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Terça-feira, 6 de Fevereiro de 2007

è não

Somento um anormal ou um terrorista é que pode dizer sim numa situação como esta.
Sou casado e Pai de dois filhos e por isso mesmo é não porque as crianças são o melhor do mundo.
publicado por comunidade às 16:45

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A lógica da batata

Neste mesmo blogue:

Diz um defensor do NÃO: «Se ninguém quer o aborto, porque é que querem
despenalizá-lo?»

Diz um defensor do SIM: «Para melhorar as condições de saúde em que são
feitas as IVGs.» (Note-se que «IVG» é muito melhor do que «aborto».)

Diz o mesmo defensor do NÃO: «OK. Vamos então ser mais explícitos:

- O aborto é um mal, mas vamos despenalizá-lo para que ele possa ser feito
em boas condições. Assim, já deixa de ser um mal.

- A pedofilia é um mal, mas vamos despenalizá-la, dando aos pedófilos
condições de higiene para a porem em prática. Assim, já deixa de ser um mal.

- O trabalho infantil é um mal, mas vamos despenalizá-lo e melhorar as
condições de trabalho nas empresas para que possam admitir crianças a troco
de um salário. Assim, já deixa de ser um mal.

É a lógica da batata!
publicado por comunidade às 16:45

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Aborto

LIBERDADES…

E.. defende-se o direito às liberdades.... fico a pensar ..a divagar no significado de tão sublime palavra…mas na verdade.. o que é a liberdade?..talvez um estado reivindicado por muitos ou por todo o ser humano, uma meta a ser alcançada em cada etapa da vida..um estado de alma ...talvez a mais bela busca interior de cada ser vivente como autor neste palco maravilhoso que é a vida… Penso que é uma celebre palavra interpretada muitas vezes de maneira ironia por parte de quem insiste impor e não expor suas ideias .
E agora pergunto-me que liberdade reivindicam os defensores do "Sim"..é triste ….. .Em que se baseiam .?.que fundamentos .?..que autoridade.?.em nome de quê????...já sei..e voltamos ao mesmo....em nome da bendita liberdade..!...Sim a "liberdade”, palavra que se torna escrava e vazia de todo o seu conteúdo numa sociedade cujos valores não se inter lassam nesta mesma palavra. Ah…! já sei de que falam. Da liberdade das mulheres, de poder livremente dizer….”tu vives”…ou …”tu morres”.. em nome da tão desejada e destorcida democracia imposta pelos muitos defensores .Sim…más condições na clandestinidade do aborto, uma de suas bandeiras, como também suas mortes provocadas por esta mesma pratica, é lamentável que isso aconteça e nisso estou de acordo. Agora atentar à mais plena de todas as liberdades que é o direito à vida como fundamento de toda a existência…é demasiado monstruoso para que o entenda. Todas as realidades dolorosas enfrentadas pelas mulheres não justificam a realidade dramática do aborto. Gostaria que os defensores do “sim” se interiorizassem, se esvaziassem de seus preconceitos e tivessem a coragem de viajar pelas avenidas de seu ser sem medos e receios de ancorar em algum caos intelectual. Situação essa excelente para que se possa exercer a arte de pensar a um nível mais puro e descontaminado. Por uma vez não tenham medo de duvidar e criticar seus pensamentos , pensar e repensar suas ideias …não sejam escravos delas..Pensem naquilo que a ciência já consegue comprovar…(a partir do momento da união do espermatozóide com o óvulo, passa a existir vida distinta) e logo um ser com todos os seus direitos apesar de sua vulnerabilidade. E não pense ...“para mim ainda não é nada”……amigo…você já foi desse pequeno tamanho e imagine que alguém pensasse assim em relação a si….. talvez nem estaria aqui a ler estas minhas ideias…Peço que tenham a coragem de promover ajudas a todos os níveis para que a mulher seja dignificada, como tantos falam, mas nunca permitindo uma cultura selvagem de morte. E já agora para concluir, não posso deixar passar minha indignação em pensar que, muitas pessoas esperam tempo considerável para usufruírem do bloco operatório para assim poderem ver sua saúde melhorada e agora quererem utilizar, e por conseguinte sobrecarregarem ainda mais aquele espaço, não para dar nem melhorar vidas..mas sim para….simplesmente as tirarem!....meus inteligentes Amigos….pensem…..não sejamos selvagens!....não custa nada…


