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Terça-feira, 31 de Outubro de 2006

Direito de resposta

Gostaria de usar do direito de resposta, e fazê-lo, ponto por ponto, ao
anterior post que começa com a frase:
"Sou contra qualquer forma de aborto provocado..."

1.O direito à vida tem de ter em conta o direito a uma vida com dignidade.
Se é um ser humano não sei, nem ninguém o pode afirmar com total certeza.
Uma coisa é certa é o início de uma vida humana que está em causa, mas não
de uma PESSOA humana, ou de um indivíduo, porque nem em Portugal, nem em
qualquer outro país o embrião é considerado um INDIVÍDUO. Ninguém está a
condenar ninguém à morte - só aborta quem quer, e quem vê nessa opção a
última solução para uma gravidez indesejada.
Não sei qual será a sua opinião em relação à actual lei, mas esta permite
que seja abortado, legalmente, um embrião portador de deficiência, ou
saudável que seja fruto de uma violação.
Mas parece-me que o direito em relação à vida desde a concepção ou é para
todos os casos, ou não faz qualquer sentido porque é que uns embriões tÊm
direito à vida e devem ser protegidos e outros não.

2. Seria demasiado ignorante da parte de todos nós pensar que a lei que
poderá ser posteriormente ser aprovada se limita a uma frase, tal como a do
referendo. O referendo pretende saber se a população portuguesa concorda com
a DESPENALIZAÇÃO da IVG (ou Aborto, como queira dizer) dentro de
determinadas condicionantes (até às 10 semanas).
O projecto-lei em causa não se resume a uma frase.
Liberalização seria permitir o aborto livre, em qualquer tempo de gestação,
o que NÃO é claramente o que está em causa.

3. A barreira das 10 semanas tem como base estudos científicos. Não quer
dizer que antes das 10 semanas não seja um início de vida humana. Quer dizer
que a esse tempo de gestação corresponde um desenvolvimento embrionário, e
portanto inicial, e que a partir dessa data o embrião passa a ser denominado
um feto.
Há um debate aceso na comunidade científica mundial nessa matéria, e nem
mesmo os cientistas conseguem chegar a um consenso. Haverá sempre bons
médicos a condenar o aborto e bons médicos a não recriminar tal prática.
Cabe à consciÊncia de cada um.

4. Se o Sr(a?) diz que o aborto vai sempre continuar a existir, quer ignorar
essa realidade e criminalizar mulheres pela sua prática? Não entendo...
E sim, a existir que seja feito de forma acompanhada, correndo os menores
riscos possíveis e acompanhando posteriormente as mulheres para que tenham
acesso a cudados médicos e contracepção, evitando que tenham de recorrer ao
aborto.
Trazer as mulheres que interrompem a gravidez para o sistema de saúde em vez
de as mandar para a prisão através do sistema judicial, é garantir que terão
melhor acesso a informação e acompanhamento no planeamento familiar.
É combater a exclusão e a falta de informação.
E não se engane porque o aborto não efectua em relação a crianças, mas sim a
embriões.
Protecção da maternidade não significa obrigar as mulheres a terem filhos
contra a sua vontade. Significa criar estruturas que defendam a mulher
grávida e os seus direitos: direito à assistência médica gratuita, direito
ao trabalho, entre outros.
E mais uma vez: NINGUÉM É OBRIGADO A ABORTAR. Apenas é urgente que quem tem
necessidade de o fazer o faça em condições dignas.
Quanto ao facto de ser pago por todos nós, só lhe tenho a dizer o seguinte:
o SNS também paga a reabilitação de toxicodependentes e o consumo de droga é
penalizado; igualmente pagamos o tratamento de alcoólicos, e o alcoolismo é
uma situação decorrente das práticas individuais de cada um; também pagamos
o tratamento de cancro de pulmão de fumadores inveterados e eu,
pessoalmente, não fumo, nem nunca fumei; finalmente também pagamos o
tratamento de doentes com SIDA infectados por relações sexuais
desprotegidas... Porque é que não havemos de pagar um aborto seguro?

5.O art.º 1º da Declaração Universal dos Direitos Humanos diz que "todos os
seres humanos NASCEM livres e iguais em dignidade e em direitos." Não fala
da vida intra-uterina.

