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Segunda-feira, 12 de Fevereiro de 2007

Pseudo-católicos

Para que os pseudo-católicos que votaram «sim» se dêem conta do que fizeram:



«11. O primeiro direito de uma pessoa humana é a sua vida. Ela tem outros
bens e alguns deles são mais preciosos; mas este - da vida - é fundamental,
condição de todos os demais. Por isso, deve ele, mais do que qualquer outro,
ser protegido. Não compete à sociedade, nem compete à autoridade pública,
seja qual for a sua forma, reconhecer este direito a alguns somente e não a

outros: toda a discriminação aqui é iníqua, quer se fundamente na raça, quer
no sexo, quer na cor, quer, enfim, na religião. Não é o reconhecimento por
outrem que constitui este direito: ele precede tal reconhecimento; mais: ele
exige ser reconhecido e é estritamente injusto recusar reconhecê-lo.

12. Uma discriminação fundada sobre os diversos períodos da vida não será
pois mais justificável do que outra qualquer. O direito à vida permanece na
sua inteireza num velhinho, mesmo que este se ache muito debilitado;
permanece num doente incurável, este não o perdeu. Não é menos legítimo numa
criança que acaba de nascer do que num homem feito. Na realidade, o respeito
pela vida humana impõe-se desde o momento em que começou o processo da
geração. Desde quando o óvulo foi fecundado, encontra-se inaugurada uma
vida, que não é nem a do pai, nem a da mãe, mas a de um novo ser humano, que
se desenvolve por si mesmo. Ele não virá jamais a tornar-se humano, se o não
for desde logo.

13. A esta evidência de sempre (absolutamente independente das discussões
acerca do momento da animação),[19] a ciência genética moderna traz
preciosas confirmações. Ela demonstrou, com efeito, que desde o primeiro
instante se encontra traçado o programa daquilo que virá a ser este novo

vivente: um homem, este homem indivíduo com as suas notas características já
bem determinadas. A partir da fecundação, começou a aventura de uma vida
humana, na qual cada uma das suas capacidades requer tempo, mesmo um tempo
bastante longo, para eclodir e para se achar em condições de agir. O mínimo
que se pode dizer é que a ciência actual, no seu estado mais evoluído, não
dá apoio algum substancial aos defensores do aborto. De resto, não pertence
às ciências biológicas dar um juízo decisivo sobre questões propriamente
filosóficas e morais, como são a do momento em que se constitui a pessoa
humana e a da legitimidade do aborto. Ora, sob o ponto de vista moral, isto
é certo mesmo que porventura subsistisse uma dúvida concernente ao facto de
o fruto da concepção ser já uma pessoa humana: é objectivamente um pecado
grave ousar correr o risco de um homicídio. « É já um homem aquele que o
virá a ser » [20] .»



Igreja Católica, Congregação para a Doutrina da Fé, «Declaração sobre o
Aborto Provocado»
publicado por comunidade às 16:20

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38 comentários:
De cneves a 12 de Fevereiro de 2007 às 20:25
Apesar de ser um dos que apelida de (pseudo)Católicos, orgulho-me de ter feito parte dos milhares de Católicos que votaram SIM!
Quanto à sua aula de catequese requentada, já passou da hora...
Celestino Neves
De Anónimo a 12 de Fevereiro de 2007 às 23:17
Um verdadeiro crente sabe bem que os testemunhos de fé «não passam da hora« porque não têm hora marcada para acontecer e são transversais na história dos homens. Um verdadeiro católico esforça-se por ser fiel à sua fé nas palavras e nas obras. Por isso apelido de «pseudo-católicos» aqueles que dizem sê-lo apenas quando lhes convém, mas assumem uma atitude preponderante de condenação da Igreja de Cristo nas palavras (em debate) e nas obras (optando pelo voto que mais se opunha aos princípios fundamentais do catolicismo).
Obscurantismo é o vosso, pois até do catolicismo de muitos se servem para fazer crer que ele defende aquilo que nunca poderia defender, aproveitando-se da ignorância e da pouco fundamentada fé de muitos.
De Cesar Sousa a 13 de Fevereiro de 2007 às 00:00
Pois é agora já é tarde para reclamar Sr. anónimo. Sabe eu não sou Católico e fui o único neste Blog que criticou este "pseudo-católico" que se intitula de Terra-como-limite, por não defender a religião dele e pela sua falta de coerência. O que foi que o Sr. andou a fazer este tempo todo!

