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Segunda-feira, 30 de Outubro de 2006

referendo sobre o aborto

Sou contra qualquer forma de aborto provocado: 1. - O direito à vida do ser gerado é anterior e está acima de todas as possíveis razões invocadas. As situações problemáticas acerca da natalidade devem ser resolvidas com outros meios que não recorrer ao aborto: trata-se do ser humano (e o é desde o momento da sua conceição) que apenas precisa de protecção e não de condenação à morte. 2. – O projecto que pretendem com a proposta de referendo, embora sob a capa ardilosa e hipócrita da “interrupção voluntária da gravidez” (=aborto) e da sua “despenalização”, é a liberalização e a legalização do aborto até às 10 semanas. 3. – Outra forma de hipocrisia é a apresentação das 10 semanas, como se o ser humano em disputa só o fosse a partir desse tempo de vida. 4. – Outra forma de hipocrisia é dizer que é para combater o “aborto clandestino” e para ser feito em segurança em estabelecimento público, pago pelo dinheiro de todos nós. Ora está provado que ele continuará a existir porque haverá sempre quem o procure por várias razões. Mais: então, desde que seja feito em boas condições para quem o provoque, já está bem? E a criança não conta para nada? Quer dizer, o ser mais inocente e mais desprotegido de todos apanha a sentença máxima: pena de morte, para todos os efeitos. E sem advogado de defesa e sem julgamento, e por aqueles que por natureza o deviam proteger. 5. – O direito à vida é o primeiro de todos e a vida humana é inviolável. É o que consta da Declaração Universal dos Direitos do Homem, no Ideário de Instituições Internacionais e na Lei Constitucional Portuguesa. E então em que ficamos? 6. – O desrespeito pelas Leis da Natureza tem levado a grandes desequilíbrios ecológicos…Desrespeitá-la no ser humano, onde vamos parar? 7. – Estamos perante o maior atentado sobre a face da terra! Mas ainda estamos a tempo de parar esta loucura…E só temos um caminho: VOTAR NÃO à proposta do referendo. Em seguido dar força e participar nas acções propostas pelos Movimentos a favor da Vida, por exemplo: SOS VIDA, AJUDA DE BERÇO…que já estão no terreno. 8. – Pobre Pátria que tem governantes e deputados a puxar o povo para uma beco destes. A História futura julgará esta geração… 9. – O que faz falta, senhores governantes e deputados, são políticas de apoio à natalidade, à mulher mãe e às famílias. Para além do mais, vocês não vêm o País a afundar-se por falta de nascimentos? Esclarecimento geral precisa-se e quem ninguém se esquive a tão decisivo, urgente e sério problema em que nos estão a meter. Usemos bem os direitos e deveres que a democracia proporciona.
publicado por comunidade às 00:40

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16 comentários:
De Anónimo a 30 de Outubro de 2006 às 09:00
Parabéns!
Precisamos é de pessoas esclarecidas que façam ver com a razão o "atentado terrorista" contra a vida humana que este governo está a promover.
Viva a Vida... vote Não!
De Patricia a 2 de Novembro de 2006 às 10:55
Aborto???Não!!!!
Sou jovem e tenho imensa vontade de ser mãe!!!!Por isso,Não consigo entender as razões dadas por milhares de pessoas para se votar no sim.Quem não quer ter filhos,que tome as devidas precauções.Por amor de Deus,usem a cabeça e não deixem que o calor de um momento vos transformem em monstros.Existem pílulas,preservativos...a cabeça existe não apenas para embelezar o corpo...utilizem-na!!!!Hoje em dia só se pensa em curtir a vida,em conseguir o maior número de conquistas..acabando por se transformar um acto tão bonito como é a união entre um homem e uma mulher num acto tão banal.E quando desses encontros passageiros acontece uma gravidez indesejada como é que se resolve o problema???Com o Maldito ABORTO.Que mal fizeram esses seres?Deixem de ser parvos..olhem mais pelos vossos actos,tende responsabilidade e nada disto será necessário.
Que Deus abençoe todos vós que quereis Votar a favor do Aborto.Acreditai que tenho pena de vós!!!Pena por não terem responsabilidade,pena por não terem coração...pena por seres piores que os animais pois nem eles cometem tamanha atrocidade.
Se conseguirem dormir descansados à noite..dou-vos os meus sinceros parabéns..porque acreditem existem assassínos que têm essa dificuldade.Pois as suas consciências atormentam-nos pelo actos cometidos.
Não pretendo ofender ninguém..mas quem se sentir ofendido é porque as suas consciências ficaram sentidas com alguma palavra que possa ter dito.
Não pensem que vos peço desculpa..a vós que sóis a favor do Aborto?NUNCA!!!

