de 3.º mundo? Pensem nisto e vejam o que é melhor se querem ir a Espanha ou se querem fazer em Portugal assistidas pelos nossos próprios médicos e com as melhores condições. Joana Ribeiro Marinha Grande
publicado por Equipa SAPO às 10:31

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Mais um desabafo....

Este desabafo não vai no sentido de estar a favor ou contra o aborto. Penso que é um tema a ser tratado numa conjuntura mais favorável quer económica quer social. Na actual conjuntura do nosso “País(zinho)” temas como este vêem sempre ao de cima quando é preciso desviar a atenção do cidadão comum para outro lado. Enfim temos que os aturar! H.Fonseca
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publicado por Equipa SAPO às 10:30

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Aborto Sim...

Fui dos que mais defendeu o NÂO ao aborto.
Hoje vejo que um crime em Portugal não passa de uma ida ao medico em
Espanha, e como sempre dum tema como este fazem alguns senhores dos chamados
CULTOS uma campanha politica esquecendo o tema de fundo a saude e bem estar
da Mulher como adulta e reponsavel .
Mais do que nunca é urgente a DESPENALIZAÇÂO do aborto.
A politica para politicos a saude para os medicos.
publicado por Equipa SAPO às 10:30

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Despenalizar com custos

"Despenalizar o aborto" não me parece ser o título correcto para esta situação decorrente. Despenalizado já ele está para as situações consideradas justificativas, até um determinado número de semanas. O que acontece neste momento é que querem aumentar esse número de semanas e praticarem o aborto sem razões que o justifiquem, livremente e tão somente porque após uma noite "mal" dormida a mulher engravidada resolve por fim à consequência do acto de amor ou até só de sexo.
Parece-me que continuamos a construir a casa pelo telhado. Não será muito mais natural começar uma campanha de informação séria sobre o controle da natalidade? Dar às mulheres informação e meios para não terem uma gravidez indesejável? Digo isto, embora me custe a acreditar que hoje em dia haja alguma mulher que desconheça os meios contraceptivos que tem à sua disposição.
Depois de se lutar por esta situação, então pensar em autorizar, clinicas privadas, a praticar o aborto, sob elevada fiscalização do Estado e com regras bem definidas à partida, como limite de tempo para a pratica do referido acto.
Não me parece correcto que passem a ser os hospitais civis, melhor cada um de nós, a arcar com despesas deste género que muitas vezes até podem ser completamente contrárias e traumatizantes para aqueles que por motivos religiosos ou outros se oponham a este tipo de actos.
Experimentem autorizar a realização do aborto nestas condições, ou seja em clínicas privadas com as despesas a correr por conta dos interessados e vamos ouvir outro coro de reclamações a pedir a gratuitidade do mesmo, pois é isso que move este movimento senão em primeiro lugar pelo menos logo em segundo.
Que paguem os outros os meus erros ou descuidos!
Se querem despenalizar o aborto que o despenalizem, agora que não obriguem o povo com os seus impostos a cobrir tal tipo de despesas. Já não existe dinheiro para a saúde, as pessoas esperam, em alguns casos, anos por uma operação, pessoas com doenças crónicas esperam meses para fazer um tratamento por falta de vagas, baixam e retiram comparticipação em medicamentos e meios de diagnóstico mas arranjam sempre dinheiro para estas "coisas" demagógicas. Quanto vai custar ao bolso de todos nós a implementação no terreno destes serviços hospitalares? Será que as mulheres que quiserem melhores serviços podem pedir comparticipação de custos?
Despenalizem se essa é a vontade das pessoas, mas despenalizem com respeito pelos outros.
publicado por Equipa SAPO às 10:29

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aborto

Olá ,sim pq. Eu ainda digo olá de cabeça erguida.



O aborto deve ser despenalizado, como o PS disse e prometeu na campanha eleitoral ,ou será que o tribunal constitucional não fará de bode expiatório ;haverá condições nos hospitais ou maternidades para fazer o aborto grátis quando há milhares de operações põe efectuar.

As mulheres desses senhores ( deputados, magistrados , empresários etc.) fazem-nos em segurança e no estrangeiro pq. Dinheiro não e problema.

MAS QUEM PAGA ISTO TUDO SÃO AQUELES DE QUE NADA TEM DIREITO ,OU QUASE NADA.
publicado por Equipa SAPO às 10:28

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Cinismo


Quando os deputados que dizem defender a liberlalização do aborto remetem para o referendo popular, estão a ser cínicos. O referendo deve utilizado apenas quando estão em jogo decisões de soberania nacional como, por exemplo, a integração de Portugal na União Europeia ou na Espanha, que implicam a perda de soberania.
Os defensores da repressão sobre as mulheres que abortam, por não quererem ter os filhos que não desejam, são os mesmos que tudo fazem para alargar o fosso económico brutal que, em Portugal, separa os ricos dos pobres. São os mesmos que não só não dizem uma palavra contra o facto de um médico ou um juiz ganharem mais de 10 vezes o salário de um trabalhador ou 4 vezes o salário de um licenciado como eles e, portanto, tão doutor como eles, para já não falar nos tão chorudos como afrontosos vencimentos dos chamados gestores empresariais.
Geralmente, as mulheres que abortam é porque estão conscientes da sua incapacidade económica de proporcionar aos filhos a vida a que têm direito e porque, também o Estado, na onda da progressiva e despudorada desresponsabilização social protagonizada por este e pelos dois últimos governos, oferece cada vez menos condições de garantir aos cidadãos o direito a uma vida condigna, à saúde, à educação, ao conhecimento. As mulheres pobres que abortam é porque não querem ver os seus filhos sofrer a miséria da lógica esclavagista da hegemonia ter e do saber sobre o fazer, é porque não querem que uns nasçam para mandar e porisso tenham direito a tudo, até a decidir e limitar o conhecimento dos mais pobres, os escravos, e os outros, os escravos, para trabalhar e porisso não tenham direito a nada.


