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Segunda-feira, 12 de Fevereiro de 2007

O dia 11

Mais uma vez o dia 11 fica marcado na história trágica da humanidade.
Depois do 11 de Setembro em Nova York e do 11 de Novembro em Espanha só mesmo o 11 de Fevereiro em Portugal.
E esta decisão vai matar mais pessoas que nos outros dois grandes atentados mundiais.
Com o nosso país o Bin Laden não precisa de se preocupar, nós já sabemos nos auto-destruir.
Parabéns Portugal entrámos novamente para a história, sempre pelos maus motivos como tem sido apanágio do nosso país.
Mais uma vez não vai ser respeitada a vontade da maioria dos portugueses, mas sim a vontade de uma minoria, assim vai a democracia em Portugal.

Luís Vasco
publicado por comunidade às 09:11

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26 comentários:
De Peter Pan a 12 de Fevereiro de 2007 às 10:04
Não vai ser respeitada a maioria dos portuguêses!? Não me diga agora que os abstencionistas eram partidários do Não? E por favor não fale em democracia porque os partidários do Não têm a mesma posição que o Salazar tinha sobre o assunto. Realmente vocês só são democratas quando ganham os vossos partidos e os vossos pontos de vista, mas quando são os que têm opinião contrária, Portugal já não é uma democracia.
Eu pensava que este tipo de traumas após 33 anos de democracia já tinham passado em algumas franjas da sociedade portuguesa, mas pelos vistos não, enganei-me.
De juveleo4ever a 12 de Fevereiro de 2007 às 11:19
Peço desculpa pela insistência, se a maioria dos portugueses não foi votar (56,39%) logo o sim nunca pode ser a opinião da maioria dos portugueses.
Dá para entender ? este referendo não tem qualquer valor juridico, apenas politico.
Se a intenção era alterar a lei independentemente do resultado do referendo tinha-se poupado dinheiro e tinham alterado logo, mesmo não sendo a vontade da maioria.
De Nuno Carvalho a 12 de Fevereiro de 2007 às 11:26
A maioria dos portugueses, que se interessa pelo assunto votou sim.
Para aqueles que não foram votar, o tiveram opinião porque não quiseram. Não lhes interessa. Por isso não têm opinião. Se diz que o sim é uma minoria, devo lhe dizer que os do não são mais minoria que o sim,
De Anónimo a 12 de Fevereiro de 2007 às 11:41
Foi isso que aconteceu no referendo de 1998, quando o não venceu... também houve um grande número de abstenção e não foi vinculativo... e por isso foi respeitado??? Não, porque só interessava o sim a qualquer custo, como o que aconteceu agora...
Será que daqui a 8 anos vamos ter novo referendo.. claro que não... pois os que votaram não são uma pedra no sapato da tal civilização facilitista e irresponsável!
Talvez por isso mesmo tenha havido tanta abstenção, porque se o não ganhasse outra vez teríamos referendos cada vez que o PS estivesse no governo... e tanto disperdício de dinheiro para aplicar em manobras de diversão e fantochadas...
De ultrasilent a 12 de Fevereiro de 2007 às 11:50
antes facilista e irresponsável do que mentecapto...
De Anónimo a 12 de Fevereiro de 2007 às 12:05
Os apoiantes do SIM, mesmo quando ganham, não conseguem viver sem ofender e atirar pedras àqueles que pensam de forma diferente e dão a sua opinião... é triste que a ignorância chegue a esse ponto... e seja preciso chamar nomes aos outros para se sentirem realizados!
De Nuno Carvalho a 12 de Fevereiro de 2007 às 12:41
Em 98 o resultados foram respeitasdos.
Pois votar não é dizer que fica tudo na mesma.
E foi isso que aconteceu
De Anónimo a 12 de Fevereiro de 2007 às 16:42