A todos que tal como eu são contra o Aborto...Agradeço de todo o coração e peço que os vossos pensamentos nunca sejam corrumpidos pelo SIM.

Parem com o derrame de sangue inocente!!!!!!
De anabela a 2 de Novembro de 2006 às 11:28
A vida não é um conto de fadas. Eu também sonho em ter um filho, ou vários, porque adoro crianças. Mas por eu gostar, as outras pessoas não tem obrigatoriamente que gostar, por eu ter condições para ter uma criança, outros não tem, não por não lutarem, mas porque a vida foi madrasta para eles. Eu penso que nunca seria capaz de fazer um aborto. Mas não tenho o direito de decidir a vida dos outros, aliás, nem eu nem ninguém tem. Quanto em relação ao uso de contraceptivos e caso não saibam, os métodos são falíveis, por mais cuidado que se tenha, existem situações de falhas do método. Uma criança não deve servir de punição para um erro, ou até uma inconsciência, deve sim ser amada e desejada e nunca um empecilho. Não podemos pura e simplesmente dizer não “porque sou a favor da vida”, sim eu também sou, mas com as devidas condições, choca-me muito mais ver as atrocidades que fazem às crianças isso sim é crime. A realidade não é cor de rosa, não somos personagens de livros de histórias de encantar. Há realidades que provavelmente eu nem imagino, porque tive a sorte de não nascer em meios pobres. Abram os olhos para a realidade olhem para a situação do nosso pais e para a miséria que se vê, pessoas que nunca foram à escola, não sabem sequer como prevenir uma gravidez, dormem na rua (e mts vezes já lá nasceram), não têm os valores da “infalível e perfeita” igreja católica. Abram os olhos e por se dizer sim ao referendo, não quer dizer que se vá a correr fazer um aborto, isso é uma decisão que com toda a certeza é muito dolorosa para quem a toma. Quem faz um aborto por Hobbie, não o vai fazer em Portugal, vai a um qualquer pais civilizado a uma clínica de luxo. Vejam televisão, leiam um livro, saiam à rua e vão dar uma volta pelas ruas das cidades e acordem para a realidade, deixem-se de moralismos sociais e deixem de querem meter o nariz na vida dos outros, porque vocês não tem nada a ver com isso. Olham para as crianças e adoram-nas mas provavelmente quando vem uma criança na rua não a levam para casa, para lhe darem o tal amor, mas ficam cheios de pena porque o olhar delas é vazio, é triste, as moscas não lhes saem da cara, o corpo esta sujo, a barriga vazia, não tem carinho, nem amor, muitas vezes não sabem onde vão dormir nessa noite, ficam com dor na coração, até lhes podem dar uma moeda, ou comida, mas isso não já não acontece no dia seguinte. Hipócritas são as pessoas que não olham para a realidade e se escondem na vida que tiveram e não permitem que os outros decidam o seu caminho
De Anónimo a 2 de Novembro de 2006 às 11:55
O modo como fala é bonito....
bonito pa quem tb é hipócrito!!!Até parece que quem tem culpa são esses inocentes que estão à espera de verem as suas vidas arrancadas do ventre de suas mães com o conssentimento delas.
Abra você os olhos e veja você a realidade!!!
Da forma como fala nem parece ser contra o aborto!!!
De anabela a 3 de Novembro de 2006 às 11:20
Pois e não sou contra, sou a favor. eu nunca o faria mas isso sou eu. não tenho nada a ver com a vida dos outros
De Anónimo a 15 de Novembro de 2006 às 18:31
"Eu nunca o faria... não tem nada a ver com a vida dos outros"...
Claro que temos, somos cidadãos no mundo e cada um tem um papel fundamental para um amanhã melhor, pois o que vai ser chacinado é um indefeso e inocente ser, vítima de um homicídio da pior espécie, que vai sofrer muito até ser totalmente eliminado da barriga de uma progenitora sem escrúpulos... pois ela ainda pode ser anestesiada mas o bebé vai ser atacado mortalmente.
Saem em defesa dos animais que são brutalmente mortos para retirarem-lhe a pele que vale fortunas e uma vida humana que valor tem? Uma vida tem um valor único e incalculável e é por isso que temos que nos manifestar... pela defesa da vida.
De Cláudia a 31 de Outubro de 2006 às 09:01
A despenalização do aborto já deveria ter acontecido. Não sei o que as pessoas pensam, será que é mais bonito uma mulher ter uma gravidez indesejada e acabar por abandonar o bébé no caixote do lixo ou nas casas- de- -banho, como normalmente ouvimos nas noticias, ou as mulheres que morrem devido aos abortos clandestinos ou que ficam com sequelas?Devido a um comentario que li neste blog,lá por o aborto ser despenalizado não quer dizer que se deixe de usar preservativo, porque as DST permanecem ou acham que o preservativo é só para não engravidar? Santa Ignorância!! Acho piada porque normalmente quando uma mulher engravida não por querer mas porque foi uma acidente, e normalmente estas mulheres namoram ou têm uma relação parecida, o homem/suposto companheiro é o primeiro a sair da situação e acabamos mesmo por ficar sozinhas, todos têm opiniões mas os homens cuja namorada engravidasse sairiam logo da relação. Isto sim é irresposabilidade, e as crianças não se fazem sozinas. Mas se a vontade da mulher é realmente fazer o aborto, deve ser respeitada. Já imaginaram que com o aborto despenalizado, haveria muito menos crianças a sofrer, abandonadas. Para muitos é muito mais moralizante ver uma criança a sofrer do que fazer um aborto.....
De Rita a 1 de Novembro de 2006 às 13:54
Tentando responder às "questões" que levanta...