publicado por Equipa SAPO às 10:27

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Penso que devem os deputados a decidir, para isso são eleitos. O referendo é apenas uma desculpa para não responsabilizar os deputados.



Paulo Azevedo
publicado por Equipa SAPO às 10:27

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aborto

Aborto ? É contra a Lei Natural!
A vida é o maior dom da pessoa humana.
O Direito à vida desde a concepção até à morte natural, é o primeiro direito de "toda a pessoa humana".
Se os políticos atentarem contra este direito da pessoa, que seja o povo a julgá-los !!!
publicado por Equipa SAPO às 10:27

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Aborto Sim ou Não?

- Aborto Sim ou Não? Eis a questão?

Desde já começo por dizer que sou contra o Aborto (interrupção voluntária
da gravidez), como também estou contra um possível referendo sobre esse tema.

A nossa actual lei já prevê o Aborto para os possíveis casos críticos
(violação, mal formação do feto, etc.), com os quais estou perfeitamente de
acordo.
Hoje em dia só engravida quem quer ou quem é negligente e neste último caso ,
como em outros tipos de crime, a negligência tem o seu preço. Nunca houve
tantos métodos para evitar a gravidez, como existem actualmente e com preços
bastante acessíveis. Senão vejamos: Para que serve e existe a pílula? ; Para
que serve e existe a pílula do dia seguinte? (nos caso de uma relação não
prevista) ; Para que serve e existe o preservativo? ; Para que serve e existe o
diafragma? ; etc. etc. etc. No hospital, com as respectivas consultas e preço
mais que acessível, a mulher pode "estroncar" as trompas, o que não lhe
permite engravidar, método este reversível, pois mais tarde, querendo ter
filhos, poderá novamente tirar o "anel" que bloqueia as trompas.

Perante isto o Aborto serve para quê?

- Decisão por Referendo ou Parlamento?

Os portugueses já expressaram uma vez, de forma inequívoca, a sua vontade.
Será que temos que andar ao "sabor do vento" ou da vontade de um ou meia
dúzia de políticos, que querem fazer do aborto a sua "guerra pessoal"
para mostrarem que mandam. O parlamento nunca se deverá sobrepor à vontade da
maioria dos portugueses, porque Portugal não é do governo / membros do
governo, mas sim de todos os portugueses, arrecadando as consequências dos
seus ideais, como temos que as arcar com uma boa ou má gestão governamental,
dos políticos que maioritariamente foram eleitos.
Numa altura em que Portugal necessita de todo o dinheiro possível, em que nos
foram cortadas várias "regalias" que já estavam em prática há anos,
tudo pela recuperação do nosso País, vão-se gastar milhares, senão
milhões de euros, num novo referendo, o qual já foi votado.

Temos mais onde gastar o nosso dinheiro, vamos é recuperar Portugal e dar-lhe a
dignidade e a projecção que os nossos antepassados lhe deram

Carlos Lemos

publicado por Equipa SAPO às 10:26

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Aborto

Se não me engano foi já feito um referendo acerca deste tema... a minha opinião continua a ser a mesma (não) iremos nós "estacionar" junto das urnas até que que a vontade popular seja o SIM?? Tudo isto devido a uma promessa eleitoral! Então e o referendo acerca da constituição europeia, não tem qq interesse? Continua a mesma politica populista de sempre... triste e acéfala a nossa politica, as nossas prioridades e acima de tudo a nossa classe politica!
publicado por Equipa SAPO às 10:25

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Aborto: referendo sim ou não

O Aborto por ser um assunto por demais delicado, que mexe com a consciência individual, qualquer alteração à lei actual, deve apenas e só ser decidida através de referendo,
quanto mais não fosse pelo simples facto que o resultado de um referendo vinculativo, muito dificilmente seria alterado por artefícios legais de um qualquer governo contrário á lei que então vigore legitimada por esse mesmo referendo.

Alterar a lei através do voto na Assembleia da República legitimaria novas alterações pela mesma Assembleia quando outras côres políticas detivessem a maioria.

Agora é a esquerda que tem a maioria, uma maioria claramente a favor da alteração da lei.

Pergunto se quando houver uma maioria de direita não seria legitimo a essa mesma maioria voltar a alterar a lei a seu favor?

É um assunto por demais importante para andar ao sabor das convicções partidárias de umas centenas de portugueses.

Nem se pode alegar que o Partido Socialista representa, pelo resultado eleitoral das ultimas eleições a maioria dos portugueses, pois das suas promessas eleitorais constava
a alteração da lei do Aborto através de REFERENDO.
publicado por Equipa SAPO às 10:25

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