6. Desrespeitar a leis da natureza também é obrigar uma mulher a gerar um
ser contra a sua vontade.
Não será o aborto que acabará com os seres humanos na face da terra, mas sim
as acções destes uns para com os outros, num crescendo de violência, guerras
e fome. Nas sociedades onde o aborto é permitido, a natalidade não diminuiu
apenas devido a esse factor. E veja-se, por exemplo, os Estados Unidos, que
têm das leis mais permissivas em relação ao aborto (nalguns estados onde é
permitido obscenamente efectuar um aborto para além das 24 semanas...) e
estão a ssistir a um crescimento da população. Não será certamente o aborto
o mal dos americanos...

7. O maior atentado na face da terra é a fome e a guerra que MATAM MILHÕES
DE CRIANÇAS INOCENTES a cada dia que passa, e se considera um mal menor, um
efeito colateral em nome de um bem(?) maior.
Nunca houve tanta riqueza no mundo, e nunca esta esteve tão mal distribuída
- isso sim, é um atentado à dignidade humana.
As ditas "associações" que fala não são mais do que "caridadezinha"
praticada por mentes pesadas.
As ditas senhoras que financiam essas instituições são as primeiras a ir a
Espanha e Inglaterra fazer abortos, em silêncio e com "dignidade". Não é dar
um berço e um enxoval em segunda mão a uma mãe que não tem trabalho, nem
casa ou instrução que vamos fazer dela uma mãe feliz. Será sempre uma
revoltada.
Já vi várias vezes essas instituições no terreno e têm um tom paternalista e
recriminatório para as mulheres de poucos recursos que engravidam.
E a prova de que essas instituições não conseguem resolver o problema, é que
o número estimado de abortos clandestinos tem aumentado, assim como dos
realizados em Espanha.

8. Pobre pátria que não tem governantes com coragem política para acabar de
vez com uma lei hipócrita que manda mulheres para a prisão por interromperem
a gravidez.
Pobre pátria que não se liberta do peso dos fascismo e ainda assite a estes
disparates em nome da vida, comprometendo a liberdade e dignidade de cada
um.
Pobre pátria que quer obrigar mulheres a serem mães à força só porque
engravidaram, mesmo que tenham tomado as devidas precauções.
Pobre pátria que julga mulheres, e as toma como libertinas e inconsciente
que a partir de então usarão o aborto como método contraceptivo.
A história futura nos julgará, não duvide.
Continuamos, como no tempo de Salazar, "orgulhosamente sós", enquanto a
Europa nos mostra diferentes mentalidades e formas de civismo.

9. O que faz falta são políticas de incentivo e apoio à maternidade - não
duvido.
Mas isso nunca pode ser feito obrigando mulheres a serem mães contra a sua
vontade.
É tão ditatorial como a política do filho único na china comunista de
antigamente, e igualmente cruel.
E o que está em causa neste referendo não é dizer que está tudo bem com a
maternidade em Portugal, porque não está. Esse é outro debate que deve ser
feito com urgência.
Se vamos na mentalidade de não mudar uma situação que está mal, porque há
outras igualmente más, não saímos do mesmo lugar, porque numa sociedade
justa, democrática e em evolução há sempre coisas a melhorar. Sempre.
O que está em causa com este referendo é uma lei que condena criminalmente
mulheres pela prática do aborto.
Votar não é fechar os olhos a esta injustiça e fazer de conta que nada se
passa.

VOTAR SIM É DIZER QUE A LEI É INJUSTA E PRECISA URGENTEMENTE DE SER
ALTERADA.
publicado por comunidade às 16:44

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Segunda-feira, 30 de Outubro de 2006