1.O direito à vida tem de ter em conta o direito a uma vida com dignidade. Se é um ser humano não sei, nem ninguém o pode afirmar com total certeza. Uma coisa é certa é o início de uma vida humana que está em causa, mas não de uma PESSOA humana, ou de um indivíduo, porque nem em Portugal, nem em qualquer outro país o embrião é considerado um INDIVÍDUO. Ninguém está a condenar ninguém à morte - só aborta quem quer, e quem vê nessa opção a última solução para uma gravidez indesejada.
Não sei qual será a sua opinião em relação à actual lei, mas esta permite que seja abortado, legalmente, um embrião portador de deficiência, ou saudável que seja fruto de uma violação.
Mas parece-me que o direito em relação à vida desde a concepção ou é para todos os casos, ou não faz qualquer sentido porque é que uns embriões tÊm direito à vida e devem ser protegidos e outros não.

2. Seria demasiado ignorante da parte de todos nós pensar que a lei que poderá ser posteriormente ser aprovada se limita a uma frase, tal como a do referendo. O referendo pretende saber se a população portuguesa concorda com a DESPENALIZAÇÃO da IVG (ou Aborto, como queira dizer) dentro de determinadas condicionantes (até às 10 semanas).
O projecto-lei em causa não se resume a uma frase.
Liberalização seria permitir o aborto livre, em qualquer tempo de gestação, o que NÃO é claramente o que está em causa.

3. A barreira das 10 semanas tem como base estudos científicos. Não quer dizer que antes das 10 semanas não seja um início de vida humana. Quer dizer que a esse tempo de gestação corresponde um desenvolvimento embrionário, e portanto inicial, e que a partir dessa data o embrião passa a ser denominado um feto.
Há um debate aceso na comunidade científica mundial nessa matéria, e nem mesmo os cientistas conseguem chegar a um consenso. Haverá sempre bons médicos a condenar o aborto e bons médicos a não recriminar tal prática. Cabe à consciÊncia de cada um.