O Não perdeu por vários motivos, mas um deles foi por culpa da Igreja Católica que andou a dormir este tempo todo desde o último referendo.

Os radicais do "Sim" fizeram de tudo desde manifestarem-se nos tribunais, quiseram trazer uma clínica flutuante para cá e outras parvoíces. Eles andaram em campanha este tempo todo. O Não só fez campanha no último mês.

A Igreja Católica precisa de doutrinar mais os seus seguidores, tem que se deixar de rituais e tradições e efectivamente ensinar a doutrina aos seus membros. O ensino não é só para os miúdos da catequese!

É verdade que muito católico votou na ignorância e iludido pelos pretensos argumentos moralistas do "Sim" . Para combater essa ignorância era preciso ensinar as pessoas. E olhe que ensino não é meter panfletos de mau gosto nas mochilas das crianças. Agora que o "Sim" ganhou só resta ao "Não" retirar-se e analisar o que é que correu mal e corrigir.

Como o Referendo não foi vinculativo daqui a 10 anos podemos tentar outro Referendo!
De cneves a 13 de Fevereiro de 2007 às 15:11
César Sousa,
Vá chamar "pseudo" ao seu progenitor, OK?
Como lhe faltam argumentos, DESCE ao insulto para "consolidar" as suas opiniões...
Não o conheço de lado nenhum, nem você a mim, para opinar sobre o meu posicionamento religioso!
Contudo, se fizer questão, posso pô-lo em contacto com o Padre da minha Paróquia...
Passe bem!
Celestino Neves
De Cesar Sousa a 13 de Fevereiro de 2007 às 18:55
Que eu saiba Pseudo não é um insulto.

Quem está a ser insultuoso é o Sr. por invocar uma pessoa alheia a este debate e que infelizmente já não se encontra entre nós. Eu já sabia que o Sr. era de baixos princípios, pelo que esta atitude já não me surpreende.
De Carla Duarte a 14 de Fevereiro de 2007 às 11:13

E eu é que sou agressiva, não é???

Bem... a ver bem, antes agressiva que insolente e com a mania que posso insultar todos os que diferem da minha opinião...

É o que sempre digo... antes de falarmos, temos de olhar para o espelho.... aqui se vê o tipo de pessoa que V. Ex.a é, mas que não diz ser...
De Cesar Sousa a 14 de Fevereiro de 2007 às 20:01
Continuo sem entender qual é a agressividade de dizer que alguém é um pseudo-católico . O contrário é que não podia dizer, porque o Sr. Celestino só é católico de baptismo, mais nada. Só segue o que lhe convém.

A verdade custa a engolir a muita gente...

O mais curioso é que o o Sr. Celestino fez uma pseudo-poesia (lá estou eu com a palavra, gosto dela!) sobre a Verdade e tem um problema enorme a encarar as verdades que lhe são ditas

Eu digo o que tem de ser dito. Posso estar errado, naturalmente, faz parte da minha natureza humana.

