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Terça-feira, 30 de Janeiro de 2007

Fw: O porquê do meu sim

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----- Original Message -----
From: Ana
To: comunidade.despenalizar+9999@post.blogs.sapo.pt
Sent: Tuesday, January 30, 2007 10:10 AM
Subject: O porquê do meu sim


Tenho 35 anos e sou mãe de duas meninas lindas, uma de 15 anos e outra de 5 anos.
Cada uma delas foi fruto de um acto de amor.
A minha Marta veio quando nós pais eramos jovens inconsequentes, não tomavamos qualquer precaução, a não ser a contagem de calendário.
Quando engravidei, o mundo desabou, era a menina de família que frequentava a universidade e tinha um futuro brilhante pela frente.
Como é evidente a solução de abortar passou na cabeça de todos: o namorado queria que eu tomasse uns comprimidos, não faziam mal nenhum; os pais dele pura e simplesmente não quiseram saber; os meus pais e irmã perguntaram-me o que eu queria, fazer ou não um aborto. Aqui, o meu não foi imediato e seguro. NÃO! NÃO! e NÃO!.
Caso tivesse dito sim, teria-o feito nas melhores condições e com o melhor acompanhamento médico e psicológico possível. Mas esta possibilidade não é dada a todas as mulheres que engravidam sem o esperarem.
Não vou debater a questão dos meus impostos, de toda a logística necessária, da lei existente que não é aplicada, etc.
Para mim há vida humana apartir do momento que eu sei que estou grávida, do mesmo modo que nunca abortaria em caso de risco de vida para mim ou deficiência do bébé. Mas são opções pessoais que eu conscientemente tomo e sempre irei tomar.
O que importa é que há mulheres que por vida profissional, de falta de condições económicas, sociais (nunca soube o que é não ter para alimentar as minhas filhas, mas deve ser uma angústia, uma dor profunda), de desamor pela vida, de pressões familiares, e mais razões, não querem prosseguir com a gravidez. A elas não se deve negar o direito de terem a opção para abortar de um modo que menorize todas as consequências traumáticas psicológicas e físicas. É minoritário o número de mulheres que segundo se diz o faz por desporto, para elas haveria um controlo e teria de ser encontrada uma solução.
O que eu não posso fazer é juízos de valor, nem que esteja em vigor uma lei que condene e atire para o "poço" estas mulheres.
Por tudo isto e muito mais que poderia escrever vou votar sim " à despenalização da IVG, se realizada, por opção da mulher (uma decisão informada), nas primeiras dez semanas, em estabelecimento de saúde legalmente autorizado (para não imperar o princípio financeiro)"
Só para terminar, o namorado tornou-se marido e posso afirmar que é um pai extremoso e carinhoso como nunca conheci. Nunca um só dia da minha vida eu me arrependi decisão que tomei.
A todos obrigada,
Ana Lourenço
publicado por comunidade às 15:45

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19 comentários:
De Anónimo a 31 de Janeiro de 2007 às 12:05
Os apoiantes do «não» não deixam de reconhecer o enorme sofrimento em que se pode encontrar uma mulher a quem se coloque a hipótese de fazer um aborto. E é precisamente em nome desse sofrimento que pretendem ajudá-la de outras formas, ao invés de lhe propor um crime como o do aborto que só lhe poderá trazer mais problemas e não resolve nenhuns dos que ela já tem.
Além disso, não passam uma esponja por cima da existência do fiho que ela carrega no ventre, porque, diga-se o que disser, alegue-se com os dilemas que se alegue, nenhuma das situações apresentadas para justificar um aborto é tão grave como a pena de morte que recai sobre esse filho indefeso que cabe a todos nós proteger.
A mulher tem direito a TODAS as escolhas que queira fazer, tal como qualquer um de nós (e também noutras situações de sofrimento tão ou mais graves), mas nenhum de nós tem o direito de dar primazia à sua liberdade sobrepondo-a à vida de alguém. A «imposição» de que tanto se queixam os defensores do «sim» é semelhante a todas as outras imposições a que estamos sujeitos pelas leis da sociedade em que vivemos e cujo principal objectivo é preservar bens maiores do que a liberdade que limitam. Por isso é que nem todas as «imposições» legais são más ou devem ser evitadas. E a «imposição» de não matar nenhum ser humano é a primeira e mais fundamental imposição de um Estado de Direito, a bem de todos nós-
De luis v a 31 de Janeiro de 2007 às 12:55
"E é precisamente em nome desse sofrimento que pretendem ajudá-la de outras formas, "

Todos sabemos que na realidade não vão conseguir ajudar e na esmagadora maioria dos casos nem sequer vão tentar. Trata-se apenas de um desejo, um "wishful thinking", que é mais um argumento falacioso usado pelo não.