referendo sobre o aborto

Sou contra qualquer forma de aborto provocado: 1. - O direito à vida do ser gerado é anterior e está acima de todas as possíveis razões invocadas. As situações problemáticas acerca da natalidade devem ser resolvidas com outros meios que não recorrer ao aborto: trata-se do ser humano (e o é desde o momento da sua conceição) que apenas precisa de protecção e não de condenação à morte. 2. – O projecto que pretendem com a proposta de referendo, embora sob a capa ardilosa e hipócrita da “interrupção voluntária da gravidez” (=aborto) e da sua “despenalização”, é a liberalização e a legalização do aborto até às 10 semanas. 3. – Outra forma de hipocrisia é a apresentação das 10 semanas, como se o ser humano em disputa só o fosse a partir desse tempo de vida. 4. – Outra forma de hipocrisia é dizer que é para combater o “aborto clandestino” e para ser feito em segurança em estabelecimento público, pago pelo dinheiro de todos nós. Ora está provado que ele continuará a existir porque haverá sempre quem o procure por várias razões. Mais: então, desde que seja feito em boas condições para quem o provoque, já está bem? E a criança não conta para nada? Quer dizer, o ser mais inocente e mais desprotegido de todos apanha a sentença máxima: pena de morte, para todos os efeitos. E sem advogado de defesa e sem julgamento, e por aqueles que por natureza o deviam proteger. 5. – O direito à vida é o primeiro de todos e a vida humana é inviolável. É o que consta da Declaração Universal dos Direitos do Homem, no Ideário de Instituições Internacionais e na Lei Constitucional Portuguesa. E então em que ficamos? 6. – O desrespeito pelas Leis da Natureza tem levado a grandes desequilíbrios ecológicos…Desrespeitá-la no ser humano, onde vamos parar? 7. – Estamos perante o maior atentado sobre a face da terra! Mas ainda estamos a tempo de parar esta loucura…E só temos um caminho: VOTAR NÃO à proposta do referendo. Em seguido dar força e participar nas acções propostas pelos Movimentos a favor da Vida, por exemplo: SOS VIDA, AJUDA DE BERÇO…que já estão no terreno. 8. – Pobre Pátria que tem governantes e deputados a puxar o povo para uma beco destes. A História futura julgará esta geração… 9. – O que faz falta, senhores governantes e deputados, são políticas de apoio à natalidade, à mulher mãe e às famílias. Para além do mais, vocês não vêm o País a afundar-se por falta de nascimentos? Esclarecimento geral precisa-se e quem ninguém se esquive a tão decisivo, urgente e sério problema em que nos estão a meter. Usemos bem os direitos e deveres que a democracia proporciona.
publicado por comunidade às 00:40

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Sábado, 28 de Outubro de 2006

Por opção da mulher!!!???

À pergunta que vai ser novamente utilizada no referendo "concorda com a
despenalização da interrupção voluntária da gravidez, se realizada, por
opção da mulher, nas dez primeiras semanas, em estabelecimento de saúde
legalmente autorizado?" poder-se-ia dar muitas respostas...

Mas só uma resposta pode ser aqui salientada!
NÃO! CLARO QUE NÃO!
E porquê?!
Porque essa decisão não pode ser apenas POR OPÇÃO DA MULHER?

Porque uma gravidez não pode ser interrompida apenas por opção mulher!
Porque não é só a mulher que gera um filho!
Porque não é só o corpo da mulher que contribuiu para o seu nascimento!
Porque não pode ser só ela a dizer não!

A pergunta não pode ser assim! A lei não pode ditar assim! O homem tem de
fazer parte em igual circunstâncias deste processo!

Qual é o papel do homem, afinal? A sua responsabilidade?

Aprovar este referendo é o mesmo que colocar apenas nas mulheres toda a
responsabilidade de uma vida! Seria o mesmo que aprovar que só as mulheres
têm direitos e deveres sobre os filhos! Seria inutilizar o papel do
pai-progenitor! Seria voltar ao tempo dos pais incógnitos!

Se o homem tem a mesma acção que a mulher na origem do filho, ou até mais
(porque muitas mulheres têm relações sexuais coagidas - principalmente
aquelas que, por mil motivos, não têm capacidade para dizer não, nem para se
protegerem anticoncepcionalmente, nem dinheiro para ir a Espanha abortar),
então ele fica totalmente imune a esta responsabilidade?

A OPÇÃO tem de ser dos dois - mãe e pai - como a actual criminalização
teria que ser dos dois!

Pois "corremos o risco" de colocar apenas na posse das mulheres a sobrevivência
da espécie! É que com esta lei, nenhum pai pode mais dizer que vai ter um
filho, porque a mulher que ele engravidou pode simplesmente optar por não lho
querer dar!

Com esta lei, quem passa a ditar as regras da descendência é a mulher - só
dará filhos a quem muito bem entender!

E mais o que se poderá imaginar...

Por isso - e só por isso - a resposta à pergunta deste referendo só pode ser
uma: NÃO!
publicado por comunidade às 01:36

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...

Desnecessário seria o referendo...acho.