Rui Tavares
publicado por comunidade às 16:45

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«Não», disseram eles

Aqui fica um destaque das partes mais significativas das declarações dos
juízes do Tribunal Constitucional que votaram vencidos, por uma margem
mínima, sobre a constitucionalidade da pergunta que vai a referendo:
«Maria dos Prazeres Pizarro Beleza: Se, no limite, se poderia talvez
defender que a simples descriminalização [do aborto] é compatível com o
princípio da inviolabilidade da vida humana [consagrado no art. 24º da
Constituição], ficando esta protegida por formas de tutela jurídica sem
carácter penal, já, porém, a liberalização, no sentido de tornar a
interrupção voluntária da gravidez um acto lícito, não condicionado por
qualquer causa justificativa, me parece inconciliável com o princípio da
inviolabilidade da vida humana.
Benjamim Rodrigues. O direito à vida humana é protegido pela Constituição
(art. 24º, n.º 1) como direito inviolável. O vocábulo "inviolável" só poderá
significar que se trata de um direito que não poderá ser violado em caso
algum, mesmo pelo Estado legislador.
Moura Ramos. O que já contrariará a Constituição, pelo contrário, será uma
solução legislativa que, num dado período (dez semanas, no texto da
pergunta), permita o sacrifício de um bem jurídico constitucionalmente
protegido, por simples vontade da mãe, independentemente de toda e qualquer
outra consideração ou procedimento. Em tais casos, não poderá falar-se em
nosso entender de concordância prática ou de ponderação de valores, uma vez
que nenhuma protecção é dispensada ao bem jurídico vida.
Mota Pinto: O que não acompanho é a conclusão de que a afirmada
"concordância prática" entre a liberdade, ou o "direito ao desenvolvimento
da personalidade", da mulher e a protecção da vida intra-uterina "possa
conduzir a desproteger inteiramente esta última nas primeiras dez semanas
(durante as quais esse bem é igualmente objecto de protecção
constitucional), por a deixar à mercê de uma livre decisão da mulher, que se
aceita será lícita, em abstracto, ou seja, independentemente da verificação
de qualquer motivo ou indicação no caso concreto.
Pamplona de Oliveira. Se a Constituição, no aludido preceito [nº 1 do art.
24º] protege sem excepção a vida humana, é necessário que se conclua que
esse dever de protecção legal se estende a todas as formas de vida humana e,
portanto, à vida inter-uterina. [...] Significa, isso sim, que se me afigura
constitucionalmente desconforme que se retirem completamente todos os
obstáculos legais à morte da vida intra-uterina, nesse período de 10 semanas
Mário Torres: Apesar da notória divisão de posições revelada pelos quatro
acórdãos proferidos pelo Tribunal Constitucional sobre a problemática do
aborto, num aspecto crucial verificou-se unanimidade por parte dos 31 juízes
das diversas formações que subscreveram esses acórdãos: todos eles, nemine
discrepante, assumiram que a vida intra-uterina constitui um bem
constitucionalmente tutelado, donde deriva a obrigação do Estado de a
defender. [...] O que se me afigura constitucionalmente inadmissível, por
incompatível com o reconhecido dever do Estado de tutelar a vida
intra-uterina é admitir que, embora na fase inicial do desenvolvimento do
feto, se adopte solução legal que represente a sua total desprotecção, com
absoluta prevalência da "liberdade de opção" da mulher grávida, sem que o
Estado faça o mínimo esforço no sentido da salvaguarda da vida do feto.»

A este propósito legal, são também pertinentes as seguintes observações:
«Numa perspectiva estritamente legal, fico estupefacto como se
compatibiliza, com algumas disposições do Código Civil, a eventual
possibilidade de, até às 10 semanas (caso o SIM ganhe), poder ser tirada a
vida.
Os nascituros podem ser donatários (Art.952º), podem ser perfilhados
(Art.1855º), são representados pelos pais (Art.1878º), têm capacidade
sucessória (Art.2033º) e podem herdar (Art.2240º).»
In «blogue do não»
publicado por comunidade às 16:45

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Aborto

Seja um não ou seja um sim quem vos dá o direito de decidir por mim.C.R
publicado por comunidade às 16:45

