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Quarta-feira, 27 de Dezembro de 2006

Despenalizar ou abortar?

Não condeno as mulheres k fazem aborto, mas a falta de condições k lhes é
oferecida para ter os seus filhos, não é uma questão de opção fazer ou não
fazer aborto, é uma vida humana, que poucos defendem, pois é mais económico
e cómodo para todos, não é com esta lei que vão resolver o problema, nem em
Portugal nem em qualquer parte do mundo. Tudo está assente na melhor maneira
de resolver o problema e ao menor custo, para o estado e para a sociedade! É
de facto uma vergonha as mulheres serem presas, por vezes sem culpa ou outra
opção, mas ainda é mais vergonhoso deixar que seres humanos sejam mortos sem
defesa possivel!!! Como se explica que uma mulher faça abortos sucessivos e
sem explicação ou motivo aparente!, quantas mulheres são
acompanhadas/ajudadas pelo estado/sociedade perante esta situação! A vida é
para ser vivida, mal ou bem, ela nos é dada e retirada, mas nem todos tem o
direito à vida porque esta passou a ser legislada pelos homens e não pela
natureza.
José Pessegueiro



P Antes de imprimir este e-mail pense bem se é mesmo necessário fazê-lo: O
meio ambiente é de todos.
publicado por comunidade às 16:43

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4 comentários:
De Anónimo a 28 de Dezembro de 2006 às 12:29
http://jsdistritalleiria.blogspot.com
De Zé da Burra a 29 de Dezembro de 2006 às 10:18
Aceito que um Padre aconselhe os seus paroquianos a não praticarem o aborto em qualquer circunstancia, porque a ética cristã o impede e um verdadeiro cristão não deverá fazê-lo. Eu só aceitaria que a minha mulher o fizesse em caso de mal formação ou risco da sua própria vida, mas haverá pessoas que não o fariam em qualquer circunstância, conformar-se-iam aos desígnios de Deus.

Não sou ateu, acredito em Deus e na mensagem de Cristo, embora não siga nenhuma religião nem nenhum partido político. Há que ter em conta que Portugal é um país livre, multirracial e que a a sua população inclui cada vez mais imigrantes, com outras culturas e outros credos. O livre aborto, feito dentro de um prazo aceitável, definido por critérios médicos, deve ser despenalizado.

Por isso, mesmo que você seja Católico e seja incapaz de praticar um aborto deixe passar a lei e vote SIM! Até porque ninguém será obrigado a fazê-lo se não o desejar.

A minha mulher usa o DIU, porque achamos que o sexo é para ser desfrutado e não destinado apenas à procriação, mas respeitamos quem assim não pensa...

Porém, é tempo de mudar, diria mesmo, já se perdeu demasiado tempo e assim quem ganha são as clínicas espanholas, as inglesas, para além das "parteiras de vão de escada" com risco de vida e de prisão de muitas mulheres.

As posições partidárias baseiam-se em estratégias eleitorais, e, como estamos num país maioritariamente católico, é difícil para alguns partidos abandonar as posições tradicionalistas, mas estão a fazê-lo na medida do possível.

Com 10 semanas o que existe é apenas um feto e não uma criança. Diz-se há vida logo que há a fecundação. Não! A vida já existe antes da própria fecundação, no espermatozoide e em qualquer célula, incluindo no óvulo feminino, lá por isso ninguém se lembraria de criar um movimento em sua defesa.

Quando um católico vota “SIM” está apenas a dar liberdade de escolha aos outros cidadãos, ou seja, a fazer o mesmo que Deus fez ao dar liberdade ao Homem para proceder bem ou mal, conforme a sua consciência, de contrário o “Céu” teria sido construído na Terra e não haveria crime, guerras, burlas, tribunais, juízes,....

De carlos pereira a 1 de Janeiro de 2007 às 12:16
Commentary of philosophical right and social philosophy human politic about abortion and feminism

Comentário de direito filosófico e de filosofia social politico-humana  

A hipocrisia feminista e deturpação do direito humanista e do bom senso e direito assim como comparação e igualdade de direito em relação com outros direitos no aborto e em todas as politicas feministas de suposta igualdade

Em resposta ao extracto abaixo indicado, desmentindo e interpretando as falácias, demagogia abaixo implícitas assim como hipocrisia de interpretação de direito sejam estes humanos assim como de igualdade.

Em resposta ao extracto abaixo indicado, desmentindo e interpretando as falácias abaixo implícitas assim como hipocrisia de interpretação de direito sejam estes humanos assim como de igualdade.

«Porto, 18 Nov (Lusa) – O movimento "Cidadania e Responsabilidade pelo Sim", que defende a despenalização do aborto, iniciou, hoje, no Porto, a sua expansão a Norte, com o objectivo de conseguir as cinco mil assinaturas necessárias para participar na campanha do referendo.
(…)
"Consideramos que a sujeição das mulheres a processos de investigação, acusação e julgamento pelo facto de fazerem um aborto atenta contra os valores da sua autonomia e dignidade enquanto pessoas humanas", refere Para os subscritores do documento, "as mulheres, como os homens, têm direito à reserva da intimidade da vida privada e familiar".»