4. Se o Sr(a?) diz que o aborto vai sempre continuar a existir, quer ignorar essa realidade e criminalizar mulheres pela sua prática? Não entendo...
E sim, a existir que seja feito de forma acompanhada, correndo os menores riscos possíveis e acompanhando posteriormente as mulheres para que tenham acesso a cudados médicos e contracepção, evitando que tenham de recorrer ao aborto.
Trazer as mulheres que interrompem a gravidez para o sistema de saúde em vez de as mandar para a prisão através do sistema judicial, é garantir que terão melhor acesso a informação e acompanhamento no planeamento familiar.
É combater a exclusão e a falta de informação.
E não se engane porque o aborto não efectua em relação a crianças, mas sim a embriões.
Protecção da maternidade não significa obrigar as mulheres a terem filhos contra a sua vontade. Significa criar estruturas que defendam a mulher grávida e os seus direitos: direito à assistência médica gratuita, direito ao trabalho, entre outros.
E mais uma vez: NINGUÉM É OBRIGADO A ABORTAR. Apenas é urgente que quem tem necessidade de o fazer o faça em condições dignas.
Quanto ao facto de ser pago por todos nós, só lhe tenho a dizer o seguinte: o SNS também paga a reabilitação de toxicodependentes e o consumo de droga é penalizado; igualmente pagamos o tratamento de alcoólicos, e o alcoolismo é uma situação decorrente das práticas individuais de cada um; também pagamos o tratamento de cancro de pulmão de fumadores inveterados e eu, pessoalmente, não fumo, nem nunca fumei; finalmente também pagamos o tratamento de doentes com SIDA infectados por relações sexuais desprotegidas... Porque é que não havemos de pagar um aborto seguro?

5.O art.º 1º da Declaração Universal dos Direitos Humanos diz que "todos os seres humanos NASCEM livres e iguais em dignidade e em direitos." Não fala da vida intra-uterina.

(continua)
De Rita a 1 de Novembro de 2006 às 13:56
(continuação)

6. Desrespeitar a leis da natureza também é obrigar uma mulher a gerar um ser contra a sua vontade.
Não será o aborto que acabará com os seres humanos na face da terra, mas sim as acções destes uns para com os outros, num crescendo de violência, guerras e fome. Nas sociedades onde o aborto é permitido, a natalidade não diminuiu apenas devido a esse factor. E veja-se, por exemplo, os Estados Unidos, que têm das leis mais permissivas em relação ao aborto (nalguns estados onde é permitido obscenamente efectuar um aborto para além das 24 semanas...) e estão a ssistir a um crescimento da população. Não será certamente o aborto o mal dos americanos...

7. O maior atentado na face da terra é a fome e a guerra que MATAM MILHÕES DE CRIANÇAS INOCENTES a cada dia que passa, e se considera um mal menor, um efeito colateral em nome de um bem(?) maior.
Nunca houve tanta riqueza no mundo, e nunca esta esteve tão mal distribuída - isso sim, é um atentado à dignidade humana.
As ditas "associações" que fala não são mais do que "caridadezinha" praticada por mentes pesadas.
As ditas senhoras que financiam essas instituições são as primeiras a ir a Espanha e Inglaterra fazer abortos, em silêncio e com "dignidade". Não é dar um berço e um enxoval em segunda mão a uma mãe que não tem trabalho, nem casa ou instrução que vamos fazer dela uma mãe feliz. Será sempre uma revoltada.
Já vi várias vezes essas instituições no terreno e têm um tom paternalista e recriminatório para as mulheres de poucos recursos que engravidam.
E a prova de que essas instituições não conseguem resolver o problema, é que o número estimado de abortos clandestinos tem aumentado, assim como dos realizados em Espanha.

8. Pobre pátria que não tem governantes com coragem política para acabar de vez com uma lei hipócrita que manda mulheres para a prisão por interromperem a gravidez.
Pobre pátria que não se liberta do peso dos fascismo e ainda assite a estes disparates em nome da vida, comprometendo a liberdade e dignidade de cada um.
Pobre pátria que quer obrigar mulheres a serem mães à força só porque engravidaram, mesmo que tenham tomado as devidas precauções.
Pobre pátria que julga mulheres, e as toma como libertinas e inconsciente que a partir de então usarão o aborto como método contraceptivo.
A história futura nos julgará, não duvide.
Continuamos, como no tempo de Salazar, "orgulhosamente sós", enquanto a Europa nos mostra diferentes mentalidades e formas de civismo.