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O censor

A minha dúvida sobre o motivo da não inserção da minha opinião no Forum do SAPO, encontra-se esclarecida pela falta de resposta às questões colocadas na mensagem anterior.
Definitivamente trata-se de censura!
Até que enfim que alguém tem a coragem de reimplementar esta necessária ferramenta de informação.
Espero agora que essa coragem para censurar não se transforme numa cobardia de alguém que não assume estar a fazê-lo, ou que o faça sem mostrar a cara.
Quando era realizada no saudoso tempo em que Portugal era um Império, as pessoas sabiam que existia a censura e quem a fazia!

Cumprimentos

António Monteiro
publicado por comunidade às 16:45

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Eles disseram não

Aqui fica um destaque das partes mais significativas das declarações dos
juízes do Tribunal Constitucional que votaram vencidos, por uma margem
mínima, sobre a constitucionalidade da pergunta que vai a referendo:
«Maria dos Prazeres Pizarro Beleza: Se, no limite, se poderia talvez
defender que a simples descriminalização [do aborto] é compatível com o
princípio da inviolabilidade da vida humana [consagrado no art. 24º da
Constituição], ficando esta protegida por formas de tutela jurídica sem
carácter penal, já, porém, a liberalização, no sentido de tornar a
interrupção voluntária da gravidez um acto lícito, não condicionado por
qualquer causa justificativa, me parece inconciliável com o princípio da
inviolabilidade da vida humana.
Benjamim Rodrigues. O direito à vida humana é protegido pela Constituição
(art. 24º, n.º 1) como direito inviolável. O vocábulo "inviolável" só poderá
significar que se trata de um direito que não poderá ser violado em caso
algum, mesmo pelo Estado legislador.
Moura Ramos. O que já contrariará a Constituição, pelo contrário, será uma
solução legislativa que, num dado período (dez semanas, no texto da
pergunta), permita o sacrifício de um bem jurídico constitucionalmente
protegido, por simples vontade da mãe, independentemente de toda e qualquer
outra consideração ou procedimento. Em tais casos, não poderá falar-se em
nosso entender de concordância prática ou de ponderação de valores, uma vez
que nenhuma protecção é dispensada ao bem jurídico vida.
Mota Pinto: O que não acompanho é a conclusão de que a afirmada
"concordância prática" entre a liberdade, ou o "direito ao desenvolvimento
da personalidade", da mulher e a protecção da vida intra-uterina "possa
conduzir a desproteger inteiramente esta última nas primeiras dez semanas
(durante as quais esse bem é igualmente objecto de protecção
constitucional), por a deixar à mercê de uma livre decisão da mulher, que se
aceita será lícita, em abstracto, ou seja, independentemente da verificação
de qualquer motivo ou indicação no caso concreto.
Pamplona de Oliveira. Se a Constituição, no aludido preceito [nº 1 do art.
24º] protege sem excepção a vida humana, é necessário que se conclua que
esse dever de protecção legal se estende a todas as formas de vida humana e,
portanto, à vida inter-uterina. [...] Significa, isso sim, que se me afigura
constitucionalmente desconforme que se retirem completamente todos os
obstáculos legais à morte da vida intra-uterina, nesse período de 10 semanas
Mário Torres: Apesar da notória divisão de posições revelada pelos quatro
acórdãos proferidos pelo Tribunal Constitucional sobre a problemática do
aborto, num aspecto crucial verificou-se unanimidade por parte dos 31 juízes
das diversas formações que subscreveram esses acórdãos: todos eles, nemine
discrepante, assumiram que a vida intra-uterina constitui um bem
constitucionalmente tutelado, donde deriva a obrigação do Estado de a
defender. [...] O que se me afigura constitucionalmente inadmissível, por
incompatível com o reconhecido dever do Estado de tutelar a vida
intra-uterina é admitir que, embora na fase inicial do desenvolvimento do
feto, se adopte solução legal que represente a sua total desprotecção, com
absoluta prevalência da "liberdade de opção" da mulher grávida, sem que o
Estado faça o mínimo esforço no sentido da salvaguarda da vida do feto.»