No manifesto do movimento pode ler-se que "está em causa o respeito pela dignidade, autonomia e consciência individual de cada pessoa e pelos princípios da igualdade e da não discriminação entre mulheres e homens".»

Resposta:

Relativamente a análise do 1º extracto acima mencionado, é hipócrita a tese de estar em causa o respeito pela dignidade, autonomia e consciência individual de cada pessoa assim pelo principio de igualdade de género, quando são os homens discriminados, mesmo enquanto progenitores e ou titulares de direito genético, mesmo quando sujeitos a crime seja mediante burla, violação masculina mediante ameaça, coação ou violência física e psíquica e ou uso de vulnerabilidade em condição do estado de consciência em que algum homem possa se encontrar, isto de modo engravidar, e de modo a poder extorquir e forçar casamento e responsabilidade paternais (arcaicamente constituídas), assim como na tese em considerar grave e ou de âmbito criminal o aborto provocado por terceiro quando em auto-defesa e ou desconhecimento de esta estar grávida e ou mesmo conhecimento mas que de facto, por não ter direito tal embrião e não ser considerado como ser humano no aborto voluntário cometido pela mesma não deve também ser considerado ser humano no aborto involuntário, devendo antes ser apenas uma simples agressão e não agressão agravada que pode constar com pequena indemnização não superior a 400€ apenas para compensar o trabalho de engravidar, se tal de facto deu trabalho e ou pequenos danos físicos se esta não detiver culpa na provocação e violência física e também violência física especialmente mediante uso de desenvolvimento físico em relação a outra vitima suposta arguida seja este homem e ou mulher, o mesmo se pode dizer se suposta mulher estiver alcoolizada e ou for psicótica e ou delinquente e usar gravidez como arma de arremesso e ou arma para conceder inimputabilidade e ou favorecimento jurídico, social e económico.
Sendo de facto hipócrita na tese da dignidade, porque não defende e não respeita a dignidade dos homens e do embrião e ou direito genético e ético enquanto ser humano, e ou então a dignidade de igualdade daqueles em que suaram a força e ou se defenderam suando a força seja de forma proporcional e ou de forma não proporcional devendo a vulnerabilidade e dissipação de susceptibilidade e de sensibilidade a ofensa psíquica, não tendo esporadicamente e espontaneamente outro meio de recorrer que não seja a violência física para coagir ofensa e ou para fazerem justiça por próprias mãos de forma proporcional e idêntica e ou não relativamente sublime a diferença a violência a que foram sujeitos.

Se considerando a própria pergunta do aborto discriminatória (contra principio de igualdade e de consciência ética assim como de autonomia porque será indutivo e falacioso afirmar e deduzir que por ser
De carlos pereira a 1 de Janeiro de 2007 às 12:18
A legalização da criminalidade directa ou indirecta feminina e a redução penal ou desdramatização desta

A hipocrisia da criação do dia 25 de Novembro como dia da eliminação da violência doméstica (hipocrisia feminina do e desnecessária, dramatizado, ilícita e indutiva e falaciosa) e dia 26 como dia da eliminação da violência contra a mulher (altamente hipócrita, indutivo e violador dos direitos do géneros masculinos)

+e o caso da prostituição feminina (visto as mulheres se prostituírem na maioria devido a maior facilidade de estética e sedução, e facilidade de extorsão e de exploração usando o sexo como meio de aproveitamento económico dos homens que são seduzidos, assediados e estimulados e pouco resistentes psico-sexualemnmte para tal. Sendo mesmo insultados de maricas ou gays se não cederem…


A hipocrisia feminina feminista no jornalismo do telejornal da RTP 1 sobre a mutilação sexual feminina e a hipocrisia de ONG’s e IPS feministas

The feminine feminist hypocrisy in RTP1 and journalism telejornal about women sexual mutilation and the hypocrisy of NGO’s and SPI feminist

É autenticamente hipócrita e discriminatório a jornalista feminista (RTP1 dia 18 de Dezembro de 2005, pelas 20h) que fez uma reportagem sobre a mutilação sexual e que negligenciou a mutilação sexual masculina, bem como em deturpar em conceito devido a o conceito de mutilação sexual ser abrangente e não apenas só ser utilizado nos casos de corte da clítoris e lábios (vulva) mas também na cirurgia de remoção vaginal, algo que não é praticado e é difícil praticar a excepção de quando é sob fins clínicos e algo que deve ser comparado a mutilação masculina, que é algo de grave e que não consiste numa circuncisão (caso homologo a hipócrita mutilação genital feminina) mas sim de tentativas de castração. Algo que efectivamente não pode ser comparado a mutilação sexual masculina em nenhum aspecto devido ser fácil de violar tal integridade, devido a exterioridade e devido a equiparavelmente os órgãos se encontrarem no exterior no homem

Isto que e criticado mas que é feito por mulheres lá em africa, seja como tradição mas para fins de higiene e de crença religiosa, assim como também é feito a criança s do género masculino, sendo denominado por conceito circuncisão e não mutilação genital algo que é por conceito dramatizado mas que na realidade consiste também em circuncisão…

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