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Sábado, 29 de Outubro de 2005

Até neste blog...

Como até aqui se vê, neste blog, as opiniões sobre o aborto são díspares!

Por isso é que o Governo de Portugal pretende fazer mais um referendo para que

se chegue a um consenso, e se resolva este assunto de uma vez por todas.

Acho muito bem que se espere por Setembro de 2006!

Se esta decisão fosse tomada na Assembleia, aí sim seria, eventualmente,

arrogância como disse o outro baixinho. Provavelmente seria o melhor.

Somos sempre os atrasadinhos da Europa…



Tás a ir bem Sócrates.



Sou a favor!

publicado por Equipa SAPO às 10:24

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ABORTO SIM!

É essencial para a democracia portuguesa, terminar com esta hipocrisia!

A alternativa ao Aborto, é a criação ou reestruturação das entidades
públicas responsáveis pelo planeamento e acompanhamento familiar. A sua
actuação deficiente é reflexo de uma sociedade doente que não responde
atempadamente às solicitações que são feitas, mas que depois julga e
condena, quem não apoiou.
É do conhecimento público, os casos de menores violadas por familiares, que
encaminhadas para os hospitais, passaram de médico em médico e de objecção
de consciência em objecção de consciência, acabaram por ultrapassar os
prazos permitidos por lei para realizar um Aborto, sendo consideradas por
isso aos olhos da lei, “criminosas”.
Não é esta a sociedade em que me revejo!
Para os demagogos que assumem a validade do referendo, relembro que a data
foi um quente dia de Junho num fim de semana prolongado, em que a
participação se saudou em 30% dos eleitores não tendo por isso efeito
vinculativo.
Não se trata apenas de discutir o Aborto, trata-se também de discutir a
maturidade da sociedade e da democracia portuguesa.

Aborto Sim! Sociedade Medíocre Não!

David Silva
Paço de Arcos
publicado por Equipa SAPO às 10:24

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Ainda sobre o aborto...

Tenho-me abstido de falar sobre este assunto porque não sou mulher para poder avaliar com a sua sensibilidade de fêmea parideira o que é ver-se na necessidade de abortar (vulgo deitar abaixo) algo que conscientemente sente ser parte de si mas que naquele precioso momento de reflexão incomoda-a em demasia sob várias vertentes.

- Ou por medos do anti-humano e primário escárnio do mal dizer-se de uma gravidez às escondidas por homem certo não ter (...)

- Quiçá velhos dilemas do se ser mãe solteira (...)

- Ou também por uma gravidez forçada por violação sabe-se lá com que consequências funestas (...).

- Ou por ser mais um a nascer a juntar-se ao agregado familiar a contas com fortes dificuldades financeiras que se traduziria num acréscimo do caos para lá dos já existentes (...)

- Ou porque também a idade da mãe ou sua periclitante saúde representa sérios riscos de vida para um deles ou mesmo para ambos deixando os filhos existentes sem os cuidados e afectos de uma mãe que optou por esta forma de suicídio voluntário após atempado aviso dos médicos (...)

- E para não alongar demasiado esta descrição finalmente juntando a este quadro o habitual das doenças congénito/venéreas penso que previstas actualmente na Lei vigente.

Mas como sempre fui pessoa atenta e aberta as estas coisas demasiado empoladas por falsos moralistas (do pró e contra o aborto em si mesmo) mas perniciosamente endémicos nas suas tomadas de posição procurarei ser o mais isento possível num caso destes para não me ver enredado nas mesmas malhas dos que estão a favor e dos que estão contra de forma exacerbada e que sempre aparecem porque até é chique (para ambos os lados) ser do contra ou mesmo a favor.

Vejamos então como termo de comparação de feéricas pseudo lutas sociais recordando assunto que fez correr muita tinta.

- Tomemos em conta que o divórcio (separação legal e naturalmente natural de dois seres casados à luz da Lei portuguesa que se rejeitam ou mesmo um só deles sente esse incómodo que o leva ao forte desejo de abortar uma ligação nefasta para si e para o resto do agregado familiar...) antes de ser reconhecido pelas Leis Estado Português e pela oligarquia religiosa dominante na altura e imposta na trilogia então em vigor – Deus Pátria e Família - fez movimentar exércitos dos contra natura dos lares fontes de agressões sistemáticas tanto físicas como psicológicas.(...) tentadas travar pelos antagonistas receosos de que as verdades reinantes nos seus agregados familiares viessem a luz do dia desnudando-os assim nas suas falsidades na praça pública (...)