9. O que faz falta são políticas de incentivo e apoio à maternidade - não duvido.
Mas isso nunca pode ser feito obrigando mulheres a serem mães contra a sua vontade.
É tão ditatorial como a política do filho único na china comunista de antigamente, e igualmente cruel.
E o que está em causa neste referendo não é dizer que está tudo bem com a maternidade em Portugal, porque não está. Esse é outro debate que deve ser feito com urgência.
Se vamos na mentalidade de não mudar uma situação que está mal, porque há outras igualmente más, não saímos do mesmo lugar, porque numa sociedade justa, democrática e em evolução há sempre coisas a melhorar. Sempre.
O que está em causa com este referendo é uma lei que condena criminalmente mulheres pela prática do aborto.
Votar não é fechar os olhos a esta injustiça e fazer de conta que nada se passa.

VOTAR SIM É DIZER QUE A LEI É INJUSTA E PRECISA URGENTEMENTE DE SER ALTERADA.
De Anónimo a 2 de Novembro de 2006 às 09:25
Pois... como disse há imensas coisas más na política portuguesas, nomeadamente do apoio à maternidade ao planeamento familiar e etc... o que eu concordo plenamente, mas com tanto campo de trabalho nesta matéria principalmente na prevenção porque é que tem que avançar para a morte de inocentes... em vez de legislar na promoção da morte deveriam começar por legislar no sentido de dar formação as pessoas de modo que se tornem responsáveis dos seus actos e não só a nível sexual mas em todo o resto...
Quanto à condenação das mulheres que abortam... nunca vi ou ouvi que essas mulheres fossem realmente condenadas e presas como dizem!
Também quero dizer que abortos clandestinos irão existir mesmo que o sim vença, pois grande parte deles são feitos por jovens que não querem que os pais ou outras pessoas o saibam... acha mesmo que depois da despenalização vão para um hospital e dizer: tchau até logo vou fazer um aborto?
Também não percebo o propósito deste referendo, pois os portugueses já foram consultados e a resposta foi Não! Mesmo assim não respeitam a sua vontade manifestada e insistem nos referendos até conseguirem o sim... isso é democracia?
Pela vida... pela protecção dos seres humanos... voto NÂO.