A este propósito legal, são também pertinentes as seguintes observações:
«Numa perspectiva estritamente legal, fico estupefacto como se
compatibiliza, com algumas disposições do Código Civil, a eventual
possibilidade de, até às 10 semanas (caso o SIM ganhe), poder ser tirada a
vida.
Os nascituros podem ser donatários (Art.952º), podem ser perfilhados
(Art.1855º), são representados pelos pais (Art.1878º), têm capacidade
sucessória (Art.2033º) e podem herdar (Art.2240º).»
In «blogue do não»
publicado por comunidade às 16:45

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...

Eu costumo dar a pilula às minhas cadelas.
publicado por comunidade às 16:45

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Testemunho de um ateu

«Mesmo que me digam que abortar é moderno. Mesmo que me digam que a Igreja é pelo Não, e que como ateu deveria ter a posição contrária. Mesmo que me digam que se se trata de dar mais direitos às mulheres. Porque não acredito em nada disto.


Confesso que ainda considerei abster-me, por ter dúvidas. Nesta questão, os juristas dividem-se. Os médicos dividem-se. Mas são as minhas dúvidas sobre se um humano com nove semanas e seis dias tem menos direito à vida do que um mesmo humano com dez semanas e um dia, que me levam ao voto Não.


Acredito que a liberalização do aborto viola os direitos humanos fundamentais: É contrária ao texto e ao espírito da Declaração Universal dos Direitos Humanos, cujo artigo 3º diz que «Todo o indivíduo tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal». E o artigo 24º da Constituição da República Portuguesa que afirma que - no 1º parágrafo - «A vida humana é inviolável». Ao responder Sim a esta questão prescindimos do direito à vida humana do indivíduo por nascer.



Ao longo da história cometeram-se atrocidades contra a humanidade por não se reconhecer humanidade às suas vítimas. Os hereges foram diabolizados e por isso torturados e queimados até à morte; os povos africanos não eram vistos como mais que animais de trabalho, e por isso escravizados até à morte. Foram os pioneiros do pensamento progressista os primeiros a reconhecerem-lhes humanidade. E agora, com o aborto, o que vemos? Vemos que se vende a ideia de modernidade ligada a uma espécie de pena de morte, a título duma ideia de liberdade sexual antiquada e assente nos ideais de irresponsabilidade dos anos setenta do século passado.


Porque, convenhamos, uma mulher não engravida espontaneamente. Um feto não é um tumor que aparece não se sabe como. Criticamos o Vaticano por afirmar que o preservativo não previne a 100% uma gravidez, e agora vimos sustentar a desresponsabilização do acto sexual pelo facto dos métodos contraceptivos não serem 100% eficazes?


Colocar esta questão como uma «perseguição às mulheres» é uma forma desonesta de transformar uma discussão dos direitos humanos para uma questão que não é só das mulheres. Ao atribuir à mulher - «por opção da mulher», entre vírgulas, como lemos na questão - e só à mulher a decisão, anulam-se os direitos de paternidade dos homens. À luz desta liberalização, não estaríamos apenas a dar direitos às mulheres - estaríamos a retirá-los por completo aos homens, que deixam de poder ficar com filho mesmo que a mãe não o deseje, assim como retiraríamos do conceito de paternidade tudo o resto que não o mero dispensar de espermatozóides.


Seja em que campanha for, seja para defender o que quer que seja, parece ser de consuetudo chamar «hipócrita» aos defensores da posição contrária. Para que este meu humilde texto não destoe da formatação em vigor, permitam-me agora que insinue ser hipócrita a defesa da liberalização do aborto duma vida humana em estágios de complexidade superior ao de animais melhor protegidos por sociedades protectoras desses.


Outros epítetos lançados aos defensores do Não ficarão por responder, por indisponibilidade de fazer desta séria discussão, um exercício de adjectivação agressiva ao estilo de Francisco Louçã agora amplamente imitado por outros movimentos e partidos. Parece-me agressivo contra a vida, isso sim, vir a financiar abortos num país onde as fertilizações in vitro não o são.


Votar Sim não resolve o problema das mulheres que querem abortar às 11 semanas. Votar Sim não resolve o problema da privacidade das mulheres que abortariam, pois segundo o que o Ministro Correia Campos alertou, «o anonimato seria impossível em hospitais públicos». E convidado a calar-se.