Mais uma vez a Espanha resolve o que Portugal não consegue
Mais uma vez o governo mostra a capacidade que tem para governar este
tão pequeno país
Mais uma vez deixam que se julguem a vida de seres humanos que não pedem
para nascer
Mais uma vez fazem da Mulher um objecto e decidem o que fazer com ele
È só mais uma vez que Portugal não cresce.
publicado por comunidade às 00:28

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Sexta-feira, 27 de Outubro de 2006

Artigo sobre o Aborto ... Referendo

Artigo
<>>>>>>>>>>>>>>


Referendo
... Sim? Ou Não?

Não caberia na cabeça de ninguém colocar em referendo uma lei estúpida que mandasse para a cadeia quem passasse por uma localidade com 50 mil habitantes, mesmo que seja uma cidade em que todos os portugueses lá pudessem vir a passar mais tarde ou mais cedo, por crer ou sem crer. Logicamente, porque a maioria dos eleitores teria enorme dificuldade em perceber a realidade local, ficando desse modo vulnerável à opinião de terceiros, o que afectaria o seu sentido de voto ou o mais provável, poderia mesmo levá-lo a não votar.

Na última campanha eleitoral para as eleições legislativas o tema “Aborto” foi posto em cima da mesa pelos partidos ditos de esquerda, de uma forma que parecia que esse era o único problema que em Portugal merecia ser discutido. Percebendo-se na altura, que seria uma questão de tempo o que nos separava de uma decisão sobre a matéria.

A solução referendo é francamente um erro, pois este é um tema que diz directamente respeito a uma franja muito pequena da população, alguma dela nem sequer tem idade para votar o que faz com que haja uma enorme probalidade da abstenção ser superior a 50% para além do facto da maioria dos eleitores ir votar baseado nas suas convicções políticas e/ou religiosas e não segundo uma reflexão séria e objectiva sobre o tema.

Ou seja, corre-se o risco da lei não ser alterada e uma qualquer jovem com 13 anos, numa qualquer “festa”, encontrar o seu príncipe encantado, descobrir a sua sexualidade, engravidar ... e depois lá vai ter que encontrar, sozinha, por sua conta e risco, a solução para proceder à interrupção voluntária da gravidez ... colocando em risco a sua própria vida e habilitando-se ainda a ir parar à cadeia por ser considerada uma criminosa ...

Para os que dizem não ao aborto, justificando com os custos para o Estado, deixo a pergunta:
- Quanto custa ao Estado, uma gravidez, mais, uma gravidez indesejada? ... E um filho indesejado, quanto pode vir a custar?
Para além das despesas que o Estado suporta em apoio clinico e social durante a gravidez, temos que considerar que obrigar uma mulher a ter um filho que não deseja, por qualquer que seja o motivo, pode criar graves sequelas na mãe e no filho ... nascendo desse modo um poço sem fundo de despesas para todos nós ...

js de http://politicatsf.blogs.sapo.pt


Tags: Aborto, Referendo, Religião, Políticos, Crime

>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>
publicado por comunidade às 08:37

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Quinta-feira, 26 de Outubro de 2006