" aborto que só lhe poderá trazer mais problemas e não resolve nenhuns dos que ela já tem."

Se for clandestino como você defende, é muito perigoso e pode trazer problemas. Se for legal é difícil que isso aconteça. Resolve o problema de uma gravidez não desejada. Com estas tiradas do género "não resolve o problema da mulher" fica bem patente que para vocês o ponto de vista da mulher não interessa. Passam-lhe uma esponja por cima como se não fosse ninguém.


" nenhuma das situações apresentadas para justificar um aborto é tão grave como a pena de morte que recai sobre esse filho indefeso "

Nem em caso de perigo de vida para a mulher?


"A «imposição» de que tanto se queixam os defensores do «sim» é semelhante a todas as outras imposições a que estamos sujeitos pelas leis da sociedade em que vivemos"

Noutras imposições da lei, a sociedade não está profundamente dividida como neste caso. No caso da IVG temos uma parte da sociedade a impor à outra parte uma convicção sua. Isto não acontece com o roubo, o homicídio, ou outros.
Se acrescentarmos que a moral que leva as pessoas a serem pelo "não" é, por um lado, de raiz religiosa e completamente infundamentada, e por outro, causar um grave problema de saúde pública, temos fortes razões para dizer que há de facto uma imposição abusiva e cruel.


"E a «imposição» de não matar nenhum ser humano é a primeira e mais fundamental imposição de um Estado de Direito,"

Mas repare que são os apoiantes do "não" que dizem que existe um ser humano. Aliás, muitos deles nem isso dizem porque admitem a morte do feto em casos de violação, malformações, doença ou perigo para a mulher.
De Anónimo a 31 de Janeiro de 2007 às 13:37
Note também, luís v., que não são os casos já previstos na lei que estão aqui em discussão. Nesses, o que é colocado nos dois pratos da balança são valores bem mais próximos em importância, ou equivalentes (como a vida da mãe e a vida do filho) e por isso há muito quem aceite as excepções da actual lei. O que agora se propõe é o aborto até às 10 semanas pago por todos nós SÓ PORQUE A MÃE O QUER, o que é bem diferente. Por isso não tenho dúvidas em optar pela vida do filho e respeitar a liberdade da mãe apresentando-lhe outras opções bem mais dignificantes do que o aborto. Ela não deixa de ter escolha, mas, numa sociedade civilizada, nem todas as escolhas valem e devem ser legalizadas ou aceites oficialmente; é aí que está o cerne desta questão. Ela (tal como todos nós) pode escolher o que quiser, desde que com a sua escolha não lese direitos fundamentais de terceiros.
Mas é claro que quem acha que o que a mulher grávida tem na barriga é uma parte do corpo dela ou um monte de células apenas não pode chegar às mesmas conclusões...
De luis v a 1 de Fevereiro de 2007 às 02:32
Ok, você acha que com as excepções há valores equivalentes, mas vejamos então caso a caso.

Violação. Para quem valoriza tanto a vida intra-uterina está em confronto a vida de um ser humano contra a autodeterminação da mulher. Não me parece que seja equivalente, é uma vida, a o feto, contra 24 semanas de gestação, período em que o feto se torna viável fora do corpo da mulher. A mulher perde muito menos que o feto. O que me sugere é que os apoiantes do "não" querem, antes de mais, culpar a mulher e fazê-la pagar, porque se ele não tiver tido responsabilidade na gravidez já é admissível a IVG.

Malformações e doenças. Não existe aqui sequer um valor para contrapor dentro do pensamento do "não". É simplesmente tirar uma vida.