Um ministro que é convidado a não dizer nada que não vá contra a posição oficial partidária. Dos catorze movimentos pelo Não para cinco pelo Sim, estabelece-se que o tempo de antena será divido por posições e não por movimentos, como se nas legislativas se dividissem os tempos entre «esquerda» e «direita». Os defensores do Não estão em terreno desfavorável.
Como
ateus, sabemos que o ser humano é criação dos humanos. Sejamos então conscientes e responsáveis.


Voto em consciência. Voto sobretudo em nome daqueles que ainda não são conscientes, tendo ou não nascido, porque se tudo correr bem, tê-la-ão.»

 

Ricardo Pinho

publicado por Equipa SAPO às 15:43

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AQUI E ALI TAMBÉM HÁ VIDA!

Começo por dizer que não vou votar no Referendo; não estou motivado para ir votar. Eu não sou vegetariano mas se  fosse estaria de igual modo confuso quanto à vida defendida pelos defensores do NÃO. Quero deixar algumas questões que me parecem pertinentes: há vida no leite (organismos vivos)? Se há, todos os mamíferos são assassinos! Eu como carne de animais; ovos de aves; vegetais e frutos, logo, sou um assassino! Se alguém golpear uma vitela, ela reage em virtude do sofrimento que lhe foi inferido; é porque está viva e por estar viva é que a vão matar para bifes... Muito boa gente (importante de faladura científica...) diz que faz bem às plantas conversarmos com elas; um ex-ministro defensor do NÃO já por várias vezes disse nas TVs que fala com as suas plantas no seu Monte Alentejano, então, é porque as plantas são seres vivos! Mas mesmo os vegetarianos comem plantas! Os vegetarianos também são assassinos! Ninguém duvida que ao cortarmos parte de uma planta lhe estamos a provocar "sofrimento"; pois a própria planta se encarrega de nos transmitir isso de imediato! Significa então, que uma determinada ou qualquer espécie só comete um crime se violar os direitos ou a integridade física ou moral de um outro elemento da sua espécie! Mas se maltratar um elemento de outra espécie que não da sua, já não há argumentos plausíveis para considerar esse acto um crime! Portanto, porque estamos nós a defender as espécies em vias de extinção? APENAS PARA NOSSO BENEFÍCIO, NÃO É VERDADE? O melhor é liquidarmos tudo que não seja da nossa espécie... e depois ficamos com todo o direito moral de proibirmos todos os elementos da nossa espécie que queiram ou necessitem fazer aquilo que nós não temos necessidade de fazer e é apenas por essa razão que dizemos: NÓS!? NÃO!!! QUE HORROR!!! Quantas senhoras foram ao Jantar do NÃO e negam os abortos que já fizeram? Alguém fará uma ideia disso? Um padre, quiçá pedófilo, também diz aos seus paroquianos: FAZEI O QUE EU DIGO E NÃO O QUE EU FAÇO! Muitos(as) defensores(as) do NÃO também utilizam a mesma máxima do padre, quiçá pedófilo!
 
António Gomes
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publicado por Equipa SAPO às 15:42

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PORQUE SOFREM AS CRIANÇAS... - Parte II

Além disso, devemos nos lembrar de que nada é inútil na economia divina, como tão bem percebeu, embora indiretamente, Lavoisier, quando disse que “nada se perde, nada se cria, tudo se transforma”.

Muitas dessas crianças são grandes espíritos que aceitam vir ao mundo em condições precárias e desumanas, a fim de despertar o entendimento de médicos, cientistas, políticos, filósofos e tantos outros seres humanos com poder de influência sobre a grande massa humana. Muitas delas nem sequer sofrem de verdade, pois sua compreensão está muito acima do bem e do mal que tanto insistimos em separar. Sua percepção da vida e do universo é tão elevada que seu corpo não sofre como imaginamos. Ainda que inconscientemente, elas vivem para uma outra realidade, ainda invisível para a maioria de nós.

Muitas dessas crianças sofrem voluntariamente, porque pediram esta condição antes de reencarnarem, na esperança de diminuírem o peso de erros cometidos no passado, os quais as impedem de continuarem se iluminando como espíritos.

Muitas delas escolhem, conscientemente, a dor, antes de renascerem, na intenção de aprenderem algo novo para o seu espírito, pretendendo enriquecer sua bagagem espiritual, para poderem aumentar a própria luz e, com isso, ascender mais um estágio no universo.