Não, não foi tudo ficar na mesma, pois foram criadas inúmeras instituições de apoio à gravida! Instituições essas que permitiram que muitos abortos não fossem feitos!
A ajuda de berço é uma dessas instituições e cerca de 60% das mães que não queriam os seus filhos, passados alguns meses voltaram e foram buscá-los para fazerem parte das suas famílias... se os tivessem abortado não poderiam após o arrependimento voltar atrás!
E mais, muitas dessas instituições sobrevivem com o apoio dos particulares que se preocupam com a vida e não tem apoio do estado!
Agora imagina se o estado criasse instituições dessa natureza quando o não ganhou... tudo teria mudado e seria muito diferente... só que ao estado isso não lhe convém, é preferível fazer uma política de morte, pois uma criança custa mais é uma despesa para muitos anos...
Já agora, se o sim não tivesse ganho, como é que o governo descalçaria a bota da clínica espanhola que fica pronta em Março para fazer abortos? Dá que pensar... afinal os carros andavam à frente dos bois!
De Celestino Neves a 13 de Fevereiro de 2007 às 08:37
Está enganado Sr. Nuno Carvalho, em 1998 tal como agora o referendo não foi vinculativo por isso não tem valor, como tal a lei permanece como está. Só agora esse principio não foi respeitado.
Saudações.
De ultrasilent a 12 de Fevereiro de 2007 às 11:28
Então e quando há eleições legislativas? Têm um valor politico. Um referendo é um acto politico. Se fosse juridico nao podiamos nem devíamos votar todos...
De cneves a 12 de Fevereiro de 2007 às 11:41
Essa agora!
Então os 56% de agora, tiram "legitimidade" à vitória do SIM...
E os 68% de 1998...porque é que não produziram o mesmo efeito na vitória do NÃO?
Sim, porque um dos argumentos do NÃO neste Referendo, era o de que "não havia necessidade" de mexer na Lei, mas sim "ajudar" as mulheres não as condenando mas obrigando-as a prestar serviço à Comunidade em vez da prisão!
Pensei que você se tivesse remetido a um silêncio contido e púdico, depois das intervenções que fez neste espaço antes do Referendo...Enganei-me
Celestino Neves
De luis v a 13 de Fevereiro de 2007 às 08:43
Não por muito que tentassem vocês não conseguem fazer calar ninguém e ao que parece o engano também é seu apanágio, por isso votou sim.
Em 1998 o referendo não foi vinculativo por isso a lei permaneceu como estava, porque é que não foi feito o mesmo desta vez ???
Todos sabemos que o Sócrates aprovaria a lei mesmo que o não tivesse ganho.
Politica é assim.
De Peter Pan a 12 de Fevereiro de 2007 às 18:48
Isso é tudo muito giro mas a abstenção há 8 anos quando o Não ganhou ainda foi mais elevada e a situação manteve-se, e agora que o Sim ganhou não querem alterar? Aí está o vosso espírito democrático mais uma vez a vir ao de cima.
De ultrasilent a 12 de Fevereiro de 2007 às 10:24
Muito bem. Mais um aborto contra o aborto. Mas faz algum sentido o que este senhor aqui escreveu? É um insulto aos Espanhóis, aos Americanos e a todas as vitimas e familiares de vitimas desses atentados...
De ultrasilent a 12 de Fevereiro de 2007 às 10:26
Peço desculpa. Contra a despenalização do aborto. A retórica dos partidários do NÃO às vezes contagia.
De Nuno Carvalho a 12 de Fevereiro de 2007 às 11:31
Tenha juízo. Se uma pessoa de Nova Iorque ou de Madrid. O ouve dizer isso, é capaz de lhe bater.
Compara o referendo, com os ataques terrorista?????
Tenha juízo. Foi dos maiores disparates que já ouvi.
De Carla Duarte a 12 de Fevereiro de 2007 às 11:52
Ahahaha..... realmente só se lêem barbaridades por aqui...
Ao menos que haja seriedade e respeito pelas vítimas de ataques terroristas.