Mas não insulto ninguém nem a sua família.
De cneves a 15 de Fevereiro de 2007 às 00:00
Cesar Sousa,
Irra que você é teimoso homem!
Um conselho: -Quando lhe "apetecer" pôr um "rótulo" em alguém, conte até 10, antes de fazer"ENTER" - é que às vezes uma segunda "leitura" pode fazer a diferença entre a sensatez e o disparate!
Volto a repetir-lhe que você não me conhece, não sabe se eu sou "apenas" católico de baptismo (até posso ser padre, ou mesmo ateu e ter estado a "mangar" com todos os participantes deste Blog) ou se isto, ou aquilo, ou aqueloutro...
Mas você não pode ser um pouco menos peremptório quando fala de quem não conhece?
Além do mais, você não para de se contradizer: 1) "...e tem um problema enorme a encarar as verdades que lhe são ditas."
2)"... Posso estar errado, naturalmente, faz parte da minha natureza humana."
Em que ficamos - "VERDADES" ou "ASNEIRAS"?
Por último, eu também não costumo insultar ninguém, mas às vezes, confesso, reajo mal ao disparate - sobretudo quando através do mesmo, se tenta ridicularizar ou diminuir o meu posicionamento relativamente a valores que prezo!
Até Cristo perdeu a cabeça quando zurziu com um pau os vendilhões do Templo!
Permita-me que utilize uma frase sua de há tempos atrás: "quer que lhe faça um desenho" ou fui suficientemente claro?
Celestino Neves
De Cesar Sousa a 15 de Fevereiro de 2007 às 14:01
Caro Celestino

O Sr. agora anda com a moda dos "rótulos", já o vi a utilizar esse argumento noutro post seu.

Olhe que o rótulo não fui eu que o coloquei, foi o Sr. ao escrever os seus posts . Quando eu digo que o Sr. é um pseudo-católico só estou a constatar um facto tendo em conta o que o Sr. escreve. Usando a mesma linha de pensamento, eu não estou a colocar-lhe o rótulo eu simplesmente estou a LER O RÓTULO que o Sr. já tem colocado.

O Sr. escreve que é a favor do aborto e ao mesmo tempo diz que é católico praticante. O Sr. tem que entender que essas duas posições são incompatíveis . Só um pseudo-católico é que pode ter as duas posições ao mesmo tempo.

Eu dou-lhe razão num ponto, eu não o conheço, o Sr. até pode ter uma bondade semelhante à da Madre Teresa de Calcutá, mas isso não apaga o que o Sr. tem andado a escrever. O aborto vai contra princípios fundamentais da Igreja Católica.

Sabe se o consola saber isso eu confesso que as minhas críticas ao Sr. não são simplesmente à sua pessoa mas sim a todos os pseudo-católicos que no passado dia 11 votaram no "Sim" e que tal como o Sr. não são coerentes nas suas convicções. Porém acredito que muito católico votou iludido pelos argumentos pseudo-moralistas do "Sim". Não me parece que seja esse o seu caso!

Resumindo e concluindo o Sr. tem o mérito de dar a cara e de ter mostrado ao mundo a sua incoerência e por isso é que tem sido criticado a torto e a direito, porém há muito Católico que também precisava de umas boas repreensões.
De cneves a 13 de Fevereiro de 2007 às 19:31
César Sousa,
Só tenho que retirar a alusão infeliz ao seu progenitor pela qual me penitencio...
Quanto ao termo "pseudo" ser ou não insulto, é-o DE FACTO, pela simples circunstância de eu ser Católico, por isso, use-o com quem quizer, menos comigo! É que não sou de dar a "outra face..." nem lhe dou o direito de avaliar os meus princípios!
Passe bem!
Celestino Neves
De Anónimo a 13 de Fevereiro de 2007 às 21:38
O que andei a fazer? A participar activamente neste blogue, ininterruptamente, desde Outubro de 2006. A mim ninguém poderá acusar de nada ter feito em termos de argumentação pelo «não»...
De Anónimo a 12 de Fevereiro de 2007 às 23:45
Se a parvoíce pagasse imposto estava a comunidade toda carimbada, mais a Igreja Católica, Congregação para a Doutrina da Fé.

Eheheheh !!!!!!!!!1
De Um_Homem_das_Cidades a 12 de Fevereiro de 2007 às 23:45
Artigo 66º do actual Código Civil Português, aprovado em 25 de Novembro de 1966 e assinado por Américo Deus Rodrigues Thomaz e António de Oliveira Salazar:
nº1: «A personalidade (jurídica) adquire-se no momento do nascimento completo e com vida».
nº2: «Os direitos que a lei reconhece aos nascituros dependem do seu nascimento».

