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Terça-feira, 6 de Fevereiro de 2007

PORQUE SOFREM AS CRIANÇAS... - Parte II

Além disso, devemos nos lembrar de que nada é inútil na economia divina, como tão bem percebeu, embora indiretamente, Lavoisier, quando disse que “nada se perde, nada se cria, tudo se transforma”.

Muitas dessas crianças são grandes espíritos que aceitam vir ao mundo em condições precárias e desumanas, a fim de despertar o entendimento de médicos, cientistas, políticos, filósofos e tantos outros seres humanos com poder de influência sobre a grande massa humana. Muitas delas nem sequer sofrem de verdade, pois sua compreensão está muito acima do bem e do mal que tanto insistimos em separar. Sua percepção da vida e do universo é tão elevada que seu corpo não sofre como imaginamos. Ainda que inconscientemente, elas vivem para uma outra realidade, ainda invisível para a maioria de nós.

Muitas dessas crianças sofrem voluntariamente, porque pediram esta condição antes de reencarnarem, na esperança de diminuírem o peso de erros cometidos no passado, os quais as impedem de continuarem se iluminando como espíritos.

Muitas delas escolhem, conscientemente, a dor, antes de renascerem, na intenção de aprenderem algo novo para o seu espírito, pretendendo enriquecer sua bagagem espiritual, para poderem aumentar a própria luz e, com isso, ascender mais um estágio no universo.

Muitas outras aceitam, voluntária e conscientemente, situações desse tipo, para colaborar na programação de outros espíritos a quem amam, os quais reencarnam como seus parentes mais próximos e precisam passar pela experiência de verem sofrer os seus filhos, netos, sobrinhos, etc.

E muitas ainda escolhem sofrer para pôr à prova algo que tenham aprendido no mundo espiritual, esperando poder provar a si mesmas e a Deus o quanto caminharam espiritualmente, o quanto se iluminaram e evoluíram como consciências.

Nada no universo é desperdiçado. Deus está atento a cada movimento, a cada necessidade. Nada lhe escapa. Tudo está sujeito ao seu comando amoroso que visa apenas a felicidade de todos e de cada um. Estamos todos sujeitos às suas leis justas e precisas que nos colocam onde e como precisamos no mundo. E todas as crianças, que nós também já fomos e ainda seremos muitas vezes, não passam de estágios preparatórios de espíritos que buscam o seu próprio crescimento.

Em cada criança funciona um laboratório espiritual de aclimatação e preparo, trabalhando pela perfeita adaptação da consciência à sua nova etapa de aprendizado. E nenhum detalhe é negligenciado. As leis divinas em tudo trabalham, minuciosamente, para que tudo esteja perfeitamente integrado para a nova experiência.

A inteligência divina a tudo administra e precisamos confiar, não com o conformismo que a tudo aceita, sem questionar, nem com o fatalismo que se entrega, sem lutar.

É preciso confiar, agindo. Onde houver uma criança sofrendo, devemos enxergar Deus nos perguntando como vemos a situação e o que estamos dispostos a fazer para mudá-la; o quanto confiamos nele e o que somos capazes de inventar para gerar alívio; o quanto o amamos naquela criança a ponto de aceitar a sua condição de coração aberto e mãos estendidas, prontas para agir.

Para que amanhã, quando os jornais nos trouxerem a notícia de mais crianças sofrendo, nós possamos vibrar por elas, não para que Deus as tire daquela situação ou para que os “culpados” paguem pelo seu “crime”, mas para que elas encontrem, em si mesmas, forças para suportar o que for necessário para o seu crescimento, alimentadas por energias de esperança e ânimo espiritual que lhes possam confortar a mente e o coração com novas luzes.


Fernanda Botelho
publicado por Equipa SAPO às 15:40

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