Sr. Luís Afonso, depois do 11 de Setembro, veio com certeza o 11 de Outubro e o 11 de Novembro... acontece que o que se passou em Espanha, foi em Março....

às vezes fazia-se melhor proveito se nem sequer opinasse... Quando não se arranjam mais argumentos, vão-se buscar inúmeras histórias, não é? Ao menos que se peguem nos factos reais e não se ponha a inventar!!!

Cumprimentos,
Carla
De cneves a 12 de Fevereiro de 2007 às 11:54
Luis Vasco,
Eu sei que os políticos costumam usar uma linguagem de "conveniência" quando abordam esta questão da abstenção...
Como não sou político e NÃO PRECISO de ganhar os abstencionistas para nenhuma causa própria, digo-lhe que me estou borrifando para eles!
Esta Luta pelos vistos não lhes dizia nada e não me merecem por isso qualquer respeito os seus argumentos tardios e justificativos da sua IRRESPONSABILIDADE!
Além do mais, alerto-o para um "pequeno" pormenor relativo aos números da abstenção:
Se os Cadernos Eleitorais fossem limpos de uma série de cidadãos eleitores-fantasma (entre 5 e 7%)
provavelmente o Referendo até seria vinculativo!
Deixo sem comentário, as suas comparações DEMENTES do dia 11 de Fevereiro, com os trágicos 11 de Setembro e 11 de Novembro!
Só uma mente perturbada seria capaz de fazer tal comparação!
Celestino Neves
De Anónimo a 12 de Fevereiro de 2007 às 12:22
Epá, o 25 de Abril foi há quase 33 anos e é incrível como este pessoal ainda vive na Era de Salazar.
Esta ''teoria'' de que a abstenção era pelo Não é hilariante!! Alguém que se abstem é porque não quer decidir, logo não é Sim, nem Não, nem Porra nenhuma. Portanto conta quem levantou o cu da cama e foi votar debaixo de chuva e de quem votou ganhou o SIM, até que enfim. Aceitem os resultados com espirito democratico da mesma forma que eu tive que os aceitar à 8 anos atrás. A maioria decidiu, é assim a democracia.
Quanto à palhaçada de comparar o 11 de Fevereiro ao 11 de setembro isso nem merece comentário. Só pode vir duma cabecinha muitooooooooo pertubada. Aconselha-se acompanhamento psicologico rapidamente!
De Pedro a 12 de Fevereiro de 2007 às 12:35
Vamos deixar tudo como está...os Espanhóis colocam um serviço de autocarros Expresso, incluem no preço da IVG a viagem, e assim meia dúzia já fica contente de viver num país que é exemplo.
Eu gosto muito mais de abrir o jornal e ler que alguém afogou um recém nascido num ribeiro, que o pai o espancou até à morte, que alguém abandonou uma criança num caixote de lixo e a mesma foi encontrada morta...isso é que é giro, dá mesmo gozo ler essas notícias.
Ou então vamos ser pioneiros...cada mulher que fizer um aborto, é transferida para o Iraque e enforcada...depois vemos os vídeos no YouTube.
Só boas ideias, não é?
Até dói ter de viver num país de atrasados mentais.
De Anónimo a 12 de Fevereiro de 2007 às 12:43
Ainda bem que falas por ti... deves fazer parte desse grupo de pessoas...os atrasados mentais que não foram abortados em tempo útil....
De Carla Duarte a 12 de Fevereiro de 2007 às 17:41
Depende da perspectiva Anónimo, você nem nome tem.... era mais fácil ter sido abortado.... Perdia-se menos :P.
De Raquel a 12 de Fevereiro de 2007 às 16:50
Realmente lêm-se barbaridades aqui... então esta da minoria dos portugueses... os que se estiveram nas tintas e não quiseram apanhar chuva para ir votar agora estão muito incomodados?! 33 anos de democracia ainda não chegaram para tirar este país da escuridão!! Votei sim e votaria sempre porque sou mulher e acredito no bom senso e na livre escolha das mulheres e nem admito que existam pessoa que achem que por se despenalizar as mulheres vão abortar mais!!!! Isso é um insulto!!!Já agora tenha vergonha quando fala dos atentados e do terrorismo, as vítimas e os seus familiares não merecem tamanho insulto. E se despenalizar é matar pessoas, então meu senhor, não percebeu nada do que se passou ontem em Portugal!!!
De Eu... a 12 de Fevereiro de 2007 às 21:44
Portugal tem d ficar na Historia semptre pelas piores razoes.. este pequeno pais, consegue superar toda a estupidez da vida humana.. parabens, conseguiram vencer, va, podem começar a MATAR dentro de uns meses.. VIVA A MORTE DE INOCENTES, VIVA! e se apoiassem aquelas mulheres que querem engravidar e nao conseguem?! se calhar era melhor do que apoiar a morte..
De Eu... a 12 de Fevereiro de 2007 às 21:45
Portugal tem d ficar na Historia sempre pelas piores razoes.. este pequeno pais consegue superar toda a estupidez da vida humana.. parabens, conseguiram vencer, vá, podem começar a MATAR dentro de uns meses.. VIVA A MORTE DE INOCENTES, VIVA! e se apoiassem aquelas mulheres que querem engravidar e nao conseguem?! se calhar era melhor do que apoiar a morte..
De Anónimo a 13 de Fevereiro de 2007 às 00:26
Apoiar a morte!? Apoiar a morte apoiam vocês que sempre se tiveram borrifando para as mulheres que morreram por causa do aborto clandestino. No fundo o que vocês querem é que as famílias sejam numerosas como no tempo do Salazar que é para as crianças começarem a trabalhar logo cedo e a serem exploradas. Pois eu sei bem o que digo a minha bisavó teve 26 filhos 4 morreram á fome com menos de 3 meses. Aos outros que sobreviveram só havia uma alternativa fazer a instrução mínima 4ª classe e alguns nem isso e iam logo trabalhar. As meninas no campo e os rapazes no telhal porque como é lógico comida escasseava. A expressão do Soeiro Pereira Gomes na sua obra os "Esteiros" - " Aos filhos dos homens que nunca foram meninos" diz tudo e digo-lhe muitos que muitos desses filhos dos homens e personagens do livro eram alguns dos meus tios e infelizmente hoje só sobrevive 1 e que votou sim ontem, para que os meninos do amanhã não tenham que passar o que ele passou.Bem sei que os tempos de hoje são outros e que a pobreza hoje gera é a delinquência dos gangues e do tráfico e consumo de drogas. Ou então a entrega das crianças a instituições como a Casa Pia para os ricos e poderosos abusarem dos miúdos. Ou então a instituições ligadas á igreja onde os maltratos físicos e psicológicos são frequentes e que são benefeciadas pelos dinheiros que você e eu descontamos para a Segurança Social. Ou não se lembra dos caso da irmã (freira) que há pouco tempo foi apanhada a maltratar as crianças.O Sim ganhou e se você é democrata só tem é de aceitar como eu aceitei em 98.

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