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Domingo, 11 de Fevereiro de 2007

vergonha

Para uma pergunta estúpida, só poderia sair um resultado ainda mais estúpido!
Tanta ignorância, tanta maldade!
Viva este páis de bananas!
Sinto vergonha de aqui viver!

Paulo Domingos
publicado por comunidade às 23:18

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20 comentários:
De Anónimo a 11 de Fevereiro de 2007 às 23:37
Já o disse noutro comentário mas volto a repetir para as pessoas que pensam como você, que sentem vergonha de viver neste país. Se não está bem, mude-se! EMIGRE!!!!
De António Manuel Cortes a 11 de Fevereiro de 2007 às 23:55
Não sinto vergonha de ser português nem de viver no meu país, mas a verdade é que, com os resultados de hoje, patrocinámos a morte e não a vida. Essa é que é a realidade. Resta agora esperar para ver quais as medidas que vão ser tomadas para combater o aborto clandestino, proteger as mães, especialmente as mais pobres, e, muito principalmente, proteger as crianças. Infelizmente, ao contrário daquilo que argumentaram os defensores do SIM, estou convencido que não vai acabar o aborto clandestino nem nada que se pareça. Por outro lado, pergunto: É justo que sejamos todos nós a pagar uma decisão de tirar a vida a um ser humano? Qual ou quais as razões que podem levar a que os abortos sejam feitos gratuitamente nos hospitais públicos? E os restantes doentes que, como eu que sou diabético, têm que pagar os seus medicamentos para poderem sobreviver, como se hão-de eles sentir? Ao que se saiba, felizmente, a gravidez não é uma doença, então terá que se perguntar se será justo o aborto poder ser feito gratuitamente nos hospitais. E ainda mais: será justo alguém que pretende abortar ser atendido prioritariamente nos hospitais, passando á frente de doentes que estão há anos em listas de espera para serem tratados ou que aguardam anos por uma operação? NÃO.
Eu bem sei que nenhuma mulher faz um aborto por prazer, mas o certo é que hoje, infelizmente, patrocinou-se a morte.

António Manuel Cortes
De Anónimo a 12 de Fevereiro de 2007 às 00:01
Uma mulher que vai abortar num hospital não vai passar a frente de ninguém com cirurgias marcadas ou em lista de espera! Este tipo de intervenções vai ser feita em ambulatório e não vão tirar camas de hospital ou salas de cirurgia a pessoas que tenham de ser operadas!
De anónimo a 12 de Fevereiro de 2007 às 01:53
ao menos isso se não as listas de espera aumentavam para 30 anos.
De Um_Homem_das_Cidades a 11 de Fevereiro de 2007 às 23:45
Parece que a padralhada está a perder o controlo do rebanho...
De Paulo Hinga a 12 de Fevereiro de 2007 às 12:10
Finalmente alguém disse a verdade, a igreja perdeu completamente as estribeiras e põe-se a disparar em todas as direcções, eles não conseguiram os seus intentos apesar de ameaçarem tudo e todos, hoje demos um pequeno passo em frente
De Arild Warud a 11 de Fevereiro de 2007 às 23:50
Daquele commentario só merece um aviso, pensa bem antes de chamar os outros estupidos.
Não es a tua vida, não es ou vai ser o teu corpo e finalmente: Se v~ce não gosta de fazer parte de uma democracia, muda-se.
De cneves a 11 de Fevereiro de 2007 às 23:51
Oh Paulo Domingos,
Eu acrescento uma outra opção à de poder emigrar:
Homem, reivindique o direito à eutanásia!
Eu continuo a gostar de ser Português ( mesmo vivendo num país em que há pessoas como você...)
Celestino Neves
De Mestrinho a 12 de Fevereiro de 2007 às 00:15
Olá, sejo eu bem aparecido. Permita-me que deixe a minha opinião, porque para mim o tema por vezes vai para além da forte questão de ser um ser vivo. Eu posso ser um pouco conservador nesse termo mas acho que muita gente se esquece facilmente na responsabilização do casal, e não só a mulher por que ambos são responsáveis pelos seus actos (excepto os menores de 18). Ou seja o que vejo mal é todos falarem da mulher já na situação em que quer ou precisa de abortar e esquecem-se rapidamente que os actos tem consequencias. De facto temos de pensar no que se entá a passar no mundo, com as questões de sobrepopulação que não para de crescer, as causas que disso advem, poluição, efeito estufa, falta de alimento para a população mundial. Ou seja, ordinariamente, toda gente só pensa em dar o pirafo, eu confesso tb que por mais que dê, não consigo deixar de pensar em mais, mas acho que é uma questão de principios, com as doenças que por aí andam, para a quantidade significativa de anti contraceptivos funcionais que existem no mercado, por vezes temos de por a mão na conciência e perceber que há riscos que devemos sériamente evitar, tal como correr o risco de engravidar uma Mulher com uma indesejada e por vezes em situações precárias....