Carta de um bebé abortado

Oi mamã, tudo bom? Eu estou bem, graças a Deus faz apenas alguns dias que
você me concebeu em tua barriguinha. Na verdade, não posso explicar como
estou feliz em saber que você será minha mamã, outra coisa que me enche de
orgulho é ver o amor com que fui concebido.
Tudo parece indicar que eu serei a criança mais feliz do mundo! Mamã, já
passou um mês desde que fui concebido, e já começou a ver como o meu
corpinho começa a se formar, quer dizer, não estou tão linda como você, mas
me dê uma oportunidade! Estou muito feliz! Mas tem algo que me deixa
preocupado... Ultimamente me dei conta de que há algo na sua cabeça que não
me deixa dormir, mas tudo bem, isso vai passar, não se desespere. Mamã, já
passaram dois meses e meio, estou muito feliz com minhas novas mãos e tenho
vontade de usá-las para brincar...
Mamã me diga o que foi? Por que você chora tanto as noites?? Por que quando
você e o papai se encontram, gritam tanto um com o outro?
Vocês não me querem mais ou que? Vou fazer o possível para que me queiram...
Já se passaram 3 meses, mamã, te noto muito deprimida, não entendo o que
está acontecendo, estou muito confuso. Hoje de manhã fomos ao médico e ele
marcou uma visita amanhã. Não entendo, eu me sinto muito bem... por acaso
você se sente mal mamã?
Mamã, já é dia, onde vamos? O que está acontecendo mamã??
Porque choras?? Não chore, não vai acontecer nada... Mamã, não se deite,
ainda são 2 horas da tarde, não tenho sono, quero continuar brincando com
minha mãozinhas. Ei!! O que esse tubinho está fazendo na minha casinha?? É
um brinquedo novo??
Olha!!! Ei, porque estão sugando minha casa?? Mamã!!! Espere, essa é minha
mãozinha!!! Por que a arrancou??
Não vê que me machuca?? Mamã, me defenda!!! Mamã, me ajude!!!
Não vê que ainda sou muito pequeno para me defender sozinho??
Mãe, a minha perninha, estão arrancando!!
Diga para eles pararem, juro a você que vou me comportar bem e que não vou
mais te chutar. Como é possível que um ser humano possa fazer isso comigo?
Ele vai ver só quando eu for forte e grande... aí...mamã, já não consigo
mais... aí ... mamã, mamã, me ajude...
Mamã, já se passaram 17 anos desde aquele dia, e eu daqui de cima observo
como te ainda te machuca ter tomado aquela decisão.
Por favor, não chore, lembre-se que te amo muito e que estarei aqui te
esperando com muitos abraços e beijos.
Te amo muito, Seu bebé.
Tenhamos consciência, digam não ao aborto. O aborto é assassinato.

Autor Desconhecido - Reflexão enviada por Paulo Girão
publicado por comunidade às 17:02

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...

O meu pensamento recolhe-se sumariamente, na liberdade que tem de pensar se deve votar sim ou não, pela liberdade do ser humano enquanto gestação, porque não lhe permitem a ele decidir, interrogue-se, olhando-se você para si próprio que o deixaram escolher não, e está aqui a decidir pelos outros.

A mulher que escolha se quer mãe, livremente, sem crime, sem revolta, sem angustia, sem compromisso, sem proibição.
publicado por comunidade às 14:06

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Despenalização

É um facto adquirido de que toda infima noção de vida, daquilo que defenimos como um ser que vive não pode ser questionada nem confrontada por essa prova real. Tudo o que tem vida vive. Sem falsos pudores ou convenções demagogas sejam elas sociais ou religiosas a vida de um ser humano é sem dúvida o bem mais precioso que existe para a humanidade. Para muitos o aborto é um crime moral contra a humanidade. Para outros é um direito que assiste aos pais.
Acima de tudo o conflito que divide a nossa sociedade será sempre um conflito de interesses. Entre a questão moral e a questão prática. E como defenir essa linha é o mais dificil.
Porque o conflito gera-se no ponto do Eu versus Estado. O Eu é a individualidade o direito mais essencial a sua propria decisão à sua liberdade. Tão bem expressa na nossa constituição. Mas o Estado dá e retira essa decisão. Somos seres humanos, contribuintes da nação. Temos direitos e deveres. Acima de tudo somos seres que pensam e decidem o rumo das suas vidas e embora vivamos num todo. Porém não somos formigas. Temos opções e obrigações. A realidade actual da sociedade portuguesa é o espelho da hipocrisia disfarçada de moralidade legislativa.
O Estado trata-nos como números e não como seres humanos. Somos apenas estatisticas na mão de politicos e afins. As condições económicas prevalecem sempre a todos os níveis na decisão do aborto. Não há outro motivo.
Em Portugal em que ainda morrem mães nos partos em hospitais estatais por negligencia não há moralidade para se criticar abortos. Olhem para a Lei Seca nos anos 20. A Proibição nunca prevaleceu sobre a vontade de muitos. E se hoje após um referendo fracassado desde o inicio se fala ainda do aborto. É porque algo tem de ser mudado. Mesmo que isso fira a moralidade de muitos. É a vontade de muitos mais, cidadãos portugueses que prevalece, na decisão e rumo das suas vidas. Sem serem criminalizados por isso numa suposta sociedade democrática.
Quanto ao fecto ser vida. É um facto. Se tem consciência. Provevelmente. Mas até quando se deve fazer o aborto. Será o passo mais decisivo nesta contenda que nos aflige.
Porque a minha indecisão é a de muitos portugueses, Não tenho condições para ter um filho mas fazer um aborto é talvez crime porque está ali uma vida gerada por mim. De qualquer modo a decisão terá de passar por mim e não pelo Estado. Mas até um certo ponto.
É um decisão dificil. Para muitos será contra-natura para outros dará muito jeito. Mas a discriminalização irá com certeza acabar com o negócio, esse sim quase criminoso, gerado pelo próprio Estado, das clinicas esponholas. Por estes factos e outros que não mencionei tudo me leva a crer que despenalização controlada da interrupção voluntária da gravidez talvez seja um mal menor.
publicado por comunidade às 13:56