Muitas outras aceitam, voluntária e conscientemente, situações desse tipo, para colaborar na programação de outros espíritos a quem amam, os quais reencarnam como seus parentes mais próximos e precisam passar pela experiência de verem sofrer os seus filhos, netos, sobrinhos, etc.

E muitas ainda escolhem sofrer para pôr à prova algo que tenham aprendido no mundo espiritual, esperando poder provar a si mesmas e a Deus o quanto caminharam espiritualmente, o quanto se iluminaram e evoluíram como consciências.

Nada no universo é desperdiçado. Deus está atento a cada movimento, a cada necessidade. Nada lhe escapa. Tudo está sujeito ao seu comando amoroso que visa apenas a felicidade de todos e de cada um. Estamos todos sujeitos às suas leis justas e precisas que nos colocam onde e como precisamos no mundo. E todas as crianças, que nós também já fomos e ainda seremos muitas vezes, não passam de estágios preparatórios de espíritos que buscam o seu próprio crescimento.

Em cada criança funciona um laboratório espiritual de aclimatação e preparo, trabalhando pela perfeita adaptação da consciência à sua nova etapa de aprendizado. E nenhum detalhe é negligenciado. As leis divinas em tudo trabalham, minuciosamente, para que tudo esteja perfeitamente integrado para a nova experiência.

A inteligência divina a tudo administra e precisamos confiar, não com o conformismo que a tudo aceita, sem questionar, nem com o fatalismo que se entrega, sem lutar.

É preciso confiar, agindo. Onde houver uma criança sofrendo, devemos enxergar Deus nos perguntando como vemos a situação e o que estamos dispostos a fazer para mudá-la; o quanto confiamos nele e o que somos capazes de inventar para gerar alívio; o quanto o amamos naquela criança a ponto de aceitar a sua condição de coração aberto e mãos estendidas, prontas para agir.

Para que amanhã, quando os jornais nos trouxerem a notícia de mais crianças sofrendo, nós possamos vibrar por elas, não para que Deus as tire daquela situação ou para que os “culpados” paguem pelo seu “crime”, mas para que elas encontrem, em si mesmas, forças para suportar o que for necessário para o seu crescimento, alimentadas por energias de esperança e ânimo espiritual que lhes possam confortar a mente e o coração com novas luzes.


Fernanda Botelho
publicado por Equipa SAPO às 15:40

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PORQUE SOFREM AS CRIANÇAS... - Parte I



Todo dia é a mesma coisa... Basta ligarmos a TV ou abrirmos o jornal para vermos notícias do tipo: criança assassinada, criança violentada, criança abandonada, criança morrendo de fome, em guerras, em ataques de fúria ou loucura, crianças sequestradas ou exploradas, crianças maltratadas, crianças sofrendo...

Manchetes como estas são publicadas todos os dias e nós simplesmente não conseguimos entender porque seres aparentemente puros e ingênuos que, muitas vezes, nem tiveram a chance de viver, sofrem tanta violência. Sentimo-nos indignados e chocados diante de algo tão inexplicável.

Onde está Deus que não vê tudo isso? Por que não evita todas estas tragédias e injustiças? Por que não salva estes inocentes? Por que não pune os culpados?

Parece não haver lógica. E, em não havendo lógica, a nossa fé se abala e passamos a culpar também a Deus pelo que não entendemos. Com a fé abalada e sem poder entender, sentimo-nos indignados, impotentes e revoltados.

De fato, se limitamos nossa visão e análise ao aqui e agora, não encontramos explicações para coisas como estas, simplesmente porque a explicação não está no presente, não está na vida de hoje. Nossa lógica limitada não pode explicar, sozinha, fatos como estes, pois há agravatantes invisíveis, imperceptíveis, que interferem diretamente sobre o que vemos, que é apenas o resultado parcial da combinação de uma série de variáveis que não podemos detectar de imediato.

O que nos foge à visão e, portanto, à lógica, é que crianças são, antes de mais nada, espíritos que já viveram milhares de vezes, nas mais diferentes circuntâncias, com as mais incríveis histórias para contar. Espíritos que, como nós mesmos, já erraram, já acertaram, já amaram e odiaram, já foram felizes e infelizes. Espíritos que renascem para a vida carnal para poderem continuar sua caminhada evolutiva.

