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Terça-feira, 14 de Novembro de 2006

A favor da Vida logo a favor da despenalização do aborto

Uma interrupção voluntária da gravidez/aborto é:
- é um acto dramático e traumático para quem o faz;
- é efectivamente matar uma vida.

No entanto essa realidade existe.
Não é por penalizar o aborto que ele deixa de existir.

A despenalização do aborto vai fazer com que haja uma logística que implique a colaboração de médicos, assistentes sociais, psicólogos, etc.
Por este facto:
- O numero de abortos/interrupção voluntária da gravidez vai diminuir;
- O número de mulheres com lesões físicas e psíquicas vai diminuir;
- O número de futuras mães ajudadas vai aumentar;
- O número de futuros pais ouvidos no processo de sim ou não na interrupção voluntária da graviez vai aumentar.

Não despenalizar o aborto significa fazer abortos ilegais, desta forma:
- O número de abortos não vai diminuir do que já existe;
- As mulheres que o fazem não têm apoio psicologico;
- A decisão de fazer um aborto ou não pode ser muito emotiva e pouco reflectida;
- As futuras mães podem não saber onde pedir ajuda;
- O futuros pais normalmente não são ouvidos no processo de decisão.

Porquê optar pela irresponsabilidade de não despenalizar a interrupção voluntária da gravidez?
Será que se pretende prender todas as mulheres de fizeram um aborto e todas as pessoas coninventes com essa decisão?

Sou a favor da vida por isso sou a favor de despenalizar a interrupção voluntária da gravidez.

Susana Rebelo
Sagres
publicado por comunidade às 19:45

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8 comentários:
De cneves a 14 de Novembro de 2006 às 23:20
Olá amigos e bem hajam pelo trabalho que estão a desenvolver!
Em vez de um comentário - que na verdade não se justifica - remeto-vos para o último post do meu Blog: http://a-terra-como-limite.blogs.sapo.pt e no qual procuro dar um modesto contributo no sentido de todos conseguirmos dar corpo ao único desiderato justo para todas as mulheres...
Não me importo se o quizerem comentar, divulgar utilizar no vosso trabalho se nisso virem alguma utilidade.
Bom trabalho!
De Nuno Cordeiro a 15 de Novembro de 2006 às 20:55
Parabéns, pela forma, pela rectidão e pela boa explicação do seus argumentos, argumentos com os quais estou absolutamente de acordo. Felizmente ainda há pessoas conscientes, e com noção do mundo que as rodeia.
Parabéns!
aproveito a oportunidade para a convidar a "passear" por http://jsdistritalleiria.blogspot.com
De Guilherme a 19 de Novembro de 2006 às 01:15

Cara Susana Rebelo,
2 perguntas
- Onde foste buscar essa ideia que o número de abortos vai diminuir com a sua legalizaçao (que é realmente disso que se trata)?
- Quem disse que os pais vao ser mais ouvidos??? A prória pergunta proposta por esses "canhotos" refere que a decisão é só da mãe... ou seja, o pai nem precisa de ser informado...
De Cid a 19 de Setembro de 2014 às 13:21
Muito ultil!! valeu
De Guilherme a 19 de Novembro de 2006 às 01:48
Há quem diga sim à legalização do aborto por diversas e inúmeras razões, a maior parte completamente despropositadas e mesmo vergonhosas..
- Uma das que já ouvi foi "que o facto de o bebe nascer pode trazer mal estar ao casal, principalmente se este for jovem, o que poderá levar a que o bebe seja maltratado pelos pais", ou algo do género. Gostaria portanto de esclarecer que isso não é problema do haver ou não aborto, mas sim dos pais que neste caso são os verdadeiros atrasados mentais.. portanto esta desculpa não serve..
- Outra das que já ouvi foi "não tem praticamente vida". Primeiro, tem tanta vida como nós, apesar do feto realmente não estar igualmente desenvolvido. Segundo, têm "mais", no sentido daquilo que podemos chamar "vida", que uma árvore, e estas não podemos cortar nem queimar... E suponho que ninguém queira comparar a vida de um ser humano com a de outro animal, planta, etc...
- Outra "falta de informação sobre anti-contraceptivos"???? Por favor...Até os "morangos com açúcar " falam sobre estes temas...