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SIM.Assunto referente à mulher ou ao casal.
Há vida;há morte!!!?? todos nascemos para morrer.Fazem bichos de sete cabeças por uma coisa tão simples,mas a politica.........a igreja..........(queimados)! quantos mataram?Faz parte da História.
Ninguém é dono de ninguém. Hoje somos comandados por uma politica igual a 1973, apenas posso estar aqui neste momento,mas......espero que dure anos......o que nao é provável, como as coisas estao a ser conduzidas!!
Todos os senhores de camisa branca dizem nao,mas as esposas fazem em condiçoes e pagam nota preta.o resto do "povo" como eles chamam -não pode??? sao mulheres como as deles, têm os mesmos direitos e igualdades.
"eles têm tudo...eles levam tudo e nao deixam nada"
"as mãos brancas dos senhores só tratam corpos lavados...." tudo isto faz parte dum passado, mas tem bem presente, não só na minha memória (pois há quem não conheça) como na pele dos portugueses. Mas como somos um povo passivo...enquanto eu estiver bem...quero lá saber do vizinho!!! queremos (portugueses) futebol........è PENA não lutar pelo interesse de TODOS os PORTUGUESES para um FUTURO melhor.
O aborto - é um assunto muito delicado,(mas a politica é assim),mas EU concordo.
publicado por comunidade às 13:35

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Eu voto SIM

Acho que cada um deve ter direito a fazer o que achar melhor.

Tantas crianças que nascem, para viverem na miséria e não mais sair dela…
para passarem fome (ou morrerem dela); para serem maltratadas pelos pais,
avós e demais familiares… por isto e por muito mais… EU SOU A FAVOR!!
publicado por comunidade às 13:08

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...

Sou a favor de da despenalização da interrupção voluntária da gravidez.
Penso que a mulher deve ter direito a decidir pela sua razão o que é melhor para ela.
Há mais de trinta anos que tenho esta posição.
Sou contra a hipocrisia daqueles que dizem não e depois as mulheres vão ao estrangeiro fazer um aborto. Porquê? Porque tem dinheiro para isso.
A igreja católica é aquela que diz; "se te derem uma bofetada a seguir dá a outra face!!!". É evidente que há honrosas excepções.
Vou votar sim por uma questão de respeito e dignidade da mulher que tem sido martirizada pelos nossos "bons" costumes e porque acredito que é o mais correcto.

António Quelhas
publicado por comunidade às 12:48

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Quarta-feira, 25 de Outubro de 2006

Direitos humanos

Há fronteiras que não se passam.

A l(não) iberdade para matar é a mais marcada dessas fronteiras.

Nem eu, nem o Eng. Sócrates, nem a namorada (com quem ele não fala
segundo li) têm mais direito à vida que um(a) nascituro(a). Ponto.

Por isso voto sem hesitação NÃO.
publicado por comunidade às 22:42

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Aborto Existe e vai SEMPRE EXISTIR

Se Passar a Despenalização do Aborto vai apenas dar-se mais condições a algo que já existe,



Os mais Pobres fazem abortos em más condições os ricos vão para o estrangeiro... Porque não haver clínicas para o efeito????





O aborto vai sempre existir ... Mentalizem-se... è doloroso para todos mas por incrível que pareça certas pessoas que são contra não correm a adopta-las nas instituições... Não é so tê-las....



E as crianças c/ SIDA e as Viciadas em Droga já na barriga da mãe ... isso é VIDA????

Essas então os Moralistas deixam-nas a morrer, pq essas já dão muito trabalho. SIM pq o IMPORTANTE é Salvar o FETO... As Consequências ????



É Crime... É Crime.... Mas há Crimes piores e ninguém Faz nada...
publicado por comunidade às 17:36

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despenalização do aboto

Portugal é um Pís adiado, desde a ditadura de salazar, nada mudou de raíz na
nossa sociedade
despenalizar o aborto!... o que fizemos até chegarmos a este referendo?.