É certo afirmar que a Mulher para dar a Luz tem de estar preparada para aceitar um filho e toda a responsabilidade que daí advem. Assim sendo existem ocasiões em que a mulher pode não estar preparada tal como menores (por imaturidade sexual), ect etc...

O povo empurra as culpas ao estado por causa de politicas e leis, o estado só mete os pés pelas mãos e a questão, minha amiga, está na profunda e mais simples das morais e eu fico com uma pergunta "É necessário deixar a situção chegar a este ponto?".
Para nos defrontar com este paradigma se é vida até aos 10 meses ou não? Acho um pouco ridiculo esse debate porque foge um pouco a realidade e ao verdadeiro cerne da questão, fala-se de tudo, fala-se de nada.

Eu defendo a vida seja ela embrionária, celular, seja simplesmente fusão da vida e a responsabilização de cada individuo.... Fala-se muito de desinformação, e por vezes vejo é muita gente bem informada, mas completamente despreocupada assim não dá. De que serve a Lei se numa questão cultural de ética e a opinião publica não coerentes. Há uma significativa divisão de opiniões que dão forma e este espetáculos dos partidos politicos chegando-se à frente para dar o seu arzinho de ganhar mais votos,

Todo mundo já viu que as politicas não resolvem com sucesso questões humanitárias tal como essa, ou podemos falar no controle da poluição, um controle mais eficaz dos incendios nas florestas (foi preciso esperar muitos anos para alguma coisa ser pensada em fazer). Ou seja isso de politicices é tudo uma grande tanga.

As pessoas julgam tem voz mas no fundo são levadas por falácias.

Falei e disse.
De Marcos a 12 de Fevereiro de 2007 às 00:57
Oh meu amigo!!
Você tem bom remédio!

EMIGRE!
De anii a 12 de Fevereiro de 2007 às 01:08
parabéns aos portugueses já conseguiram mais um método contraceptivo, para a coleção dos muitos que já existem, mas este pelos vistos é melhor pois não se paga pois é á custa de todos os contribuintes destes país em que o lema é matar as crianças porque não fazem falta pois nelas não está o futuro desta treta, e conservar os idosos porque eles são o nosso futuro
De Anónimo a 12 de Fevereiro de 2007 às 01:11
Á custa de ilhares de ontribuintes são aqueles que ie á usta de subsidios .
De ultrasilent a 12 de Fevereiro de 2007 às 10:46
Portanto vamos matar os idosos e acabar com o aborto? Que coisa. Conformem-se. E se têm vergonha de serem portugueses que tenham. Nasceram aqui. Se fossem alemães, françeses, ingleses, holandeses etc. nem se colocava a questão. São países mais civilizados há mais tempo...
De jm a 12 de Fevereiro de 2007 às 01:10
Sr Paulo Domingos....Já reparou que o Senhor é que votou na ignorancia???????????Alem do mais banana é a puta da tua mãe.
jm
De anii a 12 de Fevereiro de 2007 às 01:40
mais banana é a quem serve a carapuça
De Celestino Neves a 12 de Fevereiro de 2007 às 08:57
Você é o espelho da maioria dos apoiantes do sim.
De cneves a 12 de Fevereiro de 2007 às 22:56
este provocador que assinou como Celestino Neves, nem uma ameba consegue imitar!
(Agora sim) Celestino Neves
De ag a 12 de Fevereiro de 2007 às 01:48
pelo que me dá a entender você é das pessoas que pensam que os criminosos devem andar soltos e os inocentes devem ser condenados, não se preocupe o seu maior sonho já se tornou realidade. IGNORANTE A SUA MÃE REALMENTE FEZ UMA PÉSSIMA OPÇÃO QUANDO SOUBE QUE ESTAVA GRÁVIDA DE SI, TEVE AZAR A SENHORA O ABORTO AINDA NÃO ERA LEGAL
De Joana a 12 de Fevereiro de 2007 às 04:10
Se o aborto fosse livre quando nasceu provavelmente nao estava agora ai a dizer disparates. Eu sei que é até as dez semanas mas no seu caso permitia ate aos 50 anos. Nunca é tarde demais.

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