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Quarta-feira, 25 de Outubro de 2006

Direitos humanos

Há fronteiras que não se passam.

A l(não) iberdade para matar é a mais marcada dessas fronteiras.

Nem eu, nem o Eng. Sócrates, nem a namorada (com quem ele não fala
segundo li) têm mais direito à vida que um(a) nascituro(a). Ponto.

Por isso voto sem hesitação NÃO.
publicado por comunidade às 22:42

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21 comentários:
De Godinho a 26 de Outubro de 2006 às 13:08
Com um País a envelhecer e a discutir o Aborto.
Quem merecia um Aborto era este País.
Tenho 4 filhos E vou VOTAR NÂÂÂÂÂÂO.

De isabel paiva a 26 de Outubro de 2006 às 13:13
Eu tenho uma filha e espero ter mais... mas vou votar SIM!!!
No meu corpo mando eu e mais ninguém!!
De Anónimo a 26 de Outubro de 2006 às 13:36
Comentário apagado.
De Maria a 26 de Outubro de 2006 às 13:52
Desculpe Matador...está a falar das SUAS MULHERES?...porque eu sendo mulher, mãe e já avó julgo que deve mudar de lentes imediatamente. Dar uma opinião que respeito é um coisa, agora ser insultuoso é outra.
Há de facto contraceptivos e oxalá que o senhor um dia, já que é tão PERFEITINHO(até na escrita) não pague pelo que diz porque na maioria dos casos os homens não assumem e com tretas fogem a sete pés.
Votarem SIM como anteriormente votei porque nunca julguei nem condenei uma mulher por esse acto.
Fique em paz numa país de jagunços!!!!

De Anónimo a 26 de Outubro de 2006 às 14:05
Pois é, e os homens? Também apanham em tudo o que é burado, mas para sorte deles, não engravidam!!!
A sua mãe também levou no buraco, senão não estava aqui, pois não??
De Anónimo a 26 de Outubro de 2006 às 17:38
Isso isabel
Eu tambem mando em mim, e quem manda no ser em gestação. Ele não tem o direito de mandar no seu corpo. Então sempre venceu a lei do mais forte. Neste caso o mais forte seriam os pais.
De Anónimo a 27 de Outubro de 2006 às 09:13
Com este comentário parece que estamos na selva com seres selvagens e primitivos!
Acorda... a diferença entre Homens e Animais está no raciocínio e na capacidade de Amar...
Vejam só tratar um ser da sua espécie e até seu filho como um tumor... inacreditável!
De Anónimo a 29 de Outubro de 2006 às 13:21
oh dona Isabel Paiva, no seu corpo manda você, até aí tudo bem...mas sabe um filho não é um quisto ou outra coisa desse género que a senhora arranca de si, porque o corpo é seu. A senhora manda no seu corpo, mas não manda na vida que está dentro de si.Tem uma filha? e quando se sentiu mãe pela primeira vez? foi quando a sua filha nasceu? ou foi bem antes? quando ela ainda era tão pequenina que mal se notava, mas você já a sentia aí dentro desse seu corpo onde você é que manda? lembra-se da primeira vez que ouviu o coração dela a bater? ainda mal se notava a barriguinha, não era? mas ela já aí estava e o coração que você ouvia bater dentro desse corpo onde você manda, não era o seu pois não? acha mesmo que é você quem manda?
De isabel paiva a 30 de Outubro de 2006 às 12:25
A minha filha foi desejada. Adoro-a, bem, não há sentimento que descreva o que sinto por ela e faço tudo por ela. Não é isso que está em causa.
O que está em causa, é que, se fosse noutra situação, eu não tinha hesitado.
Não é por ter uma filha que vou passar a estar contra o aborto. Ter uma filha não altera em nada a minha maneira de pensar.
Não sou católica; não acredito em Deus; as imagens que por aí vemos, por muito chocantes que sejam (e são, tenho que admitir), não me afectam em nada, nada;
o que me choca é a miséria em que certas crianças vivem, o ambiente familiar.

De Uma mulher revoltada a 2 de Novembro de 2006 às 12:47
Então diga às outras mulheres para se comportarem como mulheres de verdade ao contrário de andarem com todos.
Era de rir se a sua mãe tivexe pensado da mesma forma que você!!!!
De Anónimo a 26 de Outubro de 2006 às 15:01
Eu também tenho 4 filhos.
E voto SIM à despenalização.
Sem qualquer dúvida.
De joao fernandes a 26 de Outubro de 2006 às 13:11
Este post demonstra um conservadorismo que não é de uma pessoa normal nos dias de hoje...Leia e informe-se mais daquilo que se passa á sua volta....Pelo bem das mulheres...e não só...
De Anónimo a 2 de Novembro de 2006 às 12:52
O senhor e todos os outos homens que um dia poderão ter provocado uma situação destas deviam pensar mais com a cabeça de cima.Não os culpo totalmente...culpo mais as mulheres pois elas consentem que o seu amigo faça o trabalho."Trabalho" sim pois hj não se faz amor!!!!Vivemos num lamaçal..as mulheres perderam o respeito por elas próprias e os homens enfim..o que vier à rede é peixe!!!Safam-se que nem patinhos.
Deixem-se d egoísmo e sejam responáveis!!Não resolvam os vossos problemas desta maneira!!!!