Catecismo da Igreja Católica aprovado por João Paulo II em 11 de Outubro de 1992:
«Preservar o bem comum da sociedade pode exigir que se coloque o agressor em estado de não poder fazer mal. A este título, reconheceu-se aos detentores da autoridade pública o direito e a obrigação de castigar com penas proporcionadas à gravidade do delito, incluindo a pena de morte...»
De Anónimo a 12 de Fevereiro de 2007 às 23:50
O catecismo não deve defender a pena de morte !

Tem de defender a Vida !

Eheheheh !

Aqueles tótós da má-Vida !!!!
De Anónimo a 13 de Fevereiro de 2007 às 21:41
O catecismo defende a vida, sim senhor! Não falem do que não conhecem e aprendam a ler os documentos que citam, porque o fazem aos bocados e fora de contexto, procurando manipular de má fé quem vos lê!
De Anónimo a 14 de Fevereiro de 2007 às 01:09
Cala-te lá, tótó !

Ocatecismo defende a pena de morte, como podes ler, tótó !

Só lês o que te convém? O restante é inconveniente e fazes de conta que não está lá, tótó ?

Aparece cada um !

Agora uma Sociedade também tem de se reger pelo catecismo? Grande tótó !!!!
De Anónimo a 15 de Fevereiro de 2007 às 09:39
Tótó é você, porque é você quem não transcreve o texto como deve, tirando partes descontextualizadas para fazer prevalecer a sua ideia absurda de que a igreja defende a pena de morte. Quem quer que leia essa citação EM TODO O SEU CONTEXTO (cerca de três parágrafos) percebe claramente que o a Igreja só admite a pena de morte em caso de legítima defesa, tal como qualquer Lei de qualquer Estado civilizado. Tudo o resto é pura MENTIRA facciosa!!
Vocé não é obrigado a seguir nenhum catecismo, mas tem o dever de honestidade de não pôr no Catecismo da Igreja Católica o que ele não diz nem nunca poderia dizer. Nao fui eu que só li o que me convinha. Sou redactora há mais de 20 anos e sei ler português.
De Anónimo a 15 de Fevereiro de 2007 às 13:34
Tótóóóó !!!

Tu própria dizes que a Igreja Católica admite a pena de morte !!!

Escreveste: «a Igreja só admite a pena de morte em caso de legítima defesa, tal como qualquer Lei de qualquer Estado civilizado.»

Tótóóóó, Portugal é um país incivilizado ? Portugal proibiu a pena de morte há mais de 100 anos !!!

Tótóóóó, existem já muitos países no Mundo onde está proibida a pena de morte ! São países incivilizados ?

Tótóóóó, o Vaticano defende a pena de morte !!! É contra a Vida nestes casos ?

Tótóóóó, o Vaticano não é civilizado, é uma ditadura dos sainhas padrecos ! Lá não há democracia, não têm eleições e andam os tótóóóós, de joelhos e a beijar-lhes o anel de diamantes |

Tótóóóó, as mulheres para a Igreja Católica servem para fazer a limpeza das Igrejas, pagarem-lhes as contas e difundirem as ideias tótóóóós deles!

Tótóóóó, só não percebe quem tem a cabeça feita pelos sainhas !!!

Tome um copo de água, pois a verdade custa a engolir !!!
De Anónimo a 15 de Fevereiro de 2007 às 14:04
Reafirmo que a pena de morte no sentido de legítima defesa é apresentada como legítima por qualquer Estado civilizado. A Igreja e os Estados «admitem», como disse e repito, a existência da pena de morte em APENAS em caso de legítima defesa e a Igreja até se dá ao trabalho de dizer que, actualmente, já são muito raros os casos em que se verifique essa situação; mas isso é que o Sr. não transcreve... No caso de ter uma arma e alguém o atacar com outra, não se defende, mesmo podendo causar-lhe a morte?
Tudo quanto diz é uma deturpação ilícita do que procurei explicar. Continua a ser faccioso e arrogante, o que não abona nada em seu favor.
De Anónimo a 15 de Fevereiro de 2007 às 14:15
E acrescento que ADMITIR a existência de uma coisa não é DEFENDER essa coisa. Foi precisamente isso o que distinguiu os defensores do «sim» e do «não» ao aborto neste referendo.
De Anónimo a 15 de Fevereiro de 2007 às 18:17
Outra vez errado.