Sempre olhei para este facto concreto do se poder optar pelo aborto assistido clinicamente tal como o fiz a favor do divórcio na devida altura sem a tal noção de “pecado mortal” como chantagem emocional para não se deixar o livre arbítrio individual funcionar em pleno para o bem comum.

Sempre apoiei e ainda apoio incondicionalmente os movimentos contra as drogas sidas álcoois casamentos falhados sem solução à vista (por razões que me transcendem) por serem tão nefastos à sociedade como um nené nascido sem amor mas com o estigma de que estás a mais...

Repito:

- Com o estigma de que estás a mais.

Considero que o Referendo sobre o aborto é tempo e dinheiro perdido mais útil canalizado para outras coisas de momento.

Como a maioria dos votantes se quer esconder cobardemente de suas tomadas de posição como seres livres e democráticos faltando à votação ou mesmo anulando sua opinião no respectivo quadradinho “sim” ou mesmo “não” (caso recente sobre o anterior Referendo à Legalização do Aborto assistido clinicamente) em que o abstencionismo tomou foros bem esclarecedores de endosso imediato à Assembleia da República da solução definitiva deste catastrófico problema que tal como aconteceu com o divórcio está a durar há já tempo demais.

Desde que me conheço que sei (além de conhecer pessoalmente) quem tenha recorrido ao Aborto (clandestino) pelos motivos que acima citei e não deixaram de continuar a ser pessoas honradas nem deixaram de continuar a ser boas serenas e ternas mães avós e uma ou duas já bisavós.

Em ambos os casos (divórcio e aborto) aja-se atempadamente sem emotividades mas com muita serenidade e inteligência e de preferência acompanhados por gente sabedora dos meandros do espirito humano.

Por este facto aqui sugiro ao nosso e actual Primeiro Ministro que imploda conceitos retrógrados para que com a sua maioria mais os inteligentes despedidos de falsidades de outros partidos possam dar corpo com uma votação coerente a uma Lei que urge para bem da saúde mental e física das mulheres que vivem debaixo do terror de não poderem como último recurso optar por este estilo de planeamento familiar sabe-se lá com que remorsos motivados por tanta negação (disfarçada em abstenção) à sua liberdade de parir ou não quem mais desejam e sentem ser oportuno.

Não senhor (...) não deixei de ser o tal cristão porque ser cristão é saber acolher certas fases evolutivas das sociedades em constante mutação...

Além do mais não existe nem existirá qualquer dogma religioso (frise-se e bem frisado) que me cerceie o poder e o dever do pensar de livre arbítrio porque os fenómenos religiosos quaisquer que eles sejam são-no para serem aceites de livre arbítrio e não como regras dogmático/fundamentalistas cerceadoras do se poder viver livremente em Paz e Universalidade de conceitos sãos.

É só olhar em volta...

O que ontem o foi hoje já não o é olhe-se com olhos de ver a evolução das espécies e das sociedades ao cimo da Terra (...)

Até mais ver mas de forma mais espaçada!

Marcolino Osório
publicado por Equipa SAPO às 10:23

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NUNCA

Não consigo compreender porque se fala de um novo referendo! Não foi já feito um? Qual é o limite? Vão se fazendo referendos até os resultados baterem certos com o que certas pessoas pensam, neste caso a despenalização! O desrespeito pela decisão dos votantes é assustador porque mais uma vez Qual é o limite? Daqui a uns anos como será o sistema? Vão-se fazendo eleições até ficar eleito o partido que certas pessoas acham certo? Novamente com a desculpa o povo enganou-se? Sempre que o resultado não é o desejado a desculpa é essa!
A questão nem é só esta, o aborto em casos previstos pela lei é permitido o que as pessoas querem é a autorização para faze-lo a torto e a direito! Isso é ASSUSTADOR! Como sabem a partir de que momento é que é vida ou não? Para mim é a partir do momento em que o óvulo é fecundado, como se põem outro limite?
Não se pode falar do aborto como uma simples operação o aborto é um Homicídio, ceifa-se uma vida e não pelas razões já previstas na lei (como violação) mas sim porque “Ter agora um filho não dá muito jeito”! Isto é ASSUSTADOR!
Por favor não desperdicem mais o tempo dos portugueses com este assunto que já foi resolvido!
publicado por Equipa SAPO às 02:04

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Referendo ou Assembleia.