- Educação sexual (na familia)? NÂO EXISTE
Educação sexual (na escola)? NÂO EXISTE
Planeamento familiar? NÂO EXISTE



O QUE FAZEMOS MAIS UMA VEZ " NADA "
publicado por comunidade às 12:28

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Se há vida há morte

Não me conformo com o facto de um punhado de partidos políticos quererem a
toda a força tornar o meu Portugal num Pais onde se pratique a pena de
morte. Se sentencie a essa pena quem não tem possibilidades de defesa. E
esses ,adeptos desta pena, se se discutisse essa mas aplicada a criminosos
adultos---maridos que matam esposas, namorados que queimam as namoradas com
ácido por puro ciume, esposas que assassinam os maridos para se juntarem a
outro, ladrões que a sangue frio atiram contra tudo e contra todos e tantos
outros crimes de arrepiar, esses seriam os primeiros a gritar que não senhor
que a pena de morte foi abolida há muito tempo. Pois foi mas querem voltar a
te-la e aplicá-la ao mais indefeso dos nossos irmãos Por favor não tenham
dois pesos e duas medidas especialmente porque uma das vítimas nem com o seu
choro se pode defender. Mulheres e Homens bem formados vamos gritar TODOS
NAO AO ABORTO
publicado por comunidade às 07:48

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Terça-feira, 24 de Outubro de 2006

O sim porquê?

O sim, é o voto da irresponsabilidade, do egoísmo e da libertinagem. Porque?

Tirei algumas das expressões de opinião aqui expressas e faço perguntas para pensar.

Decido sobre o meu corpo = Só eu é que conto? Quem fez o filho só foi o teu corpo? Não será egoísmo refinado? Não há participação do homem? E a humanidade não tem o direito de ver nascer um novo filho?

A mulher seja livre para decidir o que fazer com o feto que cresce dentro de si. Ou, tenho a liberdade de decidir o que faço do meu corpo ou ainda Isso é direito do indivíduo. = Não será libertinagem? Então diante da minha liberdade e do meu direito, isso, dá-me autoridade para matar um idoso que me causa problemas ou que me estorva? E o direito do filho não conta?

O namorado não aceitou a minha gravidez. = Conheciam-se bem e planejaram ter o filho junto? Ou engravidou para o apanhar e não ficar para tia?

Engravidou por não usou preservativo foi descuido e não sabia. = Será ignorância? Ou irresponsabilidade?

Todos cometemos erros e ficar grávida pode ser um erro corrigível. Uma mulher tem o direito de decidir se está preparada para assumir uma responsabilidade para o resto da vida. = Sim todos cometemos, mas vamos cometer um erro maior? Não parece que queremos fugir da responsabilidade? Ninguém quer assumir os seus actos. Por isso matamos aquilo que nos incomoda ou nos crias dificuldades. É melhor usar palavras mais brandas, descartamos o que nos incomoda. Pois é estamos na época do descartável. A vida é inviolável, ninguém pode dispor dela a seu bel-prazer.



Votar SIM é dizer não quero responsabilidades.



Por favor decidam por mim. Descarto o que tenho no vente?

É mais fácil dizer, faz o aborto, do que acompanhar, ajudar e compreender a adolescente, a jovem ou mulher numa situação difícil.
publicado por comunidade às 23:26

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As razões para votar "não" e escolher a Vida:

1ª. O ser humano está todo presente desde o início da vida, quando ela é
apenas embrião. E esta é hoje uma certeza confirmada pela Ciência: todas as
características e potencialidades do ser humano estão presentes no embrião.
A vida é, a partir desse momento, um processo de desenvolvimento e
realização progressiva, que só acabará na morte natural. O aborto provocado,
sejam quais forem as razões que levam a ele, é sempre uma violência injusta
contra um ser humano, que nenhuma razão justifica eticamente.

2ª. A legalização não é o caminho adequado para resolver o drama do “aborto
clandestino”, que acrescenta aos traumas no coração da mulher-mãe que
interrompe a sua gravidez, os riscos de saúde inerentes à precariedade das
situações em que consuma esse acto.

3ª. Não se trata de uma mera “despenalização”, mas sim de uma “liberalização
legalizada”, pois cria-se um direito cívico, de recurso às instituições
públicas de saúde, preparadas para defender a vida e pagas com dinheiro de
todos os cidadãos.