Portugal proibe a pena de morte. Por LEI !

Muitos países europeus proibem a pena de morte por LEI !

O Vaticano aceita-a ! ASNEIRA DIVINAL !

O que ME quererá dizer é que um país tem o direito de se defender da agressão de outro país, defender-se duma guerra invasora de outro país ! Aí é reconhecido internacionalmente esse direito ao país invadido.

Mas quando falamos da pena de morte estamos a falar da sua aplicação pelo Estado contra determinado cidadão, considerado criminoso.É aqui que Portugal e Vaticano divergem. Portugal manda prender até 25 anos e o Vaticano mandará matá-lo. E onde está o respeito pela Vida apregoado ?

Se ainda NÃO tiver entendido diga-me, SIM ?
De Anónimo a 15 de Fevereiro de 2007 às 21:39
O pior cego é aquele que não quer ver. Não me vou repetir, porque já lhe expliquei suficientemente o meu ponto de vista. Repito apenas uma coisa: leia TODO o texto do catecismo respeitante à pena de morte ou o da encíclica Evangelium Vitae (toda ela dedicada à defesa e protecção da vida humana) e verá que é completamente infundada a ideia de que a Igreja DEFENDE ou ACONSELHA a pena de morte. E dou este assunto por encerrado, porque prefiro gastar o meu «latim» com quem tenha olhos para ler...
De Anónimo a 16 de Fevereiro de 2007 às 13:56
Tótóóóó!

Leia você o catecismo, pois eu não preciso.

Não, obrigado!

Leia o seguinte, do catecismo:

«Catecismo da Igreja Católica aprovado por João Paulo II em 11 de Outubro de 1992:
«Preservar o bem comum da sociedade pode exigir que se coloque o agressor em estado de não poder fazer mal. A este título, reconheceu-se aos detentores da autoridade pública o direito e a obrigação de castigar com penas proporcionadas à gravidade do delito, incluindo a pena de morte...»

Adeus, tenho mais que fazer !


De Biblia? a 13 de Fevereiro de 2007 às 12:11
"A Canaanite woman from that vicinity came to him, crying out, 'Lord, Son of David, have mercy on me! My daughter is suffering terribly from demon-possession. Jesus did not answer a word. So his disciples came to him and urged him, 'Send her away, for she keeps crying out after us.' He [Jesus] answered, 'I was sent only to the lost sheep of Israel.' The woman came and knelt before him. 'Lord, help me!' she said. He [Jesus] replied 'It is not right to take the children's bread and toss it to their dogs.' 'Yes, Lord' she said, 'but even the dogs eat the crumbs that fall from their masters' table.' Then Jesus answered, 'Woman, you have great faith! Your request is granted.' And her daughter was healed from that very hour. ( Matthew 15:22-28)"

Este Jesus não era grande coisa pois não? Em relação à criancinha. Ela a sofrer e Cristo responde: "Só fui enviado para as ovelhas perdidas de Israel" e só a ajuda depois de ela ter que implorar...
De para analistas da biblia de meia tijela a 13 de Fevereiro de 2007 às 13:56
Há aquele velho ditado: "Quem te manda a ti sapateiro tocar rabecão". O seu comentário é tipico de quem é ignorante em matéria de religião.

Nem vale a pena responder.
De Biblia? a 13 de Fevereiro de 2007 às 15:16
Completamente ignorante não serei...
Mas numa coisa sou ignorante: Sou incapaz de acreditar cegamente em tudo o que venha escrito num livro...
De para analistas da biblia de meia tijela a 13 de Fevereiro de 2007 às 19:54
É curioso que o livro que ando a ler tem como título: "Os monges que traíram Jesus - A história dos copistas que adulteraram a Bíblia". Será que acredito tão cegamente na Bíblia. Não me parece!