Há uma coisa que ainda não consegui entender!

Será que os defensores da não consulta popular estão a dizer ao país que uma
vez que o último referendo não satisfez as suas pretenções agora se deve
legislar.

Parece-me um pouco comprometedor para futuros referendos.

Os eleitores não vão concerteza gostar de saber que a vontade expressa nas
urnas possa ser contrariada caso o resultado não seja o que os políticos
esperam.

Já agora, eu sou pela despenalização da interrupção voluntária da gravidez.
O minha opinião apenas se refere á ameaça que considero iminente ao
instituto do referendo.

Mário Antão
Carcavelos
publicado por Equipa SAPO às 02:04

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Aborto

Será que alguém pensa que, não despenalizando o aborto, ele deixa de
existir?...

Só estamos a dar mais força a clínicas clandestinas, a por em risco a vida
das mulheres, a alimentar lobbys que fogem ao controle do fisco, como aliás,
tantos outros.

Lamento que muita gente pense que despenalizar a droga como na Holanda é
errado, quando isso apenas serve para alimentar mercados paralelos.

Tanto se fala contra o tabaco, contra o álcool; toda a gente sabe o mal que
faz. Fazem-se campanhas a nível nacional e mundial. Mas ninguém se lembra de
proibir totalmente o fabrico e o consumo. Lembram-se, isso sim, de
sobrecarregar com impostos. Estamos a falar de vidas.

É do conhecimento geral que há milhares de pessoas a arruinarem-se nos
casinos. Alguém se lembrou de proibir o jogo, quando de sabe que há lares
destruídos porque um ou ambos frequentam casinos? Estamos e falar de vidas.

Porquê procurar legislar sobre uma coisa tão íntima que ninguém pode apurar
nem deve tentar saber os porquês que levam a esse extremo?

Se partirmos do princípio que a Vida é uma dádiva de Deus, ninguém tem o
direito de se suicidar. Porém, não se lembrem de legislar sobre a matéria e
de penalizar quem se suicida.

Carlos Pinto



publicado por Equipa SAPO às 02:03

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Despenalização ? Inevitável !

A despenalização da interrupção voluntária da gravidez é um facto consumado,
dentro dos limites definidos por lei.

O ultimo referendo foi uma palhaçada que ditou o princípio do fim do
guterrismo.

O Parlamento devia assumir a decisão porque um referendo é desperdiçar
dinheiro.

Porquê dar importância às vozes da reação se também foi necessário aumentar
os impostos quando no programa isso não era contemplado ?

O País vive tempos de contenção. Um referendo vai sugar mais uns milhares de
euros aos nossos bolsos.

Alguém tem dúvidas de que o resultado do referendo é a favor da
despenalização ?

Será que as mulheres vão tornar a cometer o erro do último referendo ?

É que só elas é que ficam a perder.

Um militante do PS.

António J. M. Pina
publicado por Equipa SAPO às 01:27

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Aborto: Sim ou Não

Obviamente que deveria ser despenelizado. Uma coisa é certa, tal como os outros países desenvolvidos da europa a despenalização do aborto foi uma realidade.. claro que todos sabemos que com num país como portugal onde metade da população ainda olha para o ceu a espera de algo misturado com analfabetos e muitos outros..(Depois vem para a tv chorar ao governo (no caso das pessoas que votam contra, que têm familias de 10 filhos e não têm condições... Peçam ao grande Jesus Cristo a ver se ele ajuda ;) ) tal realidade poderá ser mais morosa.. com muita pena minha para as mulheres, que merecem este direito.

Bruno Santos.
publicado por Equipa SAPO às 01:26

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Despenalização da IVG

Tratem-se, deixem de pensar com os pés.