De teresaescada a 2 de Novembro de 2006 às 11:50
que falsos moralismos. Claro que esta lei não vai obrigar as pessoas a fazer abortos, a única coisa que vai permitir é que o façam em condições, e não é uma lei para liberalizar como vocês os apologistas do não querem fazer crer. Deixzem-se de falsos moralismos. O que interessa por crianças no mundo sem condições psicológicas e económicas para os criar? Só se for para aumentar o numero de crianças que vão parar a Instituições e que ficam lá à espera que alguém se dingne a ir buscá-los. ABAIXO A HIPOCRISIA, ABAIXO OS FALSOS MORALISMOS , VOTEM SIM
De Uma mulher revoltada a 2 de Novembro de 2006 às 12:41
Maior hipócrito é aquele que responde desta forma.
Sou mulher tal como você e tenho vergonha de o ser!!!Se as mulheres deixassem de ter tanto calor debaixo das saias e se fosse responsável e tivexe os devidos cuidados não seria necessário recorrer ao aborto!!!
De anabela a 3 de Novembro de 2006 às 11:25
Cara mulher a senhora nem parece mulher, pois caso não saiba, não depende apenas da mulher usar métodos de contracepção. E não só as mulheres que têm calor nas saias. Os homens também tem a sua responsabilidade. So que na hora H como a barriga deles não cresce eles desaparecem, como ja vi acontecer em muitas situações. E Parabens a senhora por ser tão perfeita.
De Anónimo a 2 de Novembro de 2006 às 12:51
Acha que nos países onde o aborto foi liberalizado não há miséria e crianças abandonadas e institucionalizadas só porque o aborto veio resolver o problema?
Acorda... vocês é que não tem qualquer tipo de moral para falar pois se não fazem os aborto concordam... por isso são candidatos a criminosos como os outros.
De direitismopolitico a 2 de Novembro de 2006 às 12:52
Você conhece algum caso de alguma mulher que tenha ido para a prisão por abortar?
Conhece algum caso de morte da mãe que quis fazer o aborto? Porque você só imita aquilo que vem de fora, e assume que o que se passa fora deste apís é que está correcto? Porque será que nós é que estamos errados e não os de fora? Evolução para sim é liberdade de escolher? Progresso cultural é abortar quando se quer? Porquê? Já reparou na sigla: IVG. O que é isto? Uma forma ardilosa de as pessoas ao votarem não terem consciência do que realmente se passa? Deve-se dizer ABORTAR, que significa acabar de vez com uma possível vida se lhe fosse dado essa oportunidade. Agora, INTERROMPER? Se reparar, interromper, é o mesmo que dizer: " interrompe~se, e depois quando se puder reinicia-se ou recomeça-se ou dá-se continuidade á vida ". Não. Não dá para dar continuidade, porque é um ABORTO ( visite o dicionário ). E você, quando tinha 5 semanas, se os seus pais tivessem a ideia genial de abortarem a senhora? Genial para si. Para mim infeliz. Já viu fotos de embriões ás 6 semanas e daquilo que eles já fazem na barriga? Vá ao GOOGLE e ponha lá fotos de aborto/fotos de embriões, etc... e vai ficar surpreendida. E não misture as coisas. Uma coisa é a China, outra é Portugal. Em muitos aspectos é diferente.
Liberdade de escolha não significa evolução.
A França tem a lei que tem, mas sabe quantos anos levou a criar essa lei: mais de 30 anos!!! Pois, e eles não são atrasados? E agora querem mudá-la no parlamento, pelo menos alguns partidos, porque causa de mesmo com abortos legais, muitas mulheres, quando querem mesmo ter filhos, estarem a ter problemas na formação e se detectar problemas intra-físicoa nesses segundos embriões.
Para além de um inquérito, em que mais de 80 mil franceses que já tinham feito o aborto, afirmarem que aquilo que mais efeito psicológico teve, que mais tristeza provocou e que ainda não ultrapassaram foi porque decidiram fazer o aborto.
Eu voto não, você sim. Mas lembre-se, agora se ganhar o sim, temos ai as clínicas espanholas a facturarem milhões de euros á conta.Ah, e aí daqueles que não têm meios para o pagarem. Porque bão sei não, se ainda não vão fazer um em+réstimo á COFIDIS e CETELEM ou MEDIATIS para pagar o aborto. Vá ver as fotos, não se esqueça.
De hiNpocrisia a 22 de Novembro de 2006 às 00:45
Hipocrisia para quê? Referendo porquê?
A questão principal é: IVG em ambiente hospitalar ou IVG clandestino.
Segundo os dados do ultimo referendo a maioria dos portugueses ou se esteve borrifando (apenas votaram 25% dos eleitores) ou considerou ser uma opção reservada ao intimo de cada um (basta uma pequena reflexão pessoal e todos nós reconhecemos um familiar, um amigo ou conhecido que fez aborto ás vezes em condições miseráveis).
Assim o Estado apenas tem que garantir/legislar, sob regras bem claras e objectivas, a assistencia médica ao IVG.

NINGUÉM TEM O DIREITO DE FORMATAÇÃO DAS CONSCIENCIAS

As pessoas que de tão cegas apenas querem salvar o "zezinho", não vêm o Zé criança a chegar à escola com fome, não vêm o Zé jovem sem expectativas de futuro escolar e profissional, não vêm o José adulto sem condições de constituir familia, ABRAM OS OLHOS E AJUDEM/CONTRIBUAM SERIAMENTE (não para a fotografia) A CRIAR AS CONDIÇÕES PARA QUE AS MULHERES NÃO SEJAM OBRIGADAS A RECORRER AO IVG CLANDESTINO.

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