Deixe-se de generalizações baratas e de chavões usados. Eu respeito tanto um ateu como um religioso convicto. Existe sabedoria e boas pessoas em cada um desses grupos.
De Ana a 13 de Fevereiro de 2007 às 17:08
Nenhum católico acredita cegamente no que "vem num livro"
O que um católico acredita é nos ensinamentos que se tiram de vários livros que estão na Bíblia.
Os ensinamentos que lá estão descritos, e que acreditamos que foram escritos por inspiração divina, estão reportados à época que se vivia, e têm a ver com o que se queria explicar na altura.
Daí existirem várias passagens que, se as lermos à luz do mundo actual nos parecem fora do contexto, mas que para os Cristãos daquele tempo tinham toda a lógica.
De ultrasilent a 13 de Fevereiro de 2007 às 18:34
Exactamente. Tem toda a razão. Aliás, por isso mesmo é que é absolutamente descabido usar a Biblia em discussões sobre o aborto e dizer que um -2verdadeiro" católico só pode ser contra a despenalização...
De Um_Homem_das_Cidades a 13 de Fevereiro de 2007 às 19:48
«acreditamos que foram escritos por inspiração divina», pois aqui é q a porca torce o rabo! Pq raio hão-se acreditar q aquele conjunto de baboseiras foi inscrito por inspiração divina?? Só pq é antigo? Se alguém escrevesse aquilo agora diriam logo q estava sob inspiração do alcool! Eu sem inspiração divina nenhuma garanto-vos q escrevia uma coisa bem melhor!
De Para nalistas da Bíblia de meia-tijela a 13 de Fevereiro de 2007 às 21:23
Entendo pelas suas palavras, isto é, "escrevia coisa melhor" é porque já o leu todo! Já leu a bíblia toda?! OU SERÁ QUE NÃO !!!!! Pelo seu comentário parece que se pode juntar ao grupo dos ignorantes sobre religião.

Olhe, eu quando não percebo sobre uma matéria eu evito falar dela. É que falar sobre o que não se entende sai asneira. No seu caso a asneira foi da grossa.

Antes de comentar estude um pouco, actualize-se e só depois é que fale. Não pense que eu estou a querer cala-lo. O Sr. . tem todo o direito de dizer o que quiser. Eu só estou a aconselha-lo a evitar fazer figuras tristes.

Para o Sr. ficar mais instruído vou-lhe dar uma citação:

"Ora o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entende-las, porque elas se discernem espiritualmente."

Quem escreveu isto estava mesmo sob inspiração divina, porque as palavras parecem terem sido dirigidas mesmo para si.

Está a ver porque é que é ignorante espiritualmente, porque o Sr. acha-se mais inteligente que as pessoas religiosas, o Sr. acha que os religiosos são tolos. Enquanto pensar assim e continuar com essa intolerância exacerbada vai ser sempre um grande ignorante.
De Nuno Carvalho a 14 de Fevereiro de 2007 às 11:32
Meu amigo, eu conheço e estudei a bíblia.
Para sua informação, a igreja católica, não a segue a bíblia, têm nos seus dogmas, muita coisa, de paganismo.
E acredita e defende posições, não referidas na bíblia.
Só para dar um exemplo: Sexo, para prazer. A bíblia diz que é errado a fornicação, e o adultério. Mas onde está escrito que o sexo apenas serve para procriar.
Onde diz na bíblia que os padres não se podem casar?
Onde vem na bíblia a santíssima trindade?
Onde vem na bíblia, a adoração a virgem Maria. E já agora virgem? Segundo a bíblia quando tive Jesus sim. Mas depois a bíblia menciona que Jesus, teve irmãos, e não só os de crença.
Podia lhe dar uma lista indeterminável.
Pelos vistos o senhor também não percebe assim tanto de bíblia. Se calhar se percebesse não era católico.
De Para analistas da Bíblia de meia-tijela a 14 de Fevereiro de 2007 às 20:04
Sr. Nuno