Outra coisa que não consigo perceber e que realmente vou encontrando por aí é pessoas contra a morte das focas, lontras, etc.. por causa das peles, mas que são a favor da legalização do aborto... Como já referi, e por uma questão de naturalidade e bom senso, não se pode pôr a vida de um animal, planta, etc. à frente de uma pessoa..

Outro ponto, realmente há pessoas que não têm como sustentar os filhos e por isso tentam fazer um aborto... Mas os fins não justificam os meios, e o que se deve é investir noutras áreas de acção social, e não utilizar uma prática desumana... Não se combate um "mau" resultado legalizando práticas ilegais e desumanas.
De guilherme a 19 de Novembro de 2006 às 01:53
Este último não era para ti.. desculpa
De Miguel Fonseca a 14 de Dezembro de 2006 às 01:21
Cara Susana,

Preocupa-se com a mãe, mas não se preocupa com a outra vítima (o filho).
De Anónimo a 17 de Dezembro de 2006 às 03:04
Porque voto NÃO:

Sou contra o aborto e contra a despenalização (mas contra penas estúpidas de prisão) porque:

1º. As ciências não são unânimes na definição do conceito "VIDA" apesar de o intuir e de a estudar.
(se alguém souber do contrário agradeço que mo diga)
Dessa forma a ciência tem difculdade em ter uma posição objectiva e universalista sobre a interrupção da geração de uma VIDA.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Vida

2º. Não existe um conceito único e também universal para o conceito "SAUDE".

O conceito varia de acordo com algumas implicações legais, sociais e econômicas dos estados de saúde e doença.
O mais aceite é o da Organização mundial de Sáude que diz :
"um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doença.".
Separa o "mental" (imaterial) do "físico" (material).

3º Conclui-se através de um estudo cientifico que "Abortos voluntários podem resultar em traumas psicológicos que levam pelo menos cinco anos para serem superados" http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/story/2005/12/051212_abortoms.shtml
As causas mais profundas desconhecem-se pois estão no âmbito das questões de indole mental (espiritual) que a ciência ainda pouco conhece.

4. A Ciência Médica está em processo de mudança de paradigma no que concerne à profundidade das questões de índole espiritual.
(ex. mudança de paradigma: inclusão recente no Código Internacional de Doenças da Organização Mundial de Saúde -CID 10 - no ponto F44.3- "Estados de transe e possessão"... http://www.datasus.gov.br/cid10/webhelp/f44.htm).


5º O homem é constituido por Corpo (material) e Espirito (imaterial) e que muito pouco conhece sobre si mesmo.

6º A Ciência Moderna ainda não me deu resposta como se processa a fusão da Mente (espirito) com o Físico (matéria).

7º Parece-me lógico aceitar a probabilidade (por mais reduzida que seja) que essa fusão se inicie no momento da fecundação com a consequente multiplicação das células.

8º Adicionalmente desconheço as consequências que podem advir pela minha contribuição, ainda que indirecta, para a interrupção desse processo (aborto).

9º A minha mente (espirito) intui-me a racionalizar de acordo com as teorias de probabilidades pelo que meramente do ponto de vista racional (teoria das probabilidades de Pascal) opto por não contribuir ainda que indirectamente para a promoção legal do aborto já que essa decisção me colocará num campo de probabilidade cujas consequencias desconheço mas que me podem afectar negativamente.

10 º Os médicos fazerm o juramento de Hipocrates que diz
"(...)não darei a nenhuma mulher uma substância abortiva(...)
http://www.gineco.com.br/jura.htm

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