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Sábado, 29 de Outubro de 2005

Despenalizar com custos

"Despenalizar o aborto" não me parece ser o título correcto para esta situação decorrente. Despenalizado já ele está para as situações consideradas justificativas, até um determinado número de semanas. O que acontece neste momento é que querem aumentar esse número de semanas e praticarem o aborto sem razões que o justifiquem, livremente e tão somente porque após uma noite "mal" dormida a mulher engravidada resolve por fim à consequência do acto de amor ou até só de sexo.
Parece-me que continuamos a construir a casa pelo telhado. Não será muito mais natural começar uma campanha de informação séria sobre o controle da natalidade? Dar às mulheres informação e meios para não terem uma gravidez indesejável? Digo isto, embora me custe a acreditar que hoje em dia haja alguma mulher que desconheça os meios contraceptivos que tem à sua disposição.
Depois de se lutar por esta situação, então pensar em autorizar, clinicas privadas, a praticar o aborto, sob elevada fiscalização do Estado e com regras bem definidas à partida, como limite de tempo para a pratica do referido acto.
Não me parece correcto que passem a ser os hospitais civis, melhor cada um de nós, a arcar com despesas deste género que muitas vezes até podem ser completamente contrárias e traumatizantes para aqueles que por motivos religiosos ou outros se oponham a este tipo de actos.
Experimentem autorizar a realização do aborto nestas condições, ou seja em clínicas privadas com as despesas a correr por conta dos interessados e vamos ouvir outro coro de reclamações a pedir a gratuitidade do mesmo, pois é isso que move este movimento senão em primeiro lugar pelo menos logo em segundo.
Que paguem os outros os meus erros ou descuidos!
Se querem despenalizar o aborto que o despenalizem, agora que não obriguem o povo com os seus impostos a cobrir tal tipo de despesas. Já não existe dinheiro para a saúde, as pessoas esperam, em alguns casos, anos por uma operação, pessoas com doenças crónicas esperam meses para fazer um tratamento por falta de vagas, baixam e retiram comparticipação em medicamentos e meios de diagnóstico mas arranjam sempre dinheiro para estas "coisas" demagógicas. Quanto vai custar ao bolso de todos nós a implementação no terreno destes serviços hospitalares? Será que as mulheres que quiserem melhores serviços podem pedir comparticipação de custos?
Despenalizem se essa é a vontade das pessoas, mas despenalizem com respeito pelos outros.
publicado por Equipa SAPO às 10:29

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