4ª. O aborto não é um direito da mulher. Ninguém tem direito de decidir se
um ser humano vive ou não vive, mesmo que seja a mãe que o acolheu no seu
ventre. A mulher tem o direito de decidir se concebe ou não. Mas desde que
uma vida foi gerada no seu seio, é outro ser humano, em relação ao qual tem
particular obrigação de o proteger e defender.

5ª. O aborto não é uma questão política, mas de direitos fundamentais. O
respeito pela vida é o principal fundamento da ética, e está profundamente
impresso na nossa cultura. É função das leis promoverem a prática desse
respeito pela vida.
publicado por comunidade às 18:36

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O voto da Irresponsabilidade

O sim, é o voto da irresponsabilidade, do egoísmo e da libertinagem. Porque?

Tirei algumas das expressões de opinião aqui expressas e faço perguntas para
pensar.

Decido sobre o meu corpo = Só eu é que conto? Quem fez o filho só foi o teu
corpo? Não será egoísmo refinado? Não há participação do homem? E a
humanidade não tem o direito de ver nascer um novo filho?

A mulher seja livre para decidir o que fazer com o feto que cresce dentro de
si. Ou, tenho a liberdade de decidir o que faço do meu corpo ou ainda Isso é
direito do indivíduo. = Não será libertinagem? Então diante da minha
liberdade e do meu direito, isso, dá-me autoridade para matar um idoso que
me causa problemas ou que me estorva? E o direito do filho não conta?

O namorado não aceitou a minha gravidez. = Conheciam-se bem e planejaram ter
o filho junto? Ou engravidou para o apanhar e não ficar para tia?

Engravidou por não usou preservativo foi descuido e não sabia. = Será
ignorância? Ou irresponsabilidade?

Todos cometemos erros e ficar grávida pode ser um erro corrigível. Uma
mulher tem o direito de decidir se está preparada para assumir uma
responsabilidade para o resto da vida. = Sim todos cometemos, mas vamos
cometer um erro maior? Não parece que queremos fugir da responsabilidade?
Ninguém quer assumir os seus actos. Por isso matamos aquilo que nos incomoda
ou nos crias dificuldades. É melhor usar palavras mais brandas, descartamos
o que nos incomoda. Pois é estamos na época do descartável. A vida é
inviolável, ninguém pode dispor dela a seu bel-prazer.



Votar SIM é dizer não quero responsabilidades.



Por favor decidam por mim. Descarto o que tenho no vente?

É mais fácil dizer, faz o aborto, do que acompanhar, ajudar e compreender a
adolescente, a jovem ou mulher numa situação difícil.
publicado por comunidade às 18:03

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aborto

Desculpem, todos falam na despenalização, que a mulher tem direito soberano sobre a vida que gere dentro de si, etc....... fala-se no drama psicológico que depois se carrega para toda a vida, que não é fácil decidir etc..., ficamos com a sensação que com a despenalização até o problema psicológico passa a ser um mal menor.
Se há drama psicológico a carregar para toda a vida, isso não quererá dizer algo. Quando carregamos uma culpa para toda a vida, mesmo que haja uma lei que não nos penaliza, quer dizer que a nossa conscência apesar de tudo fala mais alto, no fundo as pessoas sabem que o que estão fazer não está certo.
publicado por comunidade às 15:14

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Noticia de última Hora

O governo decidiu que por motivos financeiros será melhor para o pais mandar matar algumas pessoas para haver menos desemprego e dificuldades económicas.
Então acham mal? Não é o vocês querem também?
Legalizar o extreminio de seres humanos só porque se deu uma queca e não se tomou a pilula, ou não se usou preservativo porque não dá jeito.
E ainda nos acusam a nós de hipócritas???
Tudo bem, antes hipócrita que assassino.
Vamos mandar tirar das prisões todos os assassinos pois tem de haver igualdade de direitos num pais democrático, não é?
Como nota final gostava de dizer que se esta chacina for aprovada, ao menos não o façam em hospitais públicos porque eu sou contribuinte e não tenho nada de pagar os prazeres dos outros.
publicado por comunidade às 11:57

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.NÃO

-Reacção de Marques Mendes(SIC)

-Reacção de Ribeiro e Castro(SIC)

-Reacção de Movimentos pelo Não(SIC)

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