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Terça-feira, 28 de Novembro de 2006

Referendo sobre o ABORTO-2

Caros Amigas e Amigos (permitam-me chamar-lhes assim, mesmo que as nossas opiniões sejam diferentes)

Nunca me passou pela cabeça que o simples facto de manifestar a minha opinião fosse levantar polémica.
Estou consciente que não deveria ter usado a ironia para escrever o que escrevi anteriormente, mas no entanto as perguntas que faço mantenho-as porque são pertinentes.

Sei que alguns de vós me estarão a chamar conservador e outros epítetos do género. Mas descansem essas cabeças que sou bastante liberal. Bem, mas não foi para falar sobre mim que volto "à carga".

Tenho dois filhos e posso-vos garantir que de ambas as vezes chorei de alegria ( não é meu costume chorar, a não ser quando em gaiato fazia alguma "das minhas" e recebia uns tabefes como recompensa ). Ver nascer uma criança é algo que jamais se esquece! É algo que transcende a ciência e a compreensão humana.

Já várias vezes dei comigo a pensar no "sim" e as suas vantagens, mas não consegui encontrar nenhumas e isto porque vencendo o "sim", daqui a não muitos anos estaremos outra vez a discutir o mesmo, só que para prazos mais alargados. Não nos iludamos. Se o "sim" ganhar, daqui a uns meses continuaremos a ter o aborto clandestino, continuaremos a ter mulheres julgadas, continuaremos a ter mulheres desesperadas, continuaremos a ... ... ....!
Será então uma solução justa o "sim" se tudo irá continuar na mesma? Dirão que sou um pessimista, um descrente talvez, mas como já vi muita coisa na minha vida não posso se optimista! Lamento!

Como anteriormente disse, vamos é reforçar e efectivar o apoio às futuras mães, facilitar as adopções por aqueles que dariam tudo por ter um filho, reforçar e efectivar o apoio psicológico e financeiro àquelas mães que não tendo hipótese, quereriam ter um filho. Isso sim, seria uma ajuda pelo qual todos nós deveríamos lutar.

Lutemos então pela vida!!

Jacinto César - jjnc@sapo.pt
publicado por comunidade às 20:58

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11 comentários:
De António Veríssimo a 29 de Novembro de 2006 às 20:27
A hipocrisia tem-se instalado e muitas daquelas que dizem "não" ao aborto são uzeiras e vezeiras nas corridas para Espanah onde abortam á custa de terem muitos milhões e poderem, assim, livrar-se do incómodo e continuar a dizer que o melhor é o "não".
Sem mais delongas, ABORTO SIM, HIPOCRISIA NÃO.
De Vao-de Foder a 29 de Novembro de 2006 às 20:48
Vao todos a merda mais o aborto!!!
Fogo com tantas formas de nao engravidar e ainda vêm pra aqui estes gajos mais o aborto!!
E mesmo a portuguesa, como os portugueses têm por habito serem irresponsaveis gostam sempre de arranjar a soluçao mais pratica, por isso agora e o aborto, amanha sera outra coisa qualquer, e o habitual...
Eu recuso-me a pagar impostos para essas cabras de merda andarem prai a abortar!!!
Se querem abortar, entao vao abortar para a PUTA QUE AS PARIU!!! Essa gente que quer o aborto e que deviam ter sido abortadas, NAO FAZEM CA FALTA NENHUMA!!!
De António Manuel Cortes a 29 de Novembro de 2006 às 23:41
Meu caro amigo:

Eu sou pelo NÃO ao aborto. Mas muito sinceramente, acho de muito mau gosto o seu comentário. A discussão não pode ser feita usando palavras como as que o senhor usa no seu comentário. Quem é pelo SIM tem direito a manifestar a sua opinião. Graças a Deus vivemos num país livre e democrático. A propósito: o senhor saberá o que é a Democracia?

António Manuel Cortes
De kika a 30 de Novembro de 2006 às 01:34
"Maria Graciete da Cruz, do "Movimento pelo Sim", sublinha a importância do apelo de Cavaco Silva para um debate esclarecedor e elevado, e defende acima de tudo um debate sem falsos argumentos".

P.S Na minha opiniao, o referendo devia acompanhar um teste, para verificar se a pessoa possuiu capacidade de racionalização para responder a este problema... começando por um principio básico a educação...
De Jacinto César a 30 de Novembro de 2006 às 03:02
Cara Kika
Mais uma vez nos encontramos aqui. Mas desta vez estou de acordo com a Senhora: não se pode discutir um tema tão importante de uma forma tão leviana e tão ordinária, apesar de que, com este tipo de argumentos o Sim ganhe pontos.

Em relação ao teste aos eleitores também estou de acordo, só que eu estendia-o um bocadinho mais: antes de se terem relações sexuais dever-se-iam fazer testes para determinar a maturidade de cada um em relação às responsabilidades que terão que assumir do "acto" que cometeram!
De pensarpensar a 5 de Dezembro de 2006 às 09:54
Em vez de dizer idiotices, aconselho-o a ler o seguinte comentário sobre o assunto:
Não concordo com ditaduras nem com fundamentalismos, quer sejam muçulmanos, cristãos ou outros. Aceito que um membro das "Testemunhas de Jeová" se recuse a dar ou a receber sangue, porém, não concordo que isso fosse lei em qualquer país, e que, em consequência, todos os cidadãos desse país fossem impedidos de o fazer, incluindo os não crentes. Alem disso, um membro dessa religião não deve ter o direito de decidir sobre o não recebimento de sangue de um seu familiar que dele necessite, ainda que seja o parente mais próximo: um filho ainda sem vontade própria; ou um idoso. Nestes casos, os critérios médicos devem prevalecer. No caso dos idosos, deverá ser respeitada a sua vontade,
desde que a tenha deixado expressa, o que exclui o simples facto de estar referenciado como “testemunha de Jeová”, pois poderá disso ter-se arrependido em qualquer momento.

