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Quarta-feira, 3 de Janeiro de 2007

SIM À VIDA

Porque se gasta tanto com a preocupação em matar?

Porque não há essa preocupação com tantas famílias, e cada vez mais, que
pouco mais têm que amor para darem aos filhos?

Porque não se volta à pena de morte para quem nada faz e vive à custa do
trabalho dos outros?

Não é a mesma coisa?

TUDO É MATAR !!



M Emília
publicado por comunidade às 21:21

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Aborto não. Dinheiro sim.

Não ao aborto. Se condenam a execução do ditador, também devem condenar aqueles que praticam o aborto, porquanto, trata-se também de um ser vivo e por outro lado, toda a população sabe como evitar os filhos.A despenalização vem dar mais liberdade à prática do sexo e praticar-se-á com mais descontracção sem pensar com quem, sem pensar nas consequências, mas sim a pensar que se correr mal temos o serviço nacioanal de saúde que resolverá o caso.
O euros que se vão gastar no acto eleitoral, davam para fazer muitas operações que se encontram na lista de espera, com eles, poderiam-se antecipar as intervenções, evitando assim mortes antecipadas, poderiam matar a fome a milhares de pessoas sub alimentadas, poderiam construír habitações para os sem abrigo que morrem ao frio, enfim, um sem número de obras que poderiam fazer-se.
Mas pronto. É o aborto que vai contribuir para o défice que neste momento é uma grande preocupação dos governantes ou é o economizar os euros? Não dá para pensar.... A electricidade e outros bens essenciais, subiram no princípo do ano. O que é mais necessário? Poupar para comer ou esbanjar para que os prazeres da carne sejam gozados livre e descontraidamente?
publicado por comunidade às 20:20

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Hipocrisia política

Estamos perante uma falso problema e uma hipocrisia política: com maioria absoluta, com um país onde mais de 200 mil pessoas já vivem abaixo do limiar da pobreza, onde as pessoas ricas estão cada vez mais ricas e os pobres cada vez mais pobres, onde o desemprego aumenta em passo de gigante,onde a classe média está a ser sugada até à última gota de cêntimos oriundos de trabalho dependente, onde os deficientes estão são excluídos, , que já tinham pagobasta dizer que até os benefícios fiscais lhes foram retiradas...os reformados pagam impostos, que já haviam pago para garantir as magras reformas que recebem, quando o Governo faz o que quer, ignora tribunais,governa ditatorialmente,não percebo o que leva o Snr. Sócrates a não assumir o Sim no Parlamento e querer atirar areia para os olhos dos carneirinhos, que somos todos nós, que vamos assistir a um referendo que vai gastar aos contribuintes 10M? e desresponsabilizar o Governo por uma questão, cuja posição é tão ambígua, que é lançada à "populaça".
É tempo de tirar a venda dos olhos e compreender que tanto o Sim como o Não são válidos, são posições pessoais respeitáveis e quem diz sim pode,até, não optar, na prática por tal solução, mas reconhecer que há situações em que o aborto é inevitável, já para não falar na capacidade que os mais ricos têm de os fazer fora do País.
Deveria o nosso governo, antes de mais, incentivar a natalidade, propiciando às famílias numerosas e às mais carenciadas condições para viver e criar dignamente os filhos.Abono de família de 30.00? e um nível de vida que só os mais ricos podem suportar, quem tem dinheiro para métodos anticoncepcionais ? Quem não tem educaçãpo/formação o que é que sabe disso ?
Lá vão mais 10M? para satisfazer a imagem e o auto-conceito do Snr. 1ºMinistro....

Fátima Moreira
publicado por comunidade às 20:05

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opinião

Não sou a favor do aborto conforme minha votação.Sou sim contra a fortuna que se vai gastar na colheita das opiniões.Porque é que não se envia uma carta com um selo no interior a cada utente ou com porte gratis para eles/as exprimirem as suas opinioes.Sejamos mais humildes e mais poupados.O exemplo vem de cima,sempre me disseram isso.Selecionem algumas dezenas de funcionários publicos para fazerem a contagem, ou será que não há disponiveis?


José Alberto Fernandes Alves
publicado por comunidade às 20:00

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...

Ao votar sim estão a estragar o negócio de muitos oportunistas. Vejam lá o que assim não posso mudar de "mercedes" todos os anos
publicado por comunidade às 19:55

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Defender a Vida

Sou completamente contra a despenalização do aborto. Ninguém tem o
direito de tirar uma vida. Matar é crime.
Toda a gente sabe como fazer filhos, mas também toda a gente sabe como
não os fazer.
Difícil não é ter filhos. Difícil é criar, educar, dar-lhes o amor e o
carinho que eles merecem, manter a família unida.
O mais fácil é tirar-lhes a vida. Eles nem sequer se podem defender. Mas
pelo menos acabaram as preocupações com a falta de dinheiro ou de
condições para os ter.
publicado por comunidade às 15:42

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Terça-feira, 2 de Janeiro de 2007

...