De infantil elas só têm o corpo, o cérebro, a matéria física, pois o espírito traz, em sua memória mais profunda, tudo o que já viveu através dos tempos, em busca da mesma evolução que ainda almeja. A infantilidade está somente no corpo que precisa crescer e amadurecer para poder manifestar, novamente, em plenitude, a índole mais íntima do espírito que o anima.

É preciso compreendermos que ninguém nasce inocente ou puro. Todos renascemos marcados por nossas próprias experiências passadas e são estas marcas que determinam parte de nossa história aqui na Terra. A outra parte é determinada por nossas próprias escolhas, pensamentos e sentimentos, os quais também são influenciados por nossas memórias, ainda que inconscientes.

Deus não erra, não comete injustiças. Como poderia permitir que crianças inocentes sofressem, injustamente? Não faz sentido se acreditamos num Deus infinitamente sábio, justo e bom. É aí que nossa lógica se confunde e precisa buscar outra explicação.

É preciso aprendermos a enxergar, em cada criança, o espírito que nela vive, muito mais antigo que o corpo que habita. Não há pureza, não há inocência, não há ingenuidade. Há apenas uma consciência, um ser divino tentando alinhar sua existência ao fluxo do Amor que a tudo mantém. E esta consciência traz, em si mesma, os determinantes de sua história. A violência e o descaso que sofre são parte de sua terapia espiritual, de seu programa de vida, cuidadosamente desenhado para propiciar-lhe o aprendizado e a renovação necessários.

Não há injustiça a não ser em nossas próprias mentes que se recusam a enxergar mais adiante. Não há erro a não ser em nossa própria interpretação dos fatos que considera apenas aquilo que pode ver e analisar por seus limitados critérios éticos.

Nada passa despercebido a Deus e não é necessário que nós, imperfeitos e limitados, nos indignemos com o sofrimento das crianças do mundo. Deus está no comando e permite que este sofrimento aconteça para que estes espíritos, em corpos de criança, possam dar mais um passo adiante em sua jornada espiritual, e para que nós, cegos e ignorantes, sejamos incomodados em nossa lógica e nos ponhamos a repensar nossos conceitos, procurando enxergar aquilo que só pode ser visto com o coração.

Fernanda Botelho

publicado por Equipa SAPO às 15:39

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Segunda-feira, 5 de Fevereiro de 2007

VERDADE OU INCONSEQUÊNCIA

Há demasiado ruído à minha volta: Há vozes que fingem dizer algo, mas apenas conseguem falar... Há outras vozes que dizem algo, conseguem falar, mas não conseguem fazer -se ouvir - no empastelamento provocado pelos que fingem dizer algo e também pelos que apenas tentam fazer com que ninguém diga nada!.. E há ainda pessoas em bicos de pés imitando pessoas grandes, sem conseguir no entanto, ir além da mediania - e ficam contentes se olham à volta e vêm algum anão... - São apenas grades entre os pequenos!.. E nesta confusão de ruídos ruidosos, de vozes inaudíveis, de sons empastelados, de pessoas em em bicos de pés (fingindo ser grandes) e de pessoas naturalmente pequenas (sem o tentarem esconder) paira esvoaçando qual manto diáfano, a VERDADE de que todos dizem ser pais, mas que está para além deles, acima deles e que na sua limpidez, parece querer desmentir categoricamente a paternidade comprometedora que invocam!

Porque a VERDADE às vezes é apenas a soma de muitas verdades por exclusão das várias inverdades! Porque a VERDADE não é ministrada como qualquer sacramento, não se aprende nos livros, nem advém de nenhum direito natural (como os títulos da nobreza)! Além do mais, a VERDADE (ao contrário dos dogmas) só o é, se for EXPLICÁVEL! Celestino Neves

 

publicado por Equipa SAPO às 12:01

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Quinta-feira, 1 de Fevereiro de 2007

Panorama da Lei do Aborto na União Europeia

publicado por Equipa SAPO às 18:23

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.NÃO

-Reacção de Marques Mendes(SIC)

-Reacção de Ribeiro e Castro(SIC)

-Reacção de Movimentos pelo Não(SIC)

.links