IVG clandestinas sempre existiram e vão continuar a existir, mesmo que seja votada a favor.

DE quantos referendos vamos precisar até a haver um sim. Tenham dó de nós e poupem-nos à ideologia demagógica de esquerda
publicado por Equipa SAPO às 01:25

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...

A Questão do Aborto em Portugal





Introdução



O Tema que escolhi foi a "A questão do Aborto em Portugal". Escolhi este
tema porque, além de o achar actual, muito importante e interessante, tem
gerado bastante polémica.



Tese Defendida



Sou a favor da lei em vigor, em Portugal, relativamente ao aborto.



Argumentos



A questão do aborto é, antes de mais, um assunto bastante delicado e não
podemos esquecer que cada caso é um caso e cada mulher que aborta tem as suas
razões para o fazer. No entanto, precisamos de uma lei que se aplique de igual
forma a todos os cidadãos do nosso país, não esquecendo que, o que está em
questão é se as mulheres que abortarem devem ou não ser penalizadas por esse
acto.

A lei em vigor condena a prática do aborto com uma pena que poderá ir até aos
três anos, mas permite o aborto em três casos:

1) Quando este é o único meio indicado para evitar perigo de morte ou de
grave lesão para o corpo ou saúde da mãe (Aborto Terapêutico);

2) Quando a gravidez resulta de violação (Aborto Criminológico);

3) Quando é previsível que a criança venha a sofrer, de forma permanente,
de grave doença ou malformação (Aborto Eugénico).

E, em qualquer um dos casos acima referidos, é necessário que o aborto seja
praticado por um médico ou sob a sua direcção, em estabelecimento oficial ou
oficialmente reconhecido, com o consentimento da mulher grávida e, na maioria
dos casos, tem que ser realizado nas primeiras 12 a 16 semanas de gravidez.

No entanto, muitos defendem a alteração desta lei e propõem que o
aborto seja permitido por livre e espontânea vontade da mulher até às 10
semanas de gravidez, propõem também que haja o alargamento dos prazos das
três situações em que a lei actual permite a realização do aborto de modo
a que este possa ocorrer em qualquer fase da gravidez sem que a mulher seja
penalizada por isso, propõem ainda que o aborto possa ser realizado em
qualquer estabelecimento de saúde nacional e que os seus custos sejam
suportados pelo Estado.

Eu sou a favor da lei em vigor por várias razões. É certo que a
mulher deve poder dispor do seu corpo como entender, mas o embrião/feto não
faz parte dele, não é simplesmente uma parte do corpo da Mãe e por isso,
não pode dispor dele como entender. Porque ao abortar, a mulher não está a
usar o seu direito de usufruir do seu corpo, mas sim a negar o direito à
liberdade e à vida do seu filho. É inadmissível que neguemos o principal
direito humano: O Direito à Vida (sem o qual nenhum outro existe) ... Não
vale a pena procurar justificações ou argumentos quando o verdadeiro problema
é aceitar, ou não, matar um Ser Humano em desenvolvimento, ou melhor, não é
aceitar a morte de uma vida em formação, mas sim de uma vida já formada com
o seu corpo em formação...

Porque merece uma criança "pena de morte" ainda no útero da sua mãe? Por
não ser desejada? Ou porque os pais não têm condições económicas? Não
podemos esquecer que, pelo menos na maioria dos casos, há sempre a hipótese
de dar o filho para adopção.

Estudos científicos comprovam que o feto sente a dor quando o aborto é
realizado... Dá para imaginar a dor de uma criança frágil e indefesa ser
esfaqueada e arrancada pedaço a pedaço? Note-se o acelerar do seu coração,
o esforço desesperado da criança a fugir da morte, é isto que significa a
mulher usufruir da sua liberdade? É a despenalização deste acto tão
horrível que nos fará ser considerados como um país moderno? Quem somos nós
para negar a alguém o direito à vida?