Digam não ao aborto!!!!!
De Carma a 3 de Novembro de 2006 às 10:58
Não é normal nos dias de hj pq td o resto foi corrumpido!!!!
De Carma a 3 de Novembro de 2006 às 10:59
O comentário em cima é para o senhor joão fernandes!!!!!
De Anónimo a 26 de Outubro de 2006 às 13:28
É a primeira vez que estou a dar uma opinião publica sobre este assunto .
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É a primeira vez que estou a dar uma opinião publica sobre este assunto . <BR class=incorrect <a name="incorrect">è</A> /A&gt; que fico indignada com estes falsos moralistas que dizem não ao aborto. <BR>Eu já fiz e um aborto, não era nenhuma criança, sabia o que estava a fazer e ainda hoje passados 9 anos digo que foi a melhor solução . <BR>Eu vou contar a historia e os senhores moralistas da treta vão dizer-me qual teria sido a melhor solução <BR>Casei com 24 anos, o meu marido tornou-se toxicodependente, engravidei e com 26 anos tive a minha filha, por esta altura já não tinha quase nada em casa, o meu marido tinha vendido quase tudo. Muitas vezes nem tinha gás para lhe aquecer o leite, ia pedir a vizinha do lado. Eu sei o que e querer dar a um filho e não ter. Quando a minha filha tinha oito meses eu tive uma gastroenterite, a pílula não fez efeito e eu engravidei, e fiz um aborto, porque eu sabia o que era querer dar a um filho e não ter. <BR>Sou mulher Sou mãe <BR>quando a minha filha tinha dois anos separei-me, e desde essa altura tenho-a criado sozinha, neste momento to desempregada, mas graças a Deus ele tem tido o que lhe faz falta. Mas ate hoje e mesmo agora na situação em que estou, nunca ninguém me perguntou se a minha filha precisava de alguma coisa, nunca tive ajuda de nenhuma instituição nem dos governo e menos ainda da igreja . <BR>por isso digam-me se eu devia ter tido outro filho para hoje não lhe poder dar o essencial. <BR class=incorrect <a name="incorrect">Nao</A> há mulher nenhuma que faça um aborto só porque lhe apetece, já passaram nove anos e eu não esqueço o que fiz, mas não me sinto culpada.
De Maria a 26 de Outubro de 2006 às 13:59
Inadequado, mal comparado e é um direito que assiste às mulheres, numa fronteira que é bem dificil de ser ultrapassada.
Todos temos direito à vida...e talvez em vez de estarem a discutir algo pessoal e bem doloroso...poderiam lutar para que Danieis, Joanas, e tantas e tantas crianças abandonadas em instituições, ou até sovadas em casa...deixassem de sofrer. Ao votarem Não...pois bem...façam um esforço e VOTEM SIM INDO BUSCAR UMA CRIANÇA que não pediu a ninguém para nascer.
Respeitar para ser respeitado e votarei SIM!
De Anónimo a 26 de Outubro de 2006 às 17:46
já foi buscar a sua criança? ou é só para os que votam não?
Eu trabalho numa dessas instituição. Há uma também para si, e para quem Vai votar sim ou não.
De Maria a 26 de Outubro de 2006 às 20:58
Talvez não me tenha expressado bem, daí a sua observação se fui buscar alguma a uma instituição.
Não é pelo facto do SIM ou Não mas da forma como se gladiam em vez de trocarem ideias e ideais.

Sim fui buscar e nem imagina quantas, já que ajudei muitas crianças, hoje já homens e mulheres e outras que ficaram em pleno campo de batalha. Precisamente na mais dantesca instituição... a guerra.
Parabéns pelo seu trabalho em prol das crianças do nosso país!
De isabel paiva a 27 de Outubro de 2006 às 16:51
Campo de batalha é o que se passa dentro de uma instituição de solidariedade social, onde as crinças são depositadas como meros objectos, sem carinho de ninguém... cada um sobrevive da maneira que pode...
De miguel a 28 de Outubro de 2006 às 03:02
explique-me em que factos fundamentou a sua opinião. Por que razão pensa que se for a uma Instituição de Solidariedade as crianças lhe vão dizer que preferiam não ter nascido. É que isto é dado como um facto adquirido.
De Anónimo a 30 de Outubro de 2006 às 12:27
Eu posso dizer que me baseio na minha infância e as instituições de solidariedade social é do pior que há.
Passei 15 anos numa e não o desejo a ninguém.

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