O seu comentário cai completamente por terra porque eu não sou católico. Esta Falhou tente outra.
De Nuno Carvalho a 15 de Fevereiro de 2007 às 10:17
Desculpe, não percebi a sua posição.
Também não sou católico.
Tomei-o por um dos beatos, que se escudam, por trás da religião católica, que se julgam, muito conhecedores, mas não percebem nada.
Mais uma vez as minha desculpas.
De Um_Homem_das_Cidades a 14 de Fevereiro de 2007 às 18:50
Ao Sr. Dr. da Biblia devo dizer-lhe que vc tb está no seu direito de acreditar no q quiser. A lavagem ao cérebro q fazem às crianças deixa marcas. A mim tb me tentaram impingir essas lendas, mas se eu lhe disser q comprei 10 carapaus e depois os multipliquei por 100, vc n vai acreditar pois não? E q fiz um coxo correr os 100m em menos de 10s tb não pois não? Então pq é q há-de acreditar q esse tal Jesus da Nazaré não era um aldrabão?
Digo-lhe mais: Esse deus dos cristãos era um incompetente pq a maioria da população mundial n é cristã!
Eu sei q para si pode ser reconfortante pensar q há outra vida e q se n aceitar abortos nesta vai gozar à fartazana na outra, mas ainda n lhe ocorreu q são os homens q criam os deuses e n o contrário? Por isso é q cada povo tem o seu deus e por isso é q eles são todos muito fraquinhos...Até acho o dos cristãos o mais «cafeteira» de todos...
Abra-me esses olhos e leia algo de mais interessante!
De Para analistas da Biblia de meia-tijela a 14 de Fevereiro de 2007 às 21:30
E o Sr. a dar-lhe! Continua a considerar-se mais inteligente que os tolos dos crentes. E continua a fazer figuras tristes.

Não existem lavagens ao cérebro na religião. Como o Sr. sabe as lavagens ao cérebro são práticas de grupos radicais cujos propósitos normalmente são destrutivos e maléficos para a sociedade. Não me parece que uma boa religião (também existem más religiões) que ensine a amar a Deus e o próximo (princípio básico das religiões cristãs) seja uma lavagem ao cérebro.

Acontece muitas vezes que pessoas que tinham uma forma de viver e que ao abraçarem uma religião mudam radicalmente o seu comportamento. Quem tem um bom interior designa esta transformação como sendo uma conversão, quem tem mau ímpeto, isto é, quem quer criticar por criticar designa-a como sendo uma lavagem ao cérebro. Resumindo designar o esforço de uma religião para ensinar a sua doutrina à sua congregação não passa de uma generalização grosseira e insultuosa. Dentro dessa lógica (a da batata naturalmente) o sistema educacional do nosso país faz lavagens ao cérebro da população estudantil.

Quanto aos milagres já muito foi escrito e posso dizer-lhe que esses são perfeitamente explicáveis e justificáveis. Não me parece que aqui seja o lugar ideal para explicar-lhe isto. Para mais o Sr. pode pensar que estou a doutrina-lo e a fazer-lhe uma lavagem ao cérebro e temos que evitar isso, porque a sua massa cinzenta é capaz de não aguentar tamanha informação

Quem me parece precisar de abrir os olhinhos é o Sr. e acima de tudo precisa de ser mais tolerante e respeitador das ideias dos outros. Já dialoguei com ateus muito mais tolerantes.

Ser ateu é um direito assim como ter uma crença num Deus. Isso não lhe dá o direito de ofender pessoas que têm uma crença.
De Anónimo a 15 de Fevereiro de 2007 às 09:44
Foi você quem fechou os olhos às verdades da fé. Sabe que nem tudo neste mundo pode ser visto e palpado? Não, acredito que não saiba. É que as realidades espirituais só podem ser compreendidas por quem queira abrir os olhos e o coração à espiritualidade, coisa que você, Homem das Cidades, obviamente não quer...
Foi por isso mesmo que Cristo disse que os simples o compreendem melhor do que ninguém...
De Anónimo a 16 de Fevereiro de 2007 às 15:18
Você é muito ambicioso em querer ver e apalpar tudo ! Não queria mais nada ?

Contente-se com o que tem! Não queira o Céu!

Quando morrer vai para debaixo da terra como os outros! Não invente falsos testemunhos !

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