É claro que, como afirmado ao início, cada caso é um caso e tem direito a uma
avaliação sensata, razoável, compreensiva e humana. Para isso, a Lei dá ao
Juiz a liberdade de avaliar em consciência todas as circunstâncias ou
justificações dos actos ilícitos. Procurar os porquês de um acto
desesperado e desculpá-lo é uma coisa, justificá-lo e à partida
despenalizá-lo é outra. Ser tolerante para quem erra é virtude e legítimo,
mas pactuar com um erro ou aceitar que não o seja é inadmissível. Só para
alguns irresponsáveis que fazem do aborto um método prático de planeamento
familiar, o aborto não é um drama real e penso que nesses casos o juiz não
deverá perdoar tal como àqueles que fazem do aborto um negócio lucrativo.

Se o objectivo é defender a dignidade e a saúde da mulher isso tem que ser
correctamente posto em prática, não negando os direitos do feto, mas
sobretudo através da prevenção: por uma educação sexual ligada à
afectividade, pelo ensino do planeamento familiar, pelo apoio e ajuda às
mulheres sem recursos, desempregadas, abandonadas ou vítimas de violência,
pelo maior apoio às mães adolescentes, às crianças deficientes ou
rejeitadas, promovendo salários justos, com apoio às famílias em
dificuldades, etc... mas nunca pondo de lado os direitos da criança que irá
nascer.

Noutros países em que o aborto foi despenalizado, a sua frequência aumentou
sem que o aborto clandestino tenha terminado já que as suas principais razões
não terminaram. Por exemplo, uma mulher que esteja grávida de um homem que
não seja o seu marido acaba por preferir abortar clandestinamente. Se o aborto
clandestino não acaba e o aborto em geral tende a aumentar, qual é o
benefício da despenalização? É verdade que há a diminuição do risco para
algumas mulheres que fariam o aborto pelo serviço nacional de saúde, mas há
que contrapor um maior número de abortos tanto legais como clandestinos,
devido à aceitação social e banalização deste problema, pelo menos é o
que nos mostra a experiência de outros países.

E outro problema se coloca, aceitando a despenalização do aborto, no
Serviço Nacional de Saúde, quem terá prioridade a doente com cancro na mama
ou no útero, ou a mulher saudável que deseja abortar? Se os doentes, em
regra, não têm culpa de o estar será que a mulher grávida não sabia que
poderia engravidar? E que pensar da proposta para que as laqueações de
trompas e vasectomias passem a ser prioritárias nos hospitais colocando assim
os verdadeiros doentes em segundo lugar ou até em listas de espera?

É importante mostrar que o problema do aborto jamais se resolverá pela
despenalização, aceitação ou facilitação.



Conclusão



Por tudo isto, sou contra a legalização e despenalização do aborto e contra
as propostas apresentadas por aqueles que o desejam legalizar.



Nota: Esta reflexão foi feita a partir de opiniões de várias pessoas que se
pronunciaram acerca deste assunto, tanto de apoiantes da lei como de apoiantes
da legalização do aborto e até de alguns que concordam com algumas medidas
de cada uma das partes, bem como de pesquisas sobre a lei em vigor e as
propostas para uma nova lei e opiniões de médicos (entre eles o Dr. António
Gentil Martins) que me permitiram uma maior reflexão sobre este assunto.


Este foi um trabalho que fiz para filosofia que expressa bem o que penso, aqui
fica a minha contribuição.
publicado por Equipa SAPO às 01:15

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Despenalizar e liberalizar!!!

Cada vez mais na nossa sociedade assume-se a ideia do liberalizar e despenalizar como forma de evolução, mas esquecem e retiram toda a importância à RESPONSABILIDADE. Como resultado de todos os nossos actos ou decisões, haverá sempre consequências de que somos responsáveis e teremos sempre que assumir. O facilitismo e o descartável são uma fuga para a frente, não respondendo ás questões de fundo. Em vez de se investir no planeamento familiar e informação (esclarecedora) das pessoas, assume-se uma postura de "penso rápido" nada eficaz. Acho que o que está previsto na lei actual, já é suficiente para os principais problemas. Se os eleitores disseram não, agora só eles puderam alterar esta situação, esclareçam as pessoas com verdade (quando há ser humano???) e deixem-nas decidir.