Do mesmo modo, um indivíduo batizado catolicamente em tempos poderá não seguir as regras da religião católica, deixar de ser crente ou até trocar de religião! Se assim não fosse o que faziam aqui as outras religiões, incluindo as “testemunhas de Jeová”, num país com séculos de catolicismo romano?

Aceito que um sacerdote católico apostólico romano possa estar impedido de casar e que seja obrigado a abstinência sexual, esse sacrifício, que o põe à prova só o valoriza. Essa condição foi aceite livremente e poderá ser sempre rejeitada a qualquer momento, passando o sacerdote a ser um cidadão comum como qualquer outro. Mas, não estaria correcto que tal fosse exigido a um sacerdote dum credo não romano só porque está em Portugal (ex.: adventista, anglicano, ortodoxo, luterano, etc...). Portugal é um país laico.
É lógico que um Padre cristão aconselhe os seus paroquianos a não praticarem o aborto em qualquer circunstancia, porque a ética cristã o impede e um verdadeiro cristão não deverá fazê-lo em qualquer circunstância. Porém, é abusivo que essa visão seja imposta aos restantes cidadãos, ainda por cima num país que se diz laico.
O aborto não é o melhor método de contracepção e por isso deverá ser pago para incentivar a busca de alternativas. O Serviço Nacional de Saúde já mal responde nos casos em que a vida está em risco, por isso não será aceitável deslocar recursos para esses fins, a não ser em casos muito especiais, a tipificar: malformações, portadores de HIV e pobreza extrema confirmada.
Há que mudar: com a actual situação quem ganha são as clínicas espanholas, inglesas, além das tais "parteiras de vão de escada". com risco de vida e de prisão para a mulher Concordo com a despenalização civil do aborto, desde que seja feito dentro de um prazo aceitável, definido por critérios médicos, mas nunca religiosos. Quem tem autoridade para dizer que existe um ser humano num útero: um Padre ou um médico? – Obviamente que um médico!
Aceito o critério de que a mãe deve decidir sobre a continuação ou não da gravidez até ao prazo limite em que possa existir a mínima possibilidade do feto poder sobreviver fora útero materno e a lei que se propõe a referendo está muito longe disso...
Mesmo que você seja incapaz de praticar um aborto deixe passar a lei e vote SIM! Até porque ninguém será obrigado a fazê-lo se não o desejar. De contrário, está a impor o seu ponto de vista, que, embora respeitável, elimina o poder de decisão de outras pessoas que pensam de forma diferente
Dizer-se que existe uma criança logo que o espermatozoide entra em contacto com o óvulo é abusivo! Deixo um conselho para quem assim pensa: Cuidado! Quando comer um ovo estrelado confirme antes se tem galadura e se tiver recuse-o porque irá comer um pintainho estrelado, o que deve ser um nojo!
De António Manuel Cortes a 29 de Novembro de 2006 às 23:36
Meu caro Jacinto:

Subscrevo na íntegra as suas palavras. Logo, em Fevereiro, lá estarei a votar NÃO! E digo mais: voto NÃO porque sou pela vida e sou pelas crianças. E sou pelo SER HUMANO.

António Manuel Cortes
De Isabel Santos a 5 de Dezembro de 2006 às 00:33
Não posso deixar de reparar que os defensores do não relativo à pergunta referendada têm utilizado o argumento do valor da vida. Infelizmente, penso não ser esse o objecto de discussão (e peço desculpa pelo atrevimento), mas o que se discute neste ponto é se as mulheres que interrompem a gravidez nas condições actuais (que concordemos, são degradantes), devem ser investigadas, julgadas e condenadas... no meu entender... NÃO, NÃO DEVEM... e sejamos honestos, não é a proibição que elimina o aborto... portanto se não pudermos evitá-lo, sejamos conscientes ao ponto de permitir que, já que não se salva a suposta vida que iria nascer, salvemos a vida da mulher que tem vida humana, e não a percamos em favor de uma vida em doutrina...
De Anónimo a 7 de Dezembro de 2006 às 11:26
As mulheres que praticam o aborto não podem ser julgadas e condenadas, mas o feto pode ser condenado a morte pela sua própria mãe?
Será que só a mulher é que conta? Ela tem de ser responsóvel pelos seus actos e assumir as consequências deles... e o filho que está no ventre da sua mãe também é humano!
Matar é crime não importa em que fase da vida: embrião, feto, bébé, criança, jovem, adulto ou idoso!
Nada justifica matar, as pessoas devem optar pela prevenção que deve ser redobrada quando se trata de vidas humanas.
De Filipa a 8 de Dezembro de 2006 às 22:45
E quando o preservativo se rompe? E não se dá por isso? E qundo a pilula perde o efeito porque um determinado medicamento não tinha na receita essa informação? Devem responder-me há serviços como o planeamento familiar. Pois mas esses ditos serviços por vezes não informam nada e muitas vezes nem preservativos querem dar. Então quando apanhamos um médico com uma mentalidade retrogada pior ainda! Porque é que quando as mulheres são violadas ou pode haver uma deficiência no feto já é permitido abortar? Não estão a matar uma vida à mesma? Os idosos que estão sós e são os nossos pais, avós e não há ajuda para eles ou paciência também não é um crime o que lhes estamos a fazer? Voto sim
De Anónimo a 11 de Dezembro de 2006 às 11:02
Porque não resolve o problema fazendo uma laqueação em vez de matar seres indefesos? Também é um método de não engravidar e é infalível!

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