A questão do aborto não pode ser resolvida com base no direito à vida, porque
não é impondo ás outras pessoas a proibição de abortarem (para que não
violem esse direito) que estas deixarão de o fazer. Por outro lado, enquanto o
sistema judicial continuar a condenar as mulheres que abortam fora dos termos
actualmente previstos na lei, não é apenas a humilhação do julgamento e da
prisão que elas terão que suportar. Numa tentativa de não serem condenadas
judicialmente, elas recorrem a pessoas que não têm os conhecimentos, os meios
necessários ou ambos para realizarem abortos de forma segura, provocando graves
danos nos corpos dessas mulheres. De uma forma indirecta, quem apoia a actual
política, está também a condenar as mulheres que interrompem voluntariamente
a gravidez a penas corporais. Isto porque elas recorrem aos serviços de pessoas
que não podem garantir-lhes a boa qualidade do serviço por causa da actual lei
que as impede de recorrerem aos hospitais e clínicas abilitadas, lei essa que,
por causa da teimosia dessas pessoas em não querer mudá-la, continua na
mesma. O que verdadeiramente estamos prestes a decidir não é se continuarão
a existir pessoas que interrompam a gravidez, mas sim, como é que elas
saírão desse processo: se com os problemas psicológicos que possam daí
advir (sim, abortar não é a solução perfeita, pois é sabido que há
mulheres que ficam com problemas psicológicos depois de abortarem), ou se,
para além desses problemas, ainda ficarão com danos físicos graves. Por
isso, as pessoas que defendem o "não" à interrupção involuntária da
gravidez, com base na defesa do direito à vida, não estão a olhar para o
problema da prespectiva mais indicada e justa, pois, para além de não
conseguirem impedir que os abortos continuem a serem realizados, ainda sujeitam
as mulheres aos referidos danos físicos e à humilhação (que eu, nunca tendo
passado por isso, só posso tentar imaginar) de verem a sua vida privada a ser
exposta na praça pública e de serem vistas pela opinião pública como
criminosas, porque é essa a mentalidade que os que defendem o "não" estão a
instituir e a reforçar na nossa sociedade. Se interromper uma gravidez é
inaceitável para esses, sujeitar as mulheres ao vil tratamento que acima
descrevi, é, para mim (e sei que para muitos outros) indefensável.
Luís Neto
publicado por comunidade às 21:48

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Aborto

Eu voto não. sou contra a pena de morte em todas as circunstancias, abortar é
matar. Não ?critico quem o faz mas não será com o meu voto que uma mãe
mata um filho.É a coisa mais importante na vida de uma mulher é a
maternidade. Eu tenho tres filhos e infelizmente morreu um com 5 dias do qual
ainda hoje tenho saudades passados 35 anos. Devem dar é condições às
mulheres para criar os seus filhos.
Maria Celeste
publicado por comunidade às 15:57

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...

Sim à vida com dignidade!

No próximo dia 11 de Fevereiro vou votar sim. Não porque seja a favor da leviandade, não porque seja a favor da despenalização como forma de contracepção, por nada disso e de tantas outras coisas! Mas antes porque sou contra a hipocrisia da nossa sociedade, porque sou contra a diferença entre classes e porque sou contra o crescimento de crianças em condiçoes sub - humanas, que têm uma infância miserável e que, muitas, acabam como a Joana.
Por tudo isto vou votar sim. As crianças devem nascer desejadas, em familias estruturadas e prontas para lhes dar amor. Não devem nascer no seio de uma familia que não as quer.
Mas mais do que isso trata-se de uma questão de direitos iguais: sem sermos hipócritas convenhamos: quantas mulheres de familias abastadas se deslocam a Espanha (e até a clinicas portuguesas, cujos nomes não citarei para não ferir susceptibilidades...) para fazerem abortos?? São ás centenas por ano. Essas, porque têm dinheiro podem recorrer ao aborto! Apesar de poderem criar essa criança, pois que têm meios finnaceiros! Quem não tem dinheiro é obrigada a ter a criança, não pode fazer um aborto e, se o fizer é julgada por Tribunais que ignoram o facto de as tais clinicas praticarem, essas sim, o CRIME de matar inocentes.
Não há soluções perfeitas. Eu, pessoalmente, seria incapaz de fazer um aborto. Só não sou é capaz de viver numa sociendade hipócrita e moralmente corrompida como a nossa.
Teresa
publicado por comunidade às 15:33

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Segunda-feira, 1 de Janeiro de 2007

nao ao crime...(aborto)

Quando falamos da palavra aborto, associamos a quê? Eu pelo menos associo a crime… Sim! O aborto é um crime, pois o que é que se chama tirar a vida a um ser tão inocente?! Todos têm direito à vida!  Acham que o feto tem culpa dos erros dos pais?! Claro que não! Então, porque é que tem de ser ele a sofrer as consequências?! Ainda não sei como é que há pessoas que são capazes de ser a favor do aborto. Será que não têm sentimentos?  Como se sentirá uma mulher que faz um aborto e que, passado uns anos, tem um filho e lembra-se que já podia ter outro mais velho? Sinceramente, não se compreende! 
Agora com um novo referendo ao aborto, só espero que Portugal não se deixe “levar” pelos outros países em que este é permitido, mas que continue com a sua lei, pois, embora vivamos num país livre, ninguém é livre para matar ninguém… 
Só espero que Portugal não se torne num país em que é possível matar um ser humano e que nada faça para repreender essas pessoas pelos seus actos… 
Não ao aborto!

 

melhores comprimentos,

 

Rita!


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publicado por comunidade às 14:56

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