Luis Magalhães - Marco de Canaveses
publicado por Equipa SAPO às 01:12

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Aborto? São é doidos

A pergunta nem devia existir, pois já foi feito um referendo.
Só os desequilibrados mentais é que podem querer o aborto. As mulheres sabem
bem o que fazem e têm várias possibilidades de o fazer por razões
aceitáveis.
é de lamentar tanto tempo perdido com esse tema quando os temas mais sérios
ficam para traz. O pais está mesmo desnorteado.
publicado por Equipa SAPO às 01:07

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resposta

o aborto deve ser despenalizado, ou penalizado, mas por alguem que entende a verdadeira razão do aborto, e para isso só as mulheres para responderem.o corpo é delas, elas mais que ninguem sabem responder as razões de um aborto. os politicos em Portugal não são fiaveis pois pensam que entendem de tudo, mas no fundo nada percebem, como tudo em geral. o tribunal constitucional deu o parecer mas será que eles sabem do que se estão a pronunciar? até parece que a a justiça funciona num pleno total e os portugueses gosam de uma justiça saudavel (sem greves, sem demoras) e o prenuncio é sempre pela parte correta
Quanto á pergunta: Será que não tivemos já um referendo? eu limito-me a dizer, quem respondeu, num pais com o grau de analfabetismo como o nosso como posso eu dizer que esta certa a decisão do não.
publicado por Equipa SAPO às 01:00

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Aborto

governo foi eleito para governar. Porquê gastar dinheiro em perguntas? Não é governar a função dos eleitos? Se é preciso referendar a questão do aborto, porque é que não se referendam outras questões como a subida dos impostos? Porque não faz sentido. A função do Governo é Governar! O povo escolheu, está escolhido. Se assim não fôr, qualquer dia ainda se referenda a ida à casa-de-banho!!!

António C.
publicado por Equipa SAPO às 00:56

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...

Não despenalizando o aborto vão continuar a morrer as mulheres e os fetos.

Será que ainda ninguém percebeu isso???????????????



Pedro Rodrigues
publicado por Equipa SAPO às 00:56

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IVG

Será uma decisão polémica. Como muito bem disse o PR, há que salvaguardar a harmonia social. Penso, todavia, que o PS colocou mal a questão. Na minha opinião, a aprovação da lei deveria ter sido uma promessa eleitoral. Agora, como diz o rifão, é morto por ter cão e morto por não o ter...
Cumprimentos.
José-Augusto de Carvalho
publicado por Equipa SAPO às 00:48

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PORQUE É QUE TENHO QUE ANDAR A LEVAR COM ESTES POLÍTIC OS E AINDA TER QUE SUSTENTÁ-LOS

A decisão do Tribunal Constitucional veio mesmo a calhar não é Sr Primeiro Ministro?
Mais um faz de santo!
Que grandes preocupações com as mulheres!
Dê uma volta pelos bairros degradados e verifique o resultado de tanta santidade.
Não se esqueça da procissão das velas.

Assina um
REPUBLICANO E MILITANTE DO PARTIDO SOCIALISTA
VIVA MANUEL ALEGRE
publicado por Equipa SAPO às 00:46

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aborto

Esees senhores já uma vez levaram com um não.
Qum manda é o povo, portanto alteração à lei
só com referendo.
as situações actualmente previstas são mais que suficentes.
Fernando Tavares
Porto
publicado por Equipa SAPO às 00:45

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A EUROPA AQUI TÃO PERTO

Não é uma questão de saúde pública. É uma questão do foro da liberdade individual e do DIREITO AO CORPO.

Será tão difícil entender que é um direito básico da mulher ter apenas os filhos que deseje e quando o deseje?

Não há pachorra é para quem acha que uma mulher deve carregar um filho no ventre mesmo sem o desejar!

O MARQUES MENDES meteu NOJO!
publicado por Equipa SAPO às 00:44

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...

a forma falaciosa com que o 1º ministro referiu as promessas eleitorais só
tem paralelo nas promessas nao cumpridas, a começar pelo aumento de
impostos. Se duvidas existiam sobre o posicionamento do PS hoje ficou clara.
são de centro direita, pena é que muitos portugueses ainda os indentificam
com a esquerda. pobre portugal
publicado por Equipa SAPO às 00:43

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.NÃO

-Reacção de Marques Mendes(SIC)

-Reacção de Ribeiro e Castro(SIC)

-Reacção de Movimentos pelo Não(SIC)

.links