Perigo de vida para a mulher. Aqui sim, poderá haver dúvidas. Mas vejamos, é um risco e não uma certeza, só se põe a possibilidade da mulher poder morrer. É uma possibilidade contra a certeza do feto morrer. Mesmo aqui acho que não há valores equivalentes (se raciocinarmos dentro do quadro de valores do "não").

É por isto que as excepções são muito importantes. Porque temos de entender esta questão como um todo, para aí sim, darmos uma resposta coerente e fundamentada ao que vai efectivamente a referendo no dia 11.


Outra falsa questão que o "não" muito usa é o argumento que se vai fazer IVGs porque a mulher quer. Isto não faz sentido. Nas excepções também é porque a mulher quer, pode resolver não fazê-lo. Actualmente as IVGs já são porque a mulher quer, nesse sentido não vai mudar nada. E se não é por opção da mulher é por opção de quem? Seja como for que olhemos esta questão ela não faz sentido. E ainda há o argumento mais importante que é o de reconhecer à mulher a consciência e a maturidade para decidir. Como diz esta acertadíssima máxima: não confiais nas mulheres para decidir sobre a IVG mas confiai-lhes os filhos?

Repare o anónimo que cometeu uma falácia no seu último parágrafo. Diz que a mulher não tem dentro de si um monte de células mas a vida intra-uterina também passa por essa fase. A falácia está em considerar que as IVGs são feitas apenas na fase fetal ou embrionária, mas sabemos que os apoiantes do "não" são contra a IVG em qualquer altura, mesmo quando existe apenas uma célula, o zigoto. Com a despenalização as IVGs tendem a ser feitas mais cedo, pelas 6 semanas, apenas com dois comprimidos.
De Cláudia a 31 de Janeiro de 2007 às 13:34
Ana:
Identifico-me com a sua história!
A minha gravidez também não foi planeada! E o meu namorado bombardeou-me com uma série de razões lógicas para não seguirmos em frente!
Na altura pensei mandar o meu namorado para um sitio feio... Mas nunca tive dúvidas em relação à minha barriguinha!
Isto tudo para dizer que sou contra o aborto!
No entanto ele existe! Existe longe e perto de mim... Existe no meio da pobreza... E no meio da riqueza... Existe entre os analfabetos e entre os doutores!
É por isso que vou votar sim! Se acontece, então que aconteça nas melhores condições.
Mas a luta contra o aborto não deve deixar de existir! Só que, a meu ver, essa luta não passa por levar mulheres a tribunal... Passa por procurar as causas que levam uma mulher a optar pelo aborto e eliminá-las!
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Ana: <BR>Identifico-me com a sua história! <BR>A minha gravidez também não foi planeada! E o meu namorado bombardeou-me com uma série de razões lógicas para não seguirmos em frente! <BR>Na altura pensei mandar o meu namorado para um sitio feio... Mas nunca tive dúvidas em relação à minha barriguinha! <BR>Isto tudo para dizer que sou contra o aborto! <BR>No entanto ele existe! Existe longe e perto de mim... Existe no meio da pobreza... E no meio da riqueza... Existe entre os analfabetos e entre os doutores! <BR>É por isso que vou votar sim! Se acontece, então que aconteça nas melhores condições. <BR>Mas a luta contra o aborto não deve deixar de existir! Só que, a meu ver, essa luta não passa por levar mulheres a tribunal... Passa por procurar as causas que levam uma mulher a optar pelo aborto e eliminá-las! <BR class=incorrect name="incorrect" <a>Bjs</A> e felicidades para as suas meninas! <BR>Cláudia <BR>
De Anónimo a 31 de Janeiro de 2007 às 14:09
Creio que existe uma contradição fundamental no seu depoimento, quando diz que se deve combater as causas do aborto e ao mesmo tempo facilitar a sua prática: é que a luta contra as causas do aborto é perfeitamente compatível com a luta contra o aborto. Isto é, o que os defensores do «não» propõem, ao contrário dos que pretendem votar «sim» é que se combata o aborto E as suas causas. E o que se verifica na prática é que não há instituições que promovam o aborto e queiram ao mesmo tempo lutar contra as suas causas (o que é contraditório), mas sim instituições de gente que defende o «não» e combate o aborto E as suas causas. Se todos concordamos em que o aborto é um mal, porque não lutamos todos contra ele? Porque, muito simplesmente, quem defende que ele seja despenalizado e facilitado acha que ele é um mal menor. Eu penso exactamente o contrário: o aborto é um mal maior do que as condições que ele pretende combater e nem sequer é solução para elas.
Quanto às mulheres que vão a tribunal depois de fazerem um aborto, são em tudo semelhantes a quem pratique qualquer outro crime passível de julgamento mas, apesar de tudo, sofra com ele (por exemplo, alguém que conduza embriagado e mate uma pessoa por atropelamento). A lei terá certamente em conta (como tem tido e é por isso que não há em Portugal mulheres presas por aborto) todas as atenuantes do seu acto, mas não é por isso que elas deixam de ter cometido um crime. Além disso, o aborto continuará a levar as mulheres a tribunal mesmo que o «sim» ganhe: basta que façam na mesma um aborto fora do SNS ou que o façam depois das 10 semanas.
De Andreia dos Reis a 31 de Janeiro de 2007 às 16:35
Embora ainda não tenha filhos, identiifico-me muito com o seu depoimento. À mulher deve ser dada a liberdade de optar, porque sou uma cidadã e porque tenho esse direito. Mas uma escolha baseada na informação, na reflexão, pensada.
No dia 11 voto sim.
De J A Aguiar a 31 de Janeiro de 2007 às 20:00
Tenho pesquisado na net, tanto quanto me é possivel, para obter informação que me leve a uma decisão minimamente informada. Cheguei às seguintes conclusões:
1- Parece que todos os cientistas estão de acordo em que a vida começa com a formação do embrião( zigoto) logo a seguir à união dos cromossomas provenientes dos progenitores
2- Ao fim de duas semanas o embrião está fixado no útero e é então possivel diagnosticar uma gravidez.
3- No fim da quarta semana já adquiriu o plano geral do futuro ser, ou seja, apresenta um sistemaem que começa a estar definido o ser que irá nascer.
4- Ao fim da oitava semana o embrião é reconhecivel como humano. Possui um "documento genético de identidade". Tem já os órgãos internos desenhados com especialização, as características externas estabelecidas, e a diferenciação sexual.
Não me resta por isso quaquer dúvida de que ali está um ser humano.
Agora a pergunta para mim próprio:
Eliminar esse ser humano é lícito, à luz da nossa constituição que protege a vida? ( já não falo à luz da moral)
Que crime ele cometeu para ser condenado?
E é eliminado porquê?
Não tenho a certeza se às dez semanas será já possivel distinguir o sexo do feto. Mas com certeza isso será possivel com o avanço da ciência, uma vez que a partir das 8 semanas está já estabelecida a diferenciação sexual. Então poderemos saber qual o sexo do feto, e, se não for o que esperamos, legalmente pode ser eliminado e tentar outra vez até vir o que se deseja! Essa possibilidade faz-me arrepiar ! Será uma tentação de controlo da natalidade e da população ao geito de Hitler. Precisa-se de mais mulheres, eliminam-se os fetos masculinos; precisam-se mais homens, eliminam-se os fetos femininos! Aterrador!!!
Perante isto, como votar?
Em consciência não posso votar sim. Restam-me duas hipóteses, votar não ou abster-me

