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Segunda-feira, 29 de Janeiro de 2007

Aborto como método contraceptivo

Para quem diz que se o sim ganhar as mulheres vão usar o aborto como método contraceptivo.
Artigo retirado de : /http://www.tsf.pt/online/vida/interior.asp?id_artigo=TSF176095"

Nuno Carvalho

Cerca de 17 mil mulheres recorrem anualmente ao aborto
Um estudo realizado pela Associação para o Planeamento da Família sobre o aborto clandestino em Portugal conclui que cerca de 17 mil mulheres recorrem, anualmente, à interrupção voluntária da gravidez.

A Associação para o Planeamento da Família apresenta, esta quarta-feira, os resultados de um estudo, no qual se conclui que há anualmente 17 mil mulheres que recorrem à interrupção da gravidez.

Neste estudo, cujos resultados foram hoje antecipados pelo «Jornal de Notícias», há também um cálculo sobre o número de mulheres portuguesas que já terão feito um aborto.

Das duas mil mulheres inquiridas, 14 por cento admitiram ter interrompido voluntariamente a gravidez.

Extrapolando este número para a totalidade da população portuguesa, conclui-se que 355 mil mulheres já terão feito um aborto.

Nas interrupções voluntárias da gravidez verificadas, cerca de três quartos aconteceram até às dez semanas, o que significa que, se a alteração à lei que vai ser referendada já estivesse em vigor, 72 por cento dos abortos seriam legais.

Com a despenalização até às 12 semanas, esta percentagem ficaria nos 90 por cento.

O estudo contraria ainda aqueles que dizem que o aborto pode ser usado como medida anticontraceptiva, já que mais de 80 por cento das mulheres que admitiram ter feito um aborto só o fizeram uma vez.

Por outro lado, o estudo conclui que o aborto é um fenómeno transversal à sociedade portuguesa, com cerca de um quarto das interrogadas a afirmar que quando o fez ainda estudava no ensino secundário.

Para a investigação, levada a cabo pela Consulmar, uma empresa de estudos de mercado, foram ouvidas duas mil mulheres com idades entre os 18 e 49 anos.
publicado por comunidade às 12:43

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3 comentários:
De Anónimo a 29 de Janeiro de 2007 às 23:20
Não percebo muito bem o seu argumento. Será que o quer dizer é que quando um crime é praticado por muita gente devemos legalízá-lo fazendo de conta que não se trata de um crime?
Olhe que há melhores candidatos para isso do que o aborto: os números falam por si, por exemplo, no que respeita à fuga ao fisco ou às infracções ao Código da Estrada, . Quer liberalizá-las também?
De luis v a 30 de Janeiro de 2007 às 02:12
"Será que o quer dizer é que quando um crime é praticado por muita gente devemos legalízá-lo fazendo de conta que não se trata de um crime?"

Quando uma questão moral divide tanto uma sociedade, devemos pensar seriamente em permitir a livre expressão de ambas as partes e não deixar que uma das partes continue a forçar a outra a seguir a sua convicção.
De Nuno Carvalho a 30 de Janeiro de 2007 às 10:49
O que quis com este post. Foi refutar, um argumento do não, que diz que com a liberalização do aborto, este vai se transformar num método contraceptivo.
Mas já que pega no argumento de outros supostos crimes, se forem feitos por muita gente devemos legaliza-los.
Com certeza que existem alguns crimes no código penal, que se calhar não considera crime, certo? Ninguém concorda com todas as leis do nosso pais.
Vamos imaginar que há uma lei com a qual você, não concorda. Ela vai a referendo. Só porque ela é crime você vai votar não? Apesar de você não achar que é crime?
Que raio de argumento é este.
Ora eu não acho que fazer um aborto ás 10 semanas, é crime. Por isso voto sim no dia 11 de Fevereiro.

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