De Anónimo a 31 de Janeiro de 2007 às 22:02
Eu tal como a sr.ana lourenço seria incapaz de fazer um aborto.Mas sou totalmente a favor para não continuarem a morrer mulheres por fazem abortos em condições precárias, para não deixarem recém-nascidos nos contentores...etc.
Acho que toda a gente devia ter direito de tomar as suas próprias desisões e ao aborto se penalizado isso não acontece...ou melhor acontece na mesma mas a pessoa é penalizada por o fazer.È vergonhoso sermos um dos poucos paises da UE em que o aborto não é legal...por o aborto ser legal ninguem é obrigado a fazê-lo...
De Anónimo a 1 de Fevereiro de 2007 às 09:31
Modernidade dessas dispenso!
Mais vergonhoso é não termos um sistema de saúde e educação para formar e informar a população de modo a procederem a uma planeamento familiar adequado sem que seja necessário matar inocentes!
Vergonhoso é as pessoas não serem responsáveis e responsabilizadas pelos seus actos de egoísmo!
Vergonhoso é termos uma carga fiscal elevada (mais elevada que os restantes países da UE), para sustentar uma política que favorece a morte em deterimento da saúde daqueles que estão vivos!
Vergonhoso é o nosso país estar cada vez mais envelhecido (e um país assim não gera desenvolvimento - veja o caso da Alemanha que promove os nascimentos: por alhum motivo é, não acha?) e em vez de apoiar os nascimentos, fecham-se maternidades!
Vergonhoso é haver pessoas que morrem por falta de assistência e meios adequados nos transportes de doentes e dos hospitais por falta de verbas, mas para os abortos vai haver....
Isto sim é vergonhoso!
Não ao aborto! Não à morte de inocentes que não é solução para nada... a não ser para as clínicas espanholas que vem ganhar dinheiro com os protocolos de parceria com o ministério da saúde e às nossas custas!
Não ao aborto!
De Anónimo a 1 de Fevereiro de 2007 às 15:40
Pois é é...pessoas cinicas querem mandar nas decisões dos outros...
e depois temos um pais com um nível de natalidade alto...ha muitas crianças!...e muita miséria...muito sofrimento...muitos abusoso sexuais...etc...seja consciente...abra os olhos e veja que ha milhoes de crianças a sofrer no nosso pais por os pais não terem meios económocos para os criarem!!!bem fico por aqui com a minha conversa porque lavar a cabeça a burros é gastador de sabão...
De AX a 4 de Fevereiro de 2007 às 11:12
Cinicas?
Não. Não sou cinico, sou a favor da vida. Acredito em Deus. Lamento que não o sejam e que não acreditem. Os valores estão a morrer. A vida passa a correr, e lembrem-se que são as vossas convicções premetitadas que vos condenam e não as atitudes de pânico e desorientação de uma miuda de 14 anos que é condenável.Ate posso tender em concordar com a despenalização, mas não pela liberalização.
De Anonimo a 4 de Fevereiro de 2007 às 11:15
Vai levar na peida, e assim não engravidas. Tens o problema deste referendo resolvido
De gt a 4 de Fevereiro de 2007 às 01:09
eu sou pelo sim
De Tiago Afonso a 4 de Fevereiro de 2007 às 06:08
Cara Ana Lourenço,

Sou um estudante e ainda não sou pai, mas senti-me muito identificado com a sua opinião. Também irei votar sim, e espero, que a sua história seja mais um bom exemplo para o futuro. Caso vença o sim, existirá uma responsabilidade muito grande na sociedade.
Será importante que histórias como a sua venham a ser vistas como bonitos exemplos para as opções que as mulheres (e obviamente também os homens, mas especialmente as mulheres) terão que tomar no futuro. Espero que consigam seguir exemplos assim e arranjar força de vontade para lutarem pela felicidade.
Vou votar sim, apesar de muitos dos casos de aborto que conheço me chocarem, mas aquilo que me choca pode não chocar quem está ao meu lado... já para não falar daquelas razões que não estão à vista...
Quero também acreditar que Portugal é um país a caminhar para o amadurecimento e que os portugueses saberão usar a liberdade de escolha que lhes será dada.
Parabéns pelo seu comentário. Espero que a sua história ajude muitos que ainda estão a pensar.
De eu a 4 de Fevereiro de 2007 às 10:34
Eu estou a favor da despenalização do aborto depois cabe a cada um o fazer ou não . Quem mais que a mulher sabe se ela vai poder amar e criar uma criança que ela porta na sua barriga .Votar sim não é ser a favor do aborto mas dar opção de escolha a mulher ou será que nesse pais nem do nosso próprio corpo somos donos...
De AX a 4 de Fevereiro de 2007 às 11:03
Só tretas de de maridos felizes e contentes.
Eu não quero mulheres na cadeia, eu quero mesmo é que aquelas que querem a liberalização que passem a ter a mesma liberdade de escolha que os seus filhos embrionários têm, ou seja NADA. O mundo perdeu a moral e estamos rapidamente a caminhar para a destruição daquilo que nos foi dado como um premio, ou seja a VIDA. Tenham vergonha, exponham-se menos, tenham mais amor próprio , e acima de tudo respeitem aqueles que moralmente acreditam que a despenalização é um crime. Porque o é, porque não passa de